O sumiço foi grande que até poeira encontrei por aqui. Tenho tantas coisas para atualizá-lo, mas ao mesmo tempo me faltam palavras.
Foram tantos momentos, tantos lugares, tantas experiências, tantas pessoas que passaram ao longo do término de 2015 até a páscoa desse ano...
De tudo e todos, o que posso dizer é que a jornada ao encontro de mim mesma tem sido o fator chave e crucial para desvendar alguns mistérios.
A minha vida havia ficado de lado desde que dediquei boa parte dela em uma nova empreitada: o Itacine. Foi uma experiência única e ímpar na minha vida. Os meses de Novembro/2015 a Abril/2016 foram tão corridos, produtivos e, ao mesmo tempo, cansativos, que não consigo lembrar de nada pessoal ou social nesse período. Perdi festas (passei o reveillon sozinha em Itb), perdi aniversários, perdi encontros, perdi tanto tempo trabalhando que hoje posso dizer que me encontrei, me achei (ou pelo menos, uma boa parte de mim). Eu já estava cansada fisicamente e mentalmente, não conseguindo gerir da forma como planejava e esperavam, então cá estou eu, de volta à rotina - e você me pergunta: qual rotina? E eu respondo: a de ver filmes, escrever, parabenizar alguém da família e ir ao aniversário, socializar com os pais, ir à igreja, correr, fazer comida, escutar música! Às vezes quando você é privado de tantas coisas que você aprecia, você tende a ficar louco, e agora que tenho a oportunidade de voltar a apreciar as coisas que gosto e sempre gostei, tudo tem um gosto diferente, um olhar diferente, é como se fosse: "eu sempre tive isso e nunca dei valor".
E eu estou tão feliz por tudo isso! É algo momentaneo, é claro, logo logo volto pro outro trabalho ou espero ser chamada no sebrae (se Deus quiser!).
No mais, ao menos consegui ir a dois casamentos de duas grandes amigas minhas: um em Belém, da Suéllen Aguiar (e foi tudo maravilhoso, fomos em três amigas nos divertir na Cidade das Mangueiras, em dezembro); e, o outro, foi da Tati Aguiar, em Santarém, em fevereiro, onde aproveitei muuuuito também!
Em relação aos amores, continuo tomando no c*, e me fodendo! O pior é que sou muito sacana (na verdade, sempre fui), e tenho muito medo do jogo virar: de acabar me apaixonando por alguém e ficar sofrendo desiludida. Sim, querido blog, isso aconteceu no fim do ano passado pra cá e, posso dizer que até hoje, a pessoa me pede em namoro! Drummond uma vez escreveu algo com o qual tenho convivido:
Quem sou eu nessa quadrilha? Sei lá, só não espero ser a Maria que ficou pra titia rs. Confesso que existe uma pessoa que chama minha atenção. É claro, tem outra, que está do outro lado do país, mas ultimamente tem aparecido alguns seres interessantes... Tem uns que só de chegar mensagem no whatsapp, o coração logo dispara todo bobo; outros que são levados no banho maria, outros que insistem em ficar comigo e eu sempre dou uma chance só pra ver se realmente não estou sendo exigente demais, mas não vai... é mais ou menos assim. Um dia dá certo, enquanto isso...



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