quarta-feira, 29 de novembro de 2006

A onda levou o Tsunami

Dia triste? Hmm.. pior que ontem, acho que num foi não, ó!
É inavetável o comentário sobre o Thiago Tsunami... caraca, até agora não acredito! Via esse menino direto na rua, nas festas, juntos dos meus amigos, um conhecido bem próximo.
Fui no velório, acompanhei todo o dia de segunda. Na terça, decidi que não iria no enterro, mas fui. Logo que cheguei, tava tocando uma música católica, por sinal, até cantava. Só consigo lembrar da música ♪Senhor quando te vejo, no sacramento da comunhão♪ bem na hora que o corpo tava sendo levado pra dentro do cemitério. Chorei, cara, eu chorei muito nessa hora, na hora em que irmã dele, a Pâmela, chegou ao cemitério e entrou, me imaginei ali, no lugar dela. E se fosse alguma das minhas irmãs, ou algum dos meus amigos? Não, não desejo nem pro meu pior inimigo.
Onde quer que esteja, que fique em Paz!

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Desenterra

Égua! Senti falta de escrever. Senti falta desse blog. Blog que já completou, por incrível que pareça, 1 ano de existência! U-AU!
É claro que não parei de escrever, seja sobre meus sentimentos, sobre o que penso, meus sonhos, poesias, músicas, frases..enfim... seja numa folha de caderno, ou até mesmo um pequeno quadrado cortado escrevível (?), parar de escrever e rabiscar: JAMAIS!!!


Oh épocas em que postava com frequencia meus sonhos. Os tais fatos da minha modesta e simples vida, músicas, frases. Pior que se eu disser que isso faz uma puta falta ia estar mentindo porque, cara a vida não é uma 'simples página de internet'. Mas também, dizer que sem isso eu consigo viver, é mentira, porque se não fosse tal 'obra' como conseguiria guardar e relembrar de uma forma, digamos, organizada, alguns dos melhores e piores acontecimentos da minha vida?


Então, cá estou te desenterrando para cravar-te em meu peito: fã número 1.

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Vai tossir

Tenho coisas engasgadas na minha garganta. Por alguma ocasião, nunca consigo vomitá-las.
São coisas que, às vezes, me dão raiva, outras que se espalham em alegrias. Enfim, tenho ficado tão estressada, mal-humorada, chata, cheia de complexos.
Sabe quando você tá bem, não aqueeeela maravilha em pessoa, mas também não a chata-arrogante? Pois é, ultimamente tenho ficado assim. Quando me deparo desse jeito é pior pq tento disfarçar que tô bem e aí surgem um monte de perguntas: "O que você tem?", "Pode falar, o quê que é?", e NA BOA, é pior!
Delfinitivamente, quando chega nesse estado é batata que na minha cabeça as coisas tendem a levar pros extremos da imperfeição -se alguma alma estiver lendo esse comentário, ou sei lá, deparar com algumas dessas minhas crises, caso estiver junto comigo ou perto, não façam isso porque é pior: fico mais chata, irritada, desnorteada. Apenas disfarço, muito mal por sinal, e depois penso no que a pessoa está pensando a meu respeito depois disso ou durante isso.

É por isso que gosto de estar sozinha: parece que eu penso milhões de vezes mais, não tenho que dar satisfações sobre o que estou pensando, faço o que eu quero, as loucuras que sei fazer ou invento, das minhas manias e vícios. Pareço estar mais "livre" só do que quando estou rodeada de gente. Se é fobia social, e daí? Me desculpa se pareço  uma formiga no meio de uma manada de elefantes brincando com suas trombas enormes.

quarta-feira, 29 de março de 2006

Senta que vem desabafo

Posso desabafar?
Claro, não só posso, como devo! Esse blog é meu e falo o que quiser.
Ah cara, tipo: ajudo ao mundo todo se for necessário. Alguém pede ajuda, corre pra quem? Suede.
Alguém não sabe o que fazer? Resposta: Suede.
Quer contar uma coisa? Suede escuta.
Tá afim de desabafar? a Suede tá aqui pro o que der e vier!

Eu fico tão emocionada com essas atitudes, com a confiança em mim depositada, que agradeço sempre e de todo coração. Contem comigo. Beleza, sem problemas.

Agora: preciso de ajuda. Quem pode me ajudar?
Quero desabafar. Quem que me escuta? Ahm? Quem mesmo? Ah, claro, ninguém.
Quero poder falar o que sinto. Quem me entende? AHM? QUEM? Aaaaaah sim, espera um pouco?
Não, Beleza! É assim mesmo, o seu saco já está cheio o suficiente, o meu que deve viver vazio pra sempre estar fazer 'caridade'. E isso, você disse 'caridade'? Não, não é caridade, é gentileza, é solidariedade com o próximo, coisa que você não tem um pingo e infelizmente, pra meu desprezo e raiva de mim mesma, tenho.
Hoje atingi o meu limite!
Perdão, perdão, perdão meu Deus, tira esse ódio e rancor do meu coração e faça com que eu não fique assim.
Por aí sigo.

domingo, 19 de março de 2006

Me deixa eu

E hoje é um dia justamente em que eu tô, digamos, com um pouco de bode, sabe? Simplesmente, precisava de um desabafo neste humilde e sincero blog, já que o negócio tá fod...ops, diferente. Sério! Ultimamente tenho estado como uma montanha russa: cheia de altos e baixos.
Sabe uma angústia e tristeza que você não consegue explicar? Que você não quer falar e ver ninguém, mesmo que você goste de todas as pessoas que estão ao seu redor? Uma vontade enorme de ficar sozinha, num quarto isolado, num quarto escuro, longe dos seus pensamentos e de todo mundo? Uma sensação diferente de querer que ninguém te perceba e ao mesmo tempo gritar: "Caramba, me enxerga, eu tô aqui!"?

Fui pra missa e tentei ficar o mais longe possivel dos meus amigos. Não é que eu tivesse com raiva, era simplesmente por estar assim: surumbática.
Não posso botar culpa em pessoas que não tem nada a ver com que o que estou sentido, certo? Certo! Se eu tô mal, ruim, 'por dimais' péssima, o problema é meu não é? É! E se eu quero distância de todo mundo pra justamente não tratar mal pessoas, tenho o direito de ficar no meu canto, não tenho? Tenho! Então... me deixem em paz! Eu só quero um pouco de espaço e tempo pra respirar. Meu desgaste físico e mental me consomem a ponto de querer sumir.

Sumir.
Lá vou eu.
Até!

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Sem palavras

TENHO que registrar esse momento!
Fui pra adoração lá na igrejinha. Desde que o Zanderson me convidou pra ir, tenho ido. Tanto que, no sábado, iremos reativar o grupo de jovens do Sagrado Coração de Jesus. O fato é que repousei no espírito. E esse repouso acalmou meu coração. Me deixou serena e com um pouco de paz comigo mesmo.
Valeu!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Minha empolgação é notória. Teve níver da Liane, minha irmã. Ê!
Só rolou pizza, e a lerda ainda ficou sem comer. Até achei legal, não fosse a música de sua preferência Definitivamente ela não tem gosto musical, porque até quem tem gosto musical não escuta o que ela costuma escutar. Preferi curtir minha presença na sala, assistindo tv. Ué, antes só do que "arodjiada" por um monte de pessoas que você nem conhece. (Sou tímida mesmo, e pior do que isso só a introversão pra fazer com que eu seja assim. Tento mudar, mas não vai. Fico até chateada por acabar sendo desse modo, mas ah, vou fazer o quê?)
É isso.
Bjs e até!

domingo, 29 de janeiro de 2006

Chega dói

Escrevendo feio. É assim que denomino minha escrita. Escrita essa cheia das palavras vagas, bestas, sem utilidades.
Engraçado é que passo as tardes lendo revistas (sobre óculos, tudo bem) e nem assim meu vocabulário evolui.
Já pensei em arrancar algumas folhas (a última) do dicionário e fazer uma sopa de letrinhas. Aí parei e analisei bem: pra quê devorar as palavras: zunido, zunidor, zunimento, zunir, zunzum, zumzunar, zupa, zupar, zurbada, zureta, zurrada, zurrador, zurrapa, zurrar, zurraria, zurre, zurro, zuruó, zurzidela, zurzir, zuzá, zuzara, zwinglianismo; se, no máximo, irei lembrar do 'zunzum' que ela vai me fazer no estômago?
Deixa eu com minha escrita que dói, feia do jeito que está mesmo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

Pira-que-cola

Tô confusa! Assim... não confusa-confusa, mas confusa com tantas informações que se passam na minha cabeça.
JURO que quando acho que tô pensando, eu tô pensando em alguma coisa que nao quero pensar mas que ao mesmo tempo não tem como não pensar. E depois, que  penso em outra coisa, misturo com o que eu tava pensando e, logo, nem sei em quê tava pensando! (ufa!)
Alguém me dá um calmante aí? Será que alguém me entende?
Eu sei que soa como egoísmo, mas preciso ter contato com pessoas que sintam (ou que pensem) o que tô sentindo (pensando). O quê? É impossível? Por quê? Ah, porque não tenho contato com pessoas alguma, nem com pessoas sãs. Valeu aí pela parte que me toca. Droga! Ai que raiva!
Até me consultei ontem à noite, o que me deixou deveras melhor.
Mesmo assim agradeço ao Zanderson, que acaba de me chamar pra ir pra igreja. Faz tempo que não vou por lá. Vai que eu melhore, não custa nada tentar.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

Sobre o que eu queria

Queria gritar pro mundo inteiro e perguntar: "O QUE FOI QUE EU FIZ?"
Queria gritar por todos os cantos e perguntar: "SERÁ QUE ISSO SÓ ACONTECE COMIGO?"
Queria poder saber o que se passa na mente das pessoas.
Queria poder pensar sobre o que elas pensam.
Queria apenas imaginar o pq de tudo ser tão cruel e insensato.
Queria apenas imaginar a insensatez em tudo quanto é 'por quê'
Queria algumas palavras amigas pra desabafar.
Queria algumas amigas pra desabafar e talvez palavrear.
Queria dizer que só, às vezes, é o quanto sinto da solidão.
Queria dizer que é na solidão que todas às vezes me sinto só.
Queria ficar calada pra observar tudo ao meu redor.
Queria ficar calada pra que observassem minha invisibilidade.
Queria escutar pra imaginar ao que falam todos.
Queria escutar o que todos tem a falar.

Ah, mas quisera eu o mundo escutar;
Que os cantos ouvissem o cantar;
Que a mente nas pessoas soubessem passar;
Que o pensante pudesse pensar;
Que a "Cruela" sensível fosse imaginar;
Que o por quê de tudo é pra sensiblizar;
Que palavras são pra desabafar;
Que os desabafos talvez possam amigar;
Que a solidão às vezes é soar;
Que o sentir só é todos estar;
Que o calar observa o rodar;
Que o observante é calado ficar;
Que a imaginação escutante é falar;
Que o falante que escuta imagina podar.

Sou o que sou e o que pareço ser.
Algo me dói mas não sei decifrar.
Tanta mágoa, tanta indignação...
Amo todas as pessoas e elas me põe lá no chão.
Odeio quando fazem isso.
Odeio me sentir assim.
Queria apenas escrever o que sinto.
Ou tentar transmitir o meu sentir.
Porque é só assim que consigo me acalmar.
Porque é só assim que consigo desabafar!
Porque é só assim que meus segredos são ditos.
E é só assim que consigo dizer algo secreto.
Algo de mim, algo que machuca,
Algo que alegra.
Palavras se perdem, mas aos poucos tudo volta ao normal.
Meu muito obrigada por ter me escutado e não estar mais tão mal!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Sobre a ressaca

Caramba, desde ontem não consigo dormir! Dormi por 2 horas - se é que possamos dizer assim, já que até pegar no sono levei, no mínimo, umas meia hora.
Hoje pela manhã fui sustentada por goles de café em cinco e cinco minutos. Algo básico estar acordada até agora.

♪FESTA ESTRANHA COM GENTE ESQUISITA, EU NÃO TÔ LEGAL... NÃO AGUENTO MAIS BIRITA!"

Se eu fosse, digamos, "pinguça" até que o final da frase da música acima cairia legal, mas como não sou, continua valendo pelo os que estavam por lá.
Foi divertido.

domingo, 8 de janeiro de 2006

O blog em 6 meses.

Tenho que comemorar, afinal, no último dia 03 de janeiro, o meu blogzinho completou 6 meses de vida.
E que comemoração né? Após anos e anos de net conseguir continuar escrevendo e ainda mais, lembrando de escrever, num blog; e se tratando de minha pessoa, é algo realmente pra ficar marcado!
Desde quando abri esse espaço e comecei a escrever a sensação é do tipo: "lar doce lar".  Me sinto em casa, como se essa fosse minha casa, minha própria casa.
E é por me sentir em casa, totalmente em casa, que toco a campainha pra adentrar-te e saudá-lo com um: parabéns blog!

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Feliz 2006!

Adeus ano de 2005. Posso te confessar uma coisa? Odeio número ímpares! - O blog é meu e sinto a vontade de escrever o que quiser, obrigada.
Fico aliviada por 2005 ter acabado, já estava ficando agoniada em escrever sempre um "5" no final de "200". E não é pra menos, o ano que passou veio literalmente "às avessas" tanto no aspecto físico-geográfico, quanto político. Foram tsunamis, furacões, terremotos, mensalão, mortes, assaltos, assassinatos, perdas, quedas, secas... Com todos os pesares e com todas as vitórias, agradeço por ter acabado.
QUE VENHA 2006!