quinta-feira, 23 de junho de 2016

A volta dos que não foram

Dia desses pensei em  voltar meu cabelo ao castanho claro, mas foi igual ao que aconteceu com a Florence, quando ela resolveu fazer o mesmo: "meu verdadeiro eu se recusou a voltar para fora".
E agora ele tá 'black to red', bem 'lover to lover'. 
Essa relação do 'meu eu, comigo mesmo' é conturbado e sei que se estenderá assim até os fins de meus dias. 
Ultimamente ela se agravou. É complicado falar sobre isso quando sei que meus outros 'eus' leem sobre o que tento desabafar. E depois sei que há certos tipos de punições, cobranças, remorsos, coisas que serão jogadas e apontadas na minha cara. 
Por isso, o fato de mascarar o meu 'eu exterior', trocando a cor do cabelo, voltando à cor natural, seja uma espécie de fazer as pazes, um novo recomeço. 
Só que eu já me encontro tão perdida, que sei que apenas tenho que seguir. recomeçar seria me perder novamente. 

sábado, 11 de junho de 2016

There's a must be the place

A imensidão é vasta e a vida efêmera.
Tudo passa, até a uva (passa).
Era pra tudo ser assimilado de uma maneira tão mais natural e aceitável, que o tabu e preconceito são incógnitas da linha tênue.
Às vezes um mistério estando a mostra, próximo à revelação.
Mas a imensidão é vasta e a vida efêmera, independente do que você plantar.

domingo, 22 de maio de 2016

Hello there

Saudações lunáticas,
Aqui na Terra a palavra "caos" é dita como ordem. Ela reina a bagunça diária de uma vida tão cheia de burocracia e horror.
As coisas deveriam ser mais fáceis, porém de alguma forma a calmaria deve ser a busca do século, algo do tipo impossível, mas que você um dia ainda vai conseguir!


Sent from my iPhone

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Volto porque te amo...

Olá, meu caro confidente, feliz 2016!
O sumiço foi grande que até poeira encontrei por aqui. Tenho tantas coisas para atualizá-lo, mas ao mesmo tempo me faltam palavras.
Foram tantos momentos, tantos lugares, tantas experiências, tantas pessoas que passaram ao longo do término de 2015 até a páscoa desse ano...
De tudo e todos, o que posso dizer é que a jornada ao encontro de mim mesma tem sido o fator chave e crucial para desvendar alguns mistérios.

A minha vida havia ficado de lado desde que dediquei boa parte dela em uma nova empreitada: o Itacine. Foi uma experiência única e ímpar na minha vida. Os meses de Novembro/2015 a Abril/2016 foram tão corridos, produtivos e, ao mesmo tempo, cansativos, que não consigo lembrar de nada pessoal ou social nesse período. Perdi festas (passei o reveillon sozinha em Itb), perdi aniversários, perdi encontros, perdi tanto tempo trabalhando que hoje posso dizer que me encontrei, me achei (ou pelo menos, uma boa parte de mim). Eu já estava cansada fisicamente e mentalmente, não conseguindo gerir da forma como planejava e esperavam, então cá estou eu, de volta à rotina - e você me pergunta: qual rotina? E eu respondo: a de ver filmes, escrever, parabenizar alguém da família e ir ao aniversário, socializar com os pais, ir à igreja, correr, fazer comida, escutar música! Às vezes quando você é privado de tantas coisas que você aprecia, você tende a ficar louco, e agora que tenho a oportunidade de voltar a apreciar as coisas que gosto e sempre gostei, tudo tem um gosto diferente, um olhar diferente, é como se fosse: "eu sempre tive isso e nunca dei valor".
E eu estou tão feliz por tudo isso! É algo momentaneo, é claro, logo logo volto pro outro trabalho ou espero ser chamada no sebrae (se Deus quiser!).

No mais, ao menos consegui ir a dois casamentos de duas grandes amigas minhas: um em Belém, da Suéllen Aguiar (e foi tudo maravilhoso, fomos em três amigas nos divertir na Cidade das Mangueiras, em dezembro); e, o outro, foi da Tati Aguiar, em Santarém, em fevereiro, onde aproveitei muuuuito também!



Em relação aos amores, continuo tomando no c*, e me fodendo! O pior é que sou muito sacana (na verdade, sempre fui), e tenho muito medo do jogo virar: de acabar me apaixonando por alguém e ficar sofrendo desiludida. Sim, querido blog, isso aconteceu no fim do ano passado pra cá e, posso dizer que até hoje, a pessoa me pede em namoro! Drummond uma vez escreveu algo com o qual tenho convivido:


Quem sou eu nessa quadrilha? Sei lá, só não espero ser a Maria que ficou pra titia rs.  Confesso que existe uma pessoa que chama minha atenção. É claro, tem outra, que está do outro lado do país, mas ultimamente tem aparecido alguns seres interessantes... Tem uns que só de chegar mensagem no whatsapp, o coração logo dispara todo bobo; outros que são levados no banho maria, outros que insistem em ficar comigo e eu sempre dou uma chance só pra ver se realmente não estou sendo exigente demais, mas não vai... é mais ou menos assim. Um dia dá certo, enquanto isso...





domingo, 1 de maio de 2016

Me espera

https://www.youtube.com/watch?v=zBUurckfIiE



Eus, tô voltando! tô voltando pro mundo, tô voltando do caos...

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

a intenção é a intensidade

a noite de terça-feira foi marcado por duas pessoas: uma que é meu karma, por mais que tente me desapaixonar a verdade é que não consigo, vai ser "o meu amor" até sabedeusquando!; e, a outra é a pessoa com que tenho amizade desde a época de faculdade e que recentemente acabou conseguindo de mim muitas coisas, dentre delas muita admiração. 
O que eu não sabia era que seus beijos vermelhos me hipnotizariam a ponto de propor uma loucura juntos: nós, com "o meu homem". 
E assim foi. Compartilhamos da mesma cama, estirados e libertos de qualquer coisa. O prazer reinou e a sensação era de ser a ser mais libertina do mundo. Eu não queria saber o que ele estava pensando sobre mim, ou o que iria falar depois. Apenas me entreguei, e foi muito bom! Exceto em um momento em que paramos para descansar e ele a envolveu em seus braços, como que abraçando em forma de conchinha... Aquele momento, aquela cena foi o fim pra mim! Foi como se tivesse enfiando uma faca em meu peito. Não lembro de ter sentido tanto ciúme quanto ao ver aquilo. Mas tudo bem, releva-se. E ainda sim o espero. Que droga! Não consigo entender como ele "me tem fácil demais" e não tem condições de se revelar, de querer se comprometer, "não parece capaz de cuidar do que possui". 
Como disse antes, a intenção é a intensidade e, sobre isso não tenho me reprimido, pelo contrário, tenho aliviado a tensão, por demias até rs. 
Que a intensidade continue me movendo porque a vida é pra ser vivida. 
Oss!

domingo, 25 de outubro de 2015

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

Quando seus olhos penetraram profundamente nos meus, pude sentir que queria algo a mais.
A minha convicção era tanta que quis explorar a ideia do novo. Muita curiosidade, em minha mente martelava. Aquele era o momento!
Mesmo dominada pelo álcool, sabia que estava inteiramente sóbria quando senti seus lábios encostarem os meus. A sensação de ter plantado e colhido a dúvida era tanta que relevar o revelado talvez fosse o que mais precisava. E assim fiz. Revelei". Achei que tivesse sido uma prática comum de sua parte: beijar meninas indefesas, bêbadas e inocentes em final de festa. Pensei: "fui mais uma dentre tantas, mas tá bom. Tenho sido muito pilantra ultimamente".
Até receber no outro dia, pela manhã, mensagens eufóricas de: "não acredito que a gente se beijou!", "não acredito que beijei você!", "não consigo parar de pensar nisso até agora! você sempre foi meu amor platônico!", "você tem noção do quanto quero que isso se repita novamente?", "olho pra você desde a época de faculdade!"...
E eu, atônita, surpresa, sem saber o que escrever apenas digito: "mas foi apenas um selinho! aliás, dois!"
Desde então, muitos outros não-selinhos-e-sim-beijos foram trocados, me permitindo ter momentos únicos e agradáveis junto a você. Me desculpe se meu sorriso amarelo e torto é de super sem graça e timidez por todas as vezes que você me elogia. Obrigada por estar expondo o melhor de mim pra mim mesma e, mais um pouco. Você é incrível!

domingo, 18 de outubro de 2015

Wocê vai me destruir.

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"Está acabando o amor, você ainda não veio. Não disse, não ligou se vem viver comigo.

Nessa nossa disputa, nesse seu jeito bom eu não quero saber, você vai desdenhar e vai sofrer - vai perder!

Você vai me destruir como uma faca cortando as etapas furando ao redor.
Me indignando, me enchendo de tédio, roubando o meu ar.
Me deixa só e depois não consegue, não me satisfaz

Se me quer como amiga, s
e não quer mais me ver, você vai me esquecer, você vai me fazer padecer!

(Pensando em te matar de amor ou de dor eu te espero calada)"

sábado, 5 de setembro de 2015

Convitem com vida e bebida

Ela já havia pensado nas inúmeras maneiras e propostas para arrastá-la para fora de casa. Fazia algum tempo que se sentia inquieta quanto a isso. Somente uma frase martelava em sua mente: convide-a pra sair, convide-a pra sair!
Todas as vezes que tentava por em prática algo acontecia e seu plano fracassava. Uma vez pensou em estender o convite a ela e alguma de suas amigas, assim não se sentiria tão deslocada perto de uma completa desconhecida. No final, a amiga não foi. E ela deu uma desculpa qualquer para não comparecer ao local marcado. Aquilo estava me tirando do eixo. Precisava tê-la por perto, não aguentava mais.
Na noite de ontem, após juntar forças para um 'é agora ou nunca', perguntei o que estava fazendo naquele momento. Ela respondeu com um objetivo: 'nada'. Fiquei apreensiva, mas não quis demorar para digitar a mensagem. Fui objetiva: 'que tal sair pra tomar alguma coisa, jogar conversa fora?'. O coração acelerou. E um minuto depois veio a resposta: 'é uma boa, legal!'.
Peguei o carro, coloquei algumas coisas na bolsa e parti rumo ao seu encontro - e que encontro! Foi um dos melhores dias, digo, noite. E nos divertimos muito: eu, ela e nós mesmas.
Não vejo a hora de convidá-la pra sair, novamente. Quando você se convida para sair, assim, sozinha, é outra história. Que venham convites e mais convites!



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Date

Vale! Right! Certo!

I'm doing an empirical experience about relationships, desire, human behaviour, human relations, freedom and how to be free in a place where you need to follow rules (the society in general).
I'm writring to explain about this because moods is not easy to describe - trying to write was the best way that I could imagine.
In fact, some definition about this "experience" means to open mind. The 'experience' includes places, people, moments, etc. So, that's it! Let's do it!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

About Something new

Between us something is happening! Well, I thought I'm going to press the "play" in the game, and if I don't like it, in few minutes, I will press the button "pause" and everything is going be alright, right? Yeah, simple!
So, I've had pressing the "play". The first minute was very very very difficult. Replying with "hello, good morning" it was not easy! I thought I say hello to being polite then, after, to press the button "block" it would be a good idea. But I didn't it! Few words ago, suddenly, I did understand how the things were working.
It's so interesting and so strange to talk about this, because now I can say in fact: I don't know who I am, and I don't know anything about me and myself!
Leaving the differences behind it's just a other way to live, and the life! Oh life!, the life is an opportunity, a chance, a thing that you have to take and to enjoy. Why? Because you are alive!
Uau! I want to know my limits and I'm waiting where the story is going happen.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Take me home

Música, ah a música! Derreto de amores por ela. Sinto que é um sentimento recíproco. Ultimamente temos caminhado lado a lado. Deixo algumas enfileiradas, nomeadas de acordo com o humor. Algumas são propícias tanto para serem consumidas no trabalho, quanto para correr. Outras, para quando formos dormir. Tem as mais audaciosas, minhas preferidas, por sinal, dedicadas somente para os momentos de profundo prazer, encaixe do corpo e alma, relaxante muscular e da mente... Me arrepio só de pensar em todo esse conjunto trabalhando juntos, uau!
Tem os rocks cheios de solos de guitarras e os outros dos anos 60 e 70 que são bons para matar a sede tomando uma cerveja, uma dose de alguma bebida barata, fumando cigarros, bailando no tempo e no universo paralelo.
Tem aquelas da qual sinto falta: as cheias de personalidade e de letras poéticas. São os sambas e mpbs, pop/rock e reggae brasileiros. Caramba, tinha uma época que eu era boa em fazer playlists totalmente brasukas, e totalmente gostosas de serem degustadas. Hoje em dia não carrego mais essa habilidade. É muito clichê ter Cazuza, Caetano, Bezerra da Silva, Belchior pra quem está com o estado de espírito lá embaixo. É o mesmo que estar escutando outro idioma, não entenderia bulhufas. Foda-se! Funk é mais fácil, e daí!? Brega é meu forte!
De qualquer modo, ainda tenho continuado a respirar música. Como já disse, nosso caso de amor é mútuo, nos amaremos de qualquer maneira, afinal toda forma de amor é válida!

domingo, 23 de agosto de 2015

O mal estar da civilização

Às vezes a observo de longe. Tem um andar firme e manso. De vestimenta simplória - calça jeans escura, camiseta de malha unicolor, costumar usar sapatilhas oscilando tons de rosa, passando pelo vermelho e indo até o vinho. Prende o cabelo como o famoso "rabo de cavalo" e coques, deixando na maioria das vezes a nuca bem exposta. Nuca que por sinal chama muita atenção! Usa pulseiras nas cores vermelhas, amarelas e verdes. Pressuponho ser adepta à filosofia e som de Marley. Os brincos são discretos e pequenos. E a maquiagem... que maquiagem? É apenas um lápis no olho e batons nas mesmas cores das sapatilhas.
Me espanta lembrar que quando nos conhecemos, através de muitos amigos em comum, houve um choque de frequências. Havia sintonia mas não havia aceitação. Era como se tivesse lançada uma competição de energias. Calar a voz, consentir o olhar e neutralizar a respiração foi o melhor a fazer. E assim fiz. Dias depois quebrei barreiras, conversamos horas e horas. Havia sintonia, muitas gargalhadas, observações, similaridades, coincidências... Havia um encanto superior e jamais visto em pessoa alguma. E agora, passados anos e anos de grande aproximação e tantas confissões, o silêncio se faz necessário. A vida caseira me abraçou novamente e agora só a observo da janela quando passa lá longe...

sábado, 22 de agosto de 2015

e-mail e-nteiro e, cartas!

fazia tempo que não recebia e-mails. em uma época de whatsapp, instagram, facebook, snapchat, twitter, periscope, skype, etc etc etc, o e-mail passou a ser aquele que recebe propaganda de empresas, e a carta... o que é carta mesmo?
ai, eu queria receber uma carta! sério mesmo!
então, pra quem eu mandaria uma carta? poxa, meus amigos, todos tenho contato por facebook, ou whatsapp, ou o endereço, ou seja, bem fácil! Mas eu quero fazer novas amizades! E daí que ir a um bar, ou festa, ou pela rua posso facilmente conseguir isso. Mas eu quero através de cartas! olha que interessante, não?! 
Fui no seu Google, pai dos burros. encontrei um site/blog de pessoas que se comunicam por cartas. resolvi aderir. 
dato então, o início desta saga. se der em alguma coisa - e eu falo sobre esse 'qualquer coisa' englobando tudo e qualquer coisa-, conto aqui.
bjunda.

p.s.: preciso de um trago. aliás, dois!