Ontem descobri algo tão triste. E depois disso tudo, a noite na faculdade a aula era sobre intuição.
"Todos veem, mas nem todos percebem"
De fato, creio que essa intuição apliquei neste dia a tarde. Pode ser que nem seja mesmo a intuição no conceito ao qual debatemos mais tarde, ou que, de fato é. Pode ser que seja pressentimento, ou quem sabe até mesmo uma simples e mera curiosidade.
Na hora que comecei a pesquisar, queria que não fosse a pessoa, não aquela ao qual lembra minha infância, meu aprendizado, boas e altas risadas, muito carinho!
Mas, Por quê que eu ficava intrigada com aquilo? Por quê despertou minha curiosidade de querer saber se era ou não?
E ao mesmo tempo que aquilo parecia tão distante, num instante fluiu de uma forma...
Fui ligando fatos, atos, palavras. Juntei peça aqui. Outra acolá.
E eis a última cartada: rápido abri uma página de internet e loguei no orkut. Fui até seu perfil, cliquei nos recados e soube da tal notícia por pessoas, que assim como eu, deixaram seus recados, quem sabe, último texto, última frase. Pisquei pra ler atenta a tudo, para ter mais informações, mas é, era aquilo mesmo. Novamente em uma nova piscada, a lágrima caiu. Lágrima de tristeza, de saudades, de lembranças, de pesar.
Tia Margareth, saudosa e eterna professora de Português. Tia Margareth, saudosa e eterna professora do meu amado ex(s)cola Semente do Saber. Tia Margareth, minha eterna e saudosa professora, ao qual tive o privilégio de ter como professora, assim como todas as pessoas que te deixaram recados, aqueles que me informaram de sua partida, este, pequeno e singelo recado, dedico humildemente a você como prova viva de que seu esforço não foi em vão, como prova viva do quanto fostes excelente profissional e do quanto se dedicou à esta profissão com muita competência, sapiência, paciência, rigidez, tolerância, carinho, diversão e, muitas, mas muitas histórias reais-malucas, que com certeza, ficarão em nossas mentes aflorando nossas imaginações, indagando nossas dúvidas se tivera acontecido mesmo ou não, e a simples e o prazer de apenas lembrá-la em diversos momentos.
"Suede, vai cortar essa tua franjinha. Teu olho já é pequeno. Me dá um agonia vê-la na tua cara!! Rum!!"
É. Desde esse dia, pedi pra cortarem pra ficar de lado, e não como de índio. Rsrsrsrs
Meu Muito Obrigada por tudo!
*Maria Margareth Castro - in memorian