Tenho uma mensagem do futuro.
Entrei nesse site futureme.org , e conforme o mesmo, ano que vem chegará em meu e-mail. Se não me engano, coloquei direcionado pro e-mail do blog, então, o primeiro a lê-lo serás tu.
http://futureme.org/letters/5136861-uma-carta-do-passado-a-letter-from-the-past/verify?key=F37TJcCkMNgVQsZX5ThtwWcvRUJ4q6
sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Código B.G.
Abaixa. Bebe. Cai. Deduz. Escuta. Fica. Grogue. Hoje. Iludido. Jipe. L200. Moto. Nada. Ordena. Pé. Quimera. Rápido. Sai. Talvez. Uva. Vinho. Xiii... ZzZzzZz...
"Entendi o código. Significa: BG hehehehehehe!!!" - foi o que comentou o Frank.
Acabei colocando o título como tal.
Vou verificar a data de quando rabisquei - mas talvez tenha sido num desses momentos: pós-BG! rsrs
Vou verificar a data de quando rabisquei - mas talvez tenha sido num desses momentos: pós-BG! rsrs
quarta-feira, 16 de março de 2011
Coração - C.F.A.
Eu sou fã e quis retalhá-lo. Não deu. Ponho em seu todo, pois toda de mim fala. Acrescenta-se mais, diga-se em pauta, mas não acrescentei.
Crescer-te-ei.
Crer-se em ti ei.
Crer, em si, ei!
Crer, em si, ei!
Na terra do coração passei o dia pensando - coração meu, meu coração. Pensei e pensei tanto que deixou de significar uma forma, um órgão, uma coisa. Ficou só com-cor, ação - repetido, invertido - ação, cor - sem sentido - couro, ação e não. Quis vê-lo, escapava. Batia e rebatia, escondido no peito. Então fechei os olhos, viajei. E como quem gira um caleidoscópio, vi:
Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe.
Meu coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas, imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento sopra.
Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.
Meu coração é um ideograma desenhado a tinta lavável em papel de seda onde caiu uma gota d'água. Olhado assim, de cima, pode ser Wu Wang, a Inocência. Mas tão manchado que talvez seja Ming I, o Obscurecimento da Luz. Ou qualquer um, ou qualquer outro: indecifrável.
Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.
Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês baratos, centauros gays e virgens loucas de todos os sexos.
Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo.
Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se p6os. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais.
Meu coração é um anjo de pedra de asa quebrada.
Meu coração é um bar de uma única mesa, debruçado sobre a qual um único bêbado bebe um único copo de bourbon, contemplado por um único garçom. Ao fundo, Tom Waits geme um único verso arranhado. Rouco, louco.
Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é uma sala inglesa com paredes cobertas por papel de florzinhas miúdas. Lareira acesa, poltronas fundas, macias, quadros com gramados verdes e casas pacíficas cobertas de hera. Sobre a renda branca da toalha de mesa, o chá repousa em porcelana da China. No livro aberto ao lado, alguém sublinhou um verso de Sylvia Plath: "Im too pure for you or anyone". Não há ninguém nessa sala de janelas fechadas.
Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês.
Meu coração é um deserto nuclear varrido por ventos radiativos.
Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro.
Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é uma planta carnívora morta de fome.
Meu coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando um fado lento e cheia de gemidos - ai de mim! ai, ai de mim!
Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também.
Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso. Acesa, aceso - vasto, vivo: meu coração teu.
Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe.
Meu coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas, imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento sopra.
Meu coração é um mendigo mais faminto da rua mais miserável.
Meu coração é um ideograma desenhado a tinta lavável em papel de seda onde caiu uma gota d'água. Olhado assim, de cima, pode ser Wu Wang, a Inocência. Mas tão manchado que talvez seja Ming I, o Obscurecimento da Luz. Ou qualquer um, ou qualquer outro: indecifrável.
Meu coração não tem forma, apenas som. Um noturno de Chopin (será o número 5?) em que Jim Morrison colocou uma letra falando em morte, desejo e desamparo, gravado por uma banda punk. Couro negro, prego e piano.
Meu coração é um bordel gótico em cujos quartos prostituem-se ninfetas decaídas, cafetões sensuais, deusas lésbicas, anões tarados, michês baratos, centauros gays e virgens loucas de todos os sexos.
Meu coração é um traço seco. Vertical, pós-moderno, coloridíssimo de neon, gravado em fundo preto. Puro artifício, definitivo.
Meu coração é um entardecer de verão, numa cidadezinha à beira-mar. A brisa sopra, saiu a primeira estrela. Há moças na janela, rapazes pela praça, tules violetas sobre os montes onde o sol se p6os. A lua cheia brotou do mar. Os apaixonados suspiram. E se apaixonam ainda mais.
Meu coração é um anjo de pedra de asa quebrada.
Meu coração é um bar de uma única mesa, debruçado sobre a qual um único bêbado bebe um único copo de bourbon, contemplado por um único garçom. Ao fundo, Tom Waits geme um único verso arranhado. Rouco, louco.
Meu coração é um sorvete colorido de todas as cores, é saboroso de todos os sabores. Quem dele provar, será feliz para sempre.
Meu coração é uma sala inglesa com paredes cobertas por papel de florzinhas miúdas. Lareira acesa, poltronas fundas, macias, quadros com gramados verdes e casas pacíficas cobertas de hera. Sobre a renda branca da toalha de mesa, o chá repousa em porcelana da China. No livro aberto ao lado, alguém sublinhou um verso de Sylvia Plath: "Im too pure for you or anyone". Não há ninguém nessa sala de janelas fechadas.
Meu coração é um filme noir projetado num cinema de quinta categoria. A platéia joga pipoca na tela e vaia a história cheia de clichês.
Meu coração é um deserto nuclear varrido por ventos radiativos.
Meu coração é um cálice de cristal puríssimo transbordante de licor de strega. Flambado, dourado. Pode-se ter visões, anunciações, pressentimentos, ver rostos e paisagens dançando nessa chama azul de ouro.
Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar Frankensteins monstruosos que sempre acabam destruindo tudo.
Meu coração é uma planta carnívora morta de fome.
Meu coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando um fado lento e cheia de gemidos - ai de mim! ai, ai de mim!
Meu coração é um poço de mel, no centro de um jardim encantado, alimentando beija-flores que, depois de prová-lo, transformam-se magicamente em cavalos brancos alados que voam para longe, em direção à estrela Veja. Levam junto quem me ama, me levam junto também.
Faquir involuntário, cascata de champanha, púrpura rosa do Cairo, sapato de sola furada, verso de Mário Quintana, vitrina vazia, navalha afiada, figo maduro, papel crepom, cão uivando pra lua, ruína, simulacro, varinha de incenso. Acesa, aceso - vasto, vivo: meu coração teu.
(Pequenas Epifanias, crônicas) Caio Fernando de Abreu
domingo, 13 de março de 2011
...e na madrugada viola tocando tuntz:
- teve gente que virou delegado num instante pra 'espantar' os males (ou malas);
- gente dançando funk, enquanto tocava sertanejo;
- um certo alguém fazendo coisas estranhas na porta do carro #medo ;
- medo de contrair leptospirose;
- várias aparições de tirar o fôlego de uma 'borboleta carnavalesca'...#suspiros;
- que olhos, que sorrisos... #maissuspiros;
- sintomas de dengue por não ter deixado água parada #gutgut
- amnésia! =x
Valeu galera e galero pelas companhias, diversão e parceria.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Comigo é assim!
"Está acabando o amor, você ainda não veio. Não disse, não ligou se vem viver comigo".
Estou na espera. Se vier, bem; se não, até!
Agora o ano começa: adeus carnaval!
Pro brasileiro o ano só começa depois do carnaval.
E brasileira que sou, cá estou eu, recepcionando o ano de 2011, a sua chegada triunfal, às vezes cansada por ter pulado e brincado na avenida, às vezes esperançosa doida pra saber o ano que espera.
Então, vamos nos juntar e dar um "Olá 2011", "seja bem-vindo"!
\o/
E brasileira que sou, cá estou eu, recepcionando o ano de 2011, a sua chegada triunfal, às vezes cansada por ter pulado e brincado na avenida, às vezes esperançosa doida pra saber o ano que espera.
Então, vamos nos juntar e dar um "Olá 2011", "seja bem-vindo"!
\o/
quarta-feira, 9 de março de 2011
Obrigada carnaval!
As coisas (odeio ter de usar a palavra 'coisas' assim como qualquer coisa - arggh)...
"Deus escreve certo por linhas tortas".
E sim, eu tava adorando esse carnaval. Adorei, pra falar a verdade. Continuaria aproveitando-o, se não fosse finito.
A animação do Bloco das de Preto foi espetacular. Só estávamos em 3, na segunda-feira, e 4, na terça. 3 e 4 pessoas! Mas é o que dizem: "quem faz a festa são as pessoas". #fato
E sim, eu tava adorando esse carnaval. Adorei, pra falar a verdade. Continuaria aproveitando-o, se não fosse finito.
A animação do Bloco das de Preto foi espetacular. Só estávamos em 3, na segunda-feira, e 4, na terça. 3 e 4 pessoas! Mas é o que dizem: "quem faz a festa são as pessoas". #fato
Gostaria de colocar uma foto, como registro, mas a única foto que tiramos foi numa câmera de um cara que tava passando, na rua, e, nós, no meio da empolgação, o paramos e pedimos pra que tirasse uma da gente. *Flash.* Acho que nunca veremos (a foto e o cara), novamente...
Então, aos que se divertiram neste carnaval, com moderação, com muito axé no pé, muito amor no coração, muita amizade e parceria, o meu obrigada.
p.s.: agradeço a você, também.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Cozinha que nada...
Tem que ir de mansinho pra não assustar. Tem que ter paciência, essa é a questão!
Só que minha paciência já está quase no limite - já se foram longos 7 anos. É tempo demais pra tanta enrolação. Mas dizem que a esperança é a última que morre, então, se for pra esperar mais esse ano, fazer o quê, esperarei. O que mais me encabula é que, durante esse tempo ninguém ficou 'pintando o 7' pra dizer que 7 anos são 7 dias. Não! 7 anos é praticamente uma praga de azar, se quebrar um espelho, por exemplo.
7 anos não são 7 vidas, mas talvez seja um 'bicho de 7 cabeças!'
Quer saber, se ele não abre as janelas, vou tentar arrombar a porta qualquer dia desses, por bem ou por mal. Primeiramente baterei e, se abrir e me deixar entrar tudo bem, se não, darei meia volta e passarei para a casa ao lado, ou para a rua ao lado, ou bairro ao lado, cidade, estado, país... simples assim!
Cansei de ficar olhando do lado de fora. Cansei de ficar imaginando as janelas e portas abertas, as crianças brincando pelo jardim, e nenhuma possibilidade de que entrasse de verdade. Sempre, sempre, aquela curiosidade, um gostinho de quero mais e lá se foi mais um ano.
E já que é assim:
(toc toc)
- Quem é? - uma voz masculina sobressalta do outro lado.
- Sou eu...
- Meu bem, estava te esperando... tenho uma surpresa!
(a porta se abre e...)
Com um peso de porta em formato de coração nas mãos, e uma caixinha com um anel de 7 quilates, ele disse:
- Você me esperou. Esperou que me formasse. Esperou que eu conseguisse um bom emprego. Esperou que eu abrisse, enfim, a porta de minha casa. Ela está aberta pra você. Sei que tenho grandes defeitos, mas foi você quem escolhi para estar ao lado durante toda minha vida. Por isso, eu te entrego com todo amor, pode ser um pouco pesado rsrs, mas este é o peso que sentia em meu coração por fazê-la esperar todo esse tempo. Minha casa é sua, assim como o meu coração. Casa comigo?
- SIM! Caso!
(em pensamentos... eu só queria abrir as janelas, mas já que abriu as portas, é de grande valia).
Só que minha paciência já está quase no limite - já se foram longos 7 anos. É tempo demais pra tanta enrolação. Mas dizem que a esperança é a última que morre, então, se for pra esperar mais esse ano, fazer o quê, esperarei. O que mais me encabula é que, durante esse tempo ninguém ficou 'pintando o 7' pra dizer que 7 anos são 7 dias. Não! 7 anos é praticamente uma praga de azar, se quebrar um espelho, por exemplo.
7 anos não são 7 vidas, mas talvez seja um 'bicho de 7 cabeças!'
Quer saber, se ele não abre as janelas, vou tentar arrombar a porta qualquer dia desses, por bem ou por mal. Primeiramente baterei e, se abrir e me deixar entrar tudo bem, se não, darei meia volta e passarei para a casa ao lado, ou para a rua ao lado, ou bairro ao lado, cidade, estado, país... simples assim!
Cansei de ficar olhando do lado de fora. Cansei de ficar imaginando as janelas e portas abertas, as crianças brincando pelo jardim, e nenhuma possibilidade de que entrasse de verdade. Sempre, sempre, aquela curiosidade, um gostinho de quero mais e lá se foi mais um ano.
E já que é assim:
(toc toc)
- Quem é? - uma voz masculina sobressalta do outro lado.
- Sou eu...
- Meu bem, estava te esperando... tenho uma surpresa!
(a porta se abre e...)
Com um peso de porta em formato de coração nas mãos, e uma caixinha com um anel de 7 quilates, ele disse:
- Você me esperou. Esperou que me formasse. Esperou que eu conseguisse um bom emprego. Esperou que eu abrisse, enfim, a porta de minha casa. Ela está aberta pra você. Sei que tenho grandes defeitos, mas foi você quem escolhi para estar ao lado durante toda minha vida. Por isso, eu te entrego com todo amor, pode ser um pouco pesado rsrs, mas este é o peso que sentia em meu coração por fazê-la esperar todo esse tempo. Minha casa é sua, assim como o meu coração. Casa comigo?
- SIM! Caso!
(em pensamentos... eu só queria abrir as janelas, mas já que abriu as portas, é de grande valia).
quinta-feira, 3 de março de 2011
Seu olhar foi de encontro ao meu...
Não encontro maneiras de descrever tal momento. Nunca irá ser igual: aquele olhar, aquele sorriso...
(Já comentei sobre o sorriso?)
Foi super instantâneo sorrir e mirar-me. Tremores, na hora.
Talvez a altura tivesse chamado sua atenção, ou fora as cores, verde e branco, da camisa que vestia, ou quem sabe, aquele olhar penetrante junto do belo sorriso - sem mais delongas, acredito neste último, sem dúvidas - que só durou cerca de dez a
quinze segundos. Dá pra acreditar?! Foi uma 'simbiose' ocular nunca vista!
Eu poderia dizer que fiquei ali paralisada, sorrindo que nem uma boba, enquanto o mundo acontecia do lado de fora (de fora daquele momento), com todas aquelas pessoas falando, carros em movimento, música tocando, minhas amigas gritando: "Alô! Terra, cha-man-do!", e, adeus ao encantamento. Confesso que só escutei a parte do "...rra, cha-man-do!", seguida da leve sacudida em um dos meus ombros. Virei para elas com cara de "isso não está acontecendo comigo, me belisquem!", mas falando suavemente alterada:
- Porra, o que é?
- Eeeeeeei’Ta Precisa Matar? – retrucou uma delas, que continuou dizendo – É TPM, ou o quê?
- Tá, tá, foi mal, desculpa! – respirei fundo, fazendo uma cara do ‘Gato de Botas’ do Shrek, bem de ‘não sei o que aconteceu!’
De repente, volta uma singela ânsia de sentir tudo outra vez.
Inquieta, passado uns cinco segundos de pausa simbiótica, viro em direção a ele: - Ué, cadê? – A essas alturas, já tivera entrado na festa. É que ele estava na fila da porta de entrada do clube, e eu na frente, há alguns metros, perto da rua, à procura de um táxi rumo a outra festa porque esta festa tá chata pra caramb... ops, estava chata!
Continua a ação em posts a seguir...
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