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sábado, 27 de abril de 2013

É dada a largada: férias!


Convite

"Vento, ventania
Me leve pra qualquer lugar
Me leve para qualquer canto do mundo
Ásia, Europa, América..."

Data: Sábado, 27 de abril de 2013.
Hora: Sala de embarque do Aeroporto Maestro Wilson Fonseca. 
Destino: Belém/Pa.


Sua presença é indispensável!

domingo, 10 de junho de 2012

às vezes a vida é chata, mas ser platéia é pior


"Às vezes quando eu vou à Augusta 
o que mais me assusta é o teu jeito de olhar 
de me ignorar
Toda em tons de azul
Teu ar displicente invade meu espaço
E eu caio no laço exatamente do jeito
Um crime perfeitoIt's all right, baby blue

Não sei em qual festa que eu te garimpei
Cantanto "lay mister lay", será que foi no meu tio?
Ou em algum bar do Brasil...
Sei lá, eu fui mais de mil

Cheguei bem tarde, o vinho estava no fim
E alguém passou o chapéu pra mim e gritou
É grana pra mais bebum e eu não paguei
Reparo em sua roupa, na loira ao seu lado
No seu ar cansado que nem mesmo me vê
Olhando pr'ocê, pedindo outro "fernet"
Será que não chega, já estou me repetindo
Eu vivo mentindo pra mim
Outro sim, outra "trip", outro tchau
Outro caso banal, tão normal, tão chinfrim.
Às vezes eu até pego uma estrada
E a cada belo horizonte eu diviso o seu rosto
A face oculta da lua
soprando
ainda sou sua".
Mas que droga, o festejo já pode acabar. Eu deixo (você ir).

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

I can feel in your power♪

Então a felicidade foi embora.
Diz, que foi.
Eu nem sei.
Foi?
Sim. Maria Felicidade, esse era seu nome. Incrível uma pessoa se chamar "Felicidade", não é? E mais ainda trocadilhar: a Felicidade foi embora.

Então,
até!


domingo, 4 de abril de 2010

Itaituba/Santarém - Porto Alegre/Jaguarão

A viagem tá um medo só.
Desde que saí de Itaituba não sou a mesma. Eu pensei que seria forte e que iria conter minha tristeza em frente aos meus pais: impossível!
Em dois momentos anteriores a esse, também, não consegui me conter: quando fui dar os parabéns da minha little sista' Cacá e, na casa da Keila quando disse que estava indo mesmo.
Agora são 7 da noite e chove bastante.
O banzeiro? Está nas alturas. É cada pancada que a lancha recebe. Me sinto em cima de um touro mecânico: sobe e desce, e sobe, e desce, sobe, de novo, desce novamente..
E falando em “sobe e desce”, me veio em mente a música do Aviões do Forró: ♪E desce e sobe... Embala uoôooo, abre o porta-mala, uôooo-o, tá-que-tá na cara...♪. É automático dançar o inverso do que a música canta: na parte “desce”, subir, e na parte “sobe”, descer. Sei lá, é tão legal. Experimentem! Saudades de forró...
Não vejo a hora de chegar em Santarém. Por enquanto a ficha não caiu, por isso, espero que o tempo melhore até a hora do voo – se bem que independente disso, se eu não for ler ou tomar um sonífero, é capaz de chorar a viagem toda, ainda mais escutando essas música do meu celular.
Cadê o terço? É isso! Vou rezar pra ver se essa descida e subida, diminua um pouco e não atrase a chegada em terras mocorongas. É isso então. Vou rezar. Amém. Até!

Em 02/04/2010 - diretamente do celular

quarta-feira, 31 de março de 2010

Viver, eu vou!

Vou dançar do lado de lá – adeus! Eu vou, eu vou...
Eu não quero mais conversa, gente certa, gente aberta – se o amor chamar eu vou.
Quem não tem nada com isso, vê a vida no amor; gente certa, gente aberta, mas eu vou!
Vou correr por toda terra, vou chorar e, às vezes, vou sorrir de amor.
Será assim o lado bom das cores? Porque eu não quero esse mundo preto e branco, não quero! Quero viver...
Eu quero é ser feliz!
Por isso, eu vou, eu vou...
;)

quarta-feira, 4 de março de 2009

Meus sentimentos... (F)

Ontem descobri algo tão triste. E depois disso tudo, a noite na faculdade a aula era sobre intuição.
"Todos veem, mas nem todos percebem"
De fato, creio que essa intuição apliquei neste dia a tarde. Pode ser que nem seja mesmo a intuição no conceito ao qual debatemos mais tarde, ou que, de fato é. Pode ser que seja pressentimento, ou quem sabe até mesmo uma simples e mera curiosidade.
Na hora que comecei a pesquisar, queria que não fosse a pessoa, não aquela ao qual lembra minha infância, meu aprendizado, boas e altas risadas, muito carinho!
Mas, Por quê que eu ficava intrigada com aquilo? Por quê despertou minha curiosidade de querer saber se era ou não?
E ao mesmo tempo que aquilo parecia tão distante, num instante fluiu de uma forma...
Fui ligando fatos, atos, palavras. Juntei peça aqui. Outra acolá.
E eis a última cartada: rápido abri uma página de internet e loguei no orkut. Fui até seu perfil, cliquei nos recados e soube da tal notícia por pessoas, que assim como eu, deixaram seus recados, quem sabe, último texto, última frase. Pisquei pra ler atenta a tudo, para ter mais informações, mas é, era aquilo mesmo. Novamente em uma nova piscada, a lágrima caiu. Lágrima de tristeza, de saudades, de lembranças, de pesar.
Tia Margareth, saudosa e eterna professora de Português. Tia Margareth, saudosa e eterna professora do meu amado ex(s)cola Semente do Saber. Tia Margareth, minha eterna e saudosa professora, ao qual tive o privilégio de ter como professora, assim como todas as pessoas que te deixaram recados, aqueles que me informaram de sua partida, este, pequeno e singelo recado, dedico humildemente a você como prova viva de que seu esforço não foi em vão, como prova viva do quanto fostes excelente profissional e do quanto se dedicou à esta profissão com muita competência, sapiência, paciência, rigidez, tolerância, carinho, diversão e, muitas, mas muitas histórias reais-malucas, que com certeza, ficarão em nossas mentes aflorando nossas imaginações, indagando nossas dúvidas se tivera acontecido mesmo ou não, e a simples e o prazer de apenas lembrá-la em diversos momentos.
"Suede, vai cortar essa tua franjinha. Teu olho já é pequeno. Me dá um agonia vê-la na tua cara!! Rum!!"
É. Desde esse dia, pedi pra cortarem pra ficar de lado, e não como de índio. Rsrsrsrs
Meu Muito Obrigada por tudo!
*Maria Margareth Castro - in memorian

sábado, 27 de dezembro de 2008

A terra, Marina e o céu...

A gente pensa que é forte e, na verdade, não é nem um pouco. 
Fraqueza e impotência, com tristeza e dor são as sensações certas de como me sinto agora.

No dia 22 de dezembro, a madrugada estava fria e conforme ia amanhecendo, o céu gritava as nuvens mais carregadas e sombrias que já tivesse visto. Por aquele dia todo o céu chorou.

Era um sentimento de tristeza pairando no ar.

As pessoas iam chegando, umas surpresas enquanto outras tentavam nos acalmar, nos confortar. Durante todo o dia fiquei anestesiada vendo tudo aquilo acontecer e ao mesmo tempo imaginando que aquilo não estivera acontecendo comigo, com a minha família.

Naquele dia as gotas d´água caiam como choro e o vento frio sussurrava algo.

Na noite do mesmo dia, meus primos, tia e prima-irmã, chegaram de Belém. Ao mesmo tempo que foi um alívio terem conseguido comprar passagem naquele momento, quando chegaram foi aterrorizante.

Após lágrimas, abraços e desesperos... estávamos todos ali. A família estava toda reunida. Aos poucos já estávamos todos anestesiados. Era conversa pra lá, conversa pra cá. Recordações sobre a gente, histórias da família. De vez em quando saiam até alguns risos, por que não? E aos poucos o dia 23 ia tomando forma. O céu ia se abrindo com aquele azul cor-de-céu infinito, com algumas nuvens brancas pintando o cenário. O sol aos poucos foi mostrando aquele sorriso amarelado e super brilhante. Os pássaros cantarolando e, mais uma vez, aquela brisa suave, leve, levando pólen de flores aos mais distantes e férteis solos.

Às 9 da manhã, na hora da 'marcha', nossos olhos estavam mais inchados, nossos corações estavam mais feridos. Nossos corpos estavam cansados, pois foram 2 dias sem dormir, sem se alimentar direito. Mas estávamos ali reunidos. Estávamos todos ao seu lado.

Eu sei que lá de cima, aquele belo dia se resumia em sua alegria por estarmos todos ali: reunidos, sem brigas, por amor.

E assim, estás em nossas lembranças. E, apesar da dor, sei que estás bem. Sei que estás em paz, como horas antes pedias a Deus. Mas ainda sim, estou anestesiada. A ficha ainda não caiu. A sensação é de viagem, e pra falar a verdade, prefiro continuar imaginando isso. Porque sinceramente, às vezes meu estado emocional 'exterior' é só fachada mesmo, então, prefiro continuar a imaginar que estás viajando.
No mais, te amamos incondicionalmente. Eu te amo eternamente e continuarei a amar, independente de teres habitado a terra, ou de estar habitando o ar: você será para sempre a minha Marina. 



terça-feira, 1 de abril de 2008

.... sorrir somente não basta.

E chorar, talvez, resolve? Eis a questão!

Sabe que estou nesse dilema...
Pode parecer fácil mostrar pros outros que estamos bem, principalmente quando nos fazem a mesma pergunta sempre: "Oi.. tudo bem?"; e, automaticamente, respondemos: "tudo.. e contigo?". Pura superficialidade.. é tão oco!
Um dos meus problemas, é que escuto muito! Presto atenção no problema dos outros, tento resolvê-los, mas mesmo que eu ligue pros meus próprios problemas, se contá-los, pros outros não é nada. E ah se fosse só isso... na verdade, falta alguém pra conversar.. tipo.. é claro que tenho amigos.. os da net, os da facul, os do trabalho, os da igreja (?!), os de Santarém (ou seja, todos tão pra lá mesmo.. hmpf!)... ah sei lá...
Tô precisando de gente que transmita luz, assim... só de dar aquele sorriso, transmitido pelo semblante, através da expressão facial, do olhar.. daqueles que a gente sinta mesmo só olhando pra pessoa, dela te passando aquela energia, boa vibração. - Ui.. até me arrepiei agora!
Tô precisando conversar.. conversar mesmo... de alguém que me escute... que me dê alguns básicos conselhos, que flutue em alguns sonhos mirabolantes, que ria junto comigo de besteiras infinitas...
Preciso de novas amizades, pode ser aquelas construtivas, que faça a gente pensar, refletir, nos ajudar a pôr o pé no chão, que mostre a realidade, que te mostre o teu verdadeiro 'eu', que te dê forças pra continuar a caminhar.... mas, também quero amizades que curtam a bagaceira, que esteja comigo quando estiver tocando minha música favorita na pista de dança; que beba atéeee chegar a tal ponto de lembrarmos no outro dia que, na verdade, não lembramos de absolutamente nada!!
Ain... preciso de um boyfriend urgente! Carinhoso, fofo, que ria muuito e converse também. Sei lá... que seja diferente dos comuns.. que faça valer a pena!
Aff.. tô tão filósofa... odeio quando isso acontece.. só me vem a vontade de chorar, por incrivel que pareça. E quer saber, acho que preciso chorar mesmo... botar tudo pra fora.. sentimentos que nem sei explicar... motivos que parecem bobagem mas que fazem total diferença... Chorar de saudade de algo que nem sei mais se posso voltar a sentir... Chorar de saudade das coisas que quero sentir sempre... Chorar de tristeza, minhas, as dos outros.. enfim, por N's motivos... Chorar por coisas inadimissíveis.. e por último, chorar somente pelo fato de chorar.. de no fim, sentir aquela sensação de alívio, leveza...
Isso é tão deprê! Adeus!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

♪Tenho andado distraída... e ainda estou confusa, mas agora é diferente: tô tão tranquila e tão contente 0/♪

Ontem vi um certo ser de noite quando tava voltando pela Transamazônica..Ele conversava com uma guria que conheço, acho, enquanto passeava com seu cachorro. Sei lá, acho que após quase 1 ano, nem sei dizer se tudo passou. Não sinto mais nada, creio. Mas ♪sei lá... sei lá
Foi uma amizade jogada pro ar, não de minha parte, pois creio que fui uma amiga e tanto. Na verdade, mesmo tendo sido mais que amigos. juro que esperava uma atitude madura, atitude sincera, uma amizade eterna e bonita, acima de tudo.

Eu vou aliviar esse aperto no meu peito.. que vontade, não dá mais! Eeeeeu prometo te dar carinho... mas gosto de ser sozinha, livre pra voar.. quem sabe um outro dia a gente possa se encontrar

Mas... fazer o quê né?! A vida continua ♪Ainda bem♪ =D

♪Se há dores tudo fica mais fácil...


Pois é, quase 1 ano depois, ontem faleceu o namorado da Pâmela (irmã do tbm já falecido Thiago Tsunami). Quase a mesma coisa: acidente de moto! E sem mais comentários, os meus pêsames e muita força à família enlutada.
Ele está ao lado de Deus e junto com o Thiago, fazendo festa lá em cima.... pois, a morte está somente na parte material, física, pois em nossas memórias e em nossos corações, continuarão vivos =.)


Amor
Paz
e Luz
na Terra!!!


Fiquemos com Deus
pois Ele está sempre ao nosso lado...
=******
=]]]]

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

A onda levou o Tsunami

Dia triste? Hmm.. pior que ontem, acho que num foi não, ó!
É inavetável o comentário sobre o Thiago Tsunami... caraca, até agora não acredito! Via esse menino direto na rua, nas festas, juntos dos meus amigos, um conhecido bem próximo.
Fui no velório, acompanhei todo o dia de segunda. Na terça, decidi que não iria no enterro, mas fui. Logo que cheguei, tava tocando uma música católica, por sinal, até cantava. Só consigo lembrar da música ♪Senhor quando te vejo, no sacramento da comunhão♪ bem na hora que o corpo tava sendo levado pra dentro do cemitério. Chorei, cara, eu chorei muito nessa hora, na hora em que irmã dele, a Pâmela, chegou ao cemitério e entrou, me imaginei ali, no lugar dela. E se fosse alguma das minhas irmãs, ou algum dos meus amigos? Não, não desejo nem pro meu pior inimigo.
Onde quer que esteja, que fique em Paz!