sábado, 27 de fevereiro de 2010

Tchibum!: BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN ... Game over!

Acho que agora sei como o Marcelo (Paiva? meu íntimo? ohh!) se sentiu quando bateu com a pedra no lago em "Feliz Ano Velho"...
BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN: é como ouço agora!

***e a bomba é***
ELE TÁ NAMORANDO!!!!

AI MEU DEUS!
E é isso mesmo, ele tá namorandtsoksaeaeagoiaj... que porra é essa? Nem sei pq isso tudo... eu nem gostava mais tanto dele... (dando de ombros) Na verdade, acho que nunca gostei... (dando de ombros, de novo)

Acabei de ver no perfil do orkut... e olha que depois de décadas, sério mesmo, desde o mês passado que não olhava... e tava lá: simplesmente, namorando.
Quase tive um troço (jura?) Juro!

AI MEU DEUS!
Se eu tivesse ao menos porrona, mas não, li isso mesmo e quase caio com cadeira e tudo pra trás... quem Jah(bo) é essa piri(cat)? Arrrgh ¬¬'

Tá bom Suede, sem xurumelas, tu tavas muito bem lá no quarto, vendo filme; isso pq depois de ♪vinho à beça na cabeça♪, de uma noite regada de amigos, diga-se de passagem, um dos melhores dias desse ano, chegastes às 4h e ainda não se aquietou. Foi ver filme. Não foi o bastante, né? Não ó, não conseguia dormir e vim pra cá ver 'las novis'. TOMA! Bem feito! Podia ter dormido sem essa. ♪Tahí!


*se recompondo*

Ok. 'crasse', por favor! Opa, tô viva...ao menos isso u.U
Tô? Tô! É, tô, valeu aí blog! Vou pro quarto conversar com outro amigo meu: Traveeessseiiroooooo..
Até outra pedra ;)


Pedra?

Ai meu Deus...
Fui!


ZzzZZZZZZ

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Festa no céu: A vida é um doce!


-Sob o altar está a escuridão, plena de luz e nada invoca a não ser a hora que se passa, incansável, de uma maneira subliminar, conquistando mentes e saberes desertos;
-Sob o altar está o deserto dividindo o ilusório do imaginário mundo, suspirando um algo novo e objetivo, concreto, simples de tantas interrogações e silêncios tardios;
-Sob o altar, parado e inquieto, os olhos arregalados e bruscamente aterrorizados, clamam por escadas, rampas e elevações modernas, que dentro de uma gaiola, enjaulado, pede liberdade!
-Sob o altar, sobem formigas seguidas de um extinto de doce feroz: glicose: alto teor de açúcar.

E no altar [uma cama de hospital]...

Um ser quase em estado mórbido, porque, estava ali, paralisado, imobilizado, revela coma definitivo.

"Estou no paraíso? Como cheguei aqui?"

A formiguinha, às vezes bruta e perspicaz, cheia de A's, como, Adorável, Amável, Afável, etc etc; é pega na hora do bote pelo médico. Ele, que está no quarto para desligar os aparelhos, com a ajuda de enfermeiros e outros responsáveis, ao retirar o corpo (já morto) para levá-lo à pedra e assim dar procedimento ao que o levaria até o velório; focaliza na formiga, com seus dedos da mão direita, dá um belo de um tapa: plaft!: jaz uma formiga! +

E no paraíso a conversa seguia...

O senhor (morto) curioso, pergunta sobre suas botas batidas à tal da formiguinha: "Mas morri de quê, afinal? Foi você que me matou!?"


-Sob o altar, a formiga sorri de banda. Pensa em "como ser possível um ser quase minúsculo, ser prejudicial à alguém a ponto de matá-lo?" , e em tom de doboche, do tipo: "Ora, ora":

"Rs rs: Não fui eu...
Foi você!

Foi de Diabetes, Senhor... DE DIABETEEESSS!"


By S. F. em 01.02.2010

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

...tão tão distante

Nas ruas escuras, veias e artérias engarrafam o trânsito.
Transito de um lado pro outro.
Circula o sangue entupido, na febre, garganta inflamada.

- São verões de águas passadas
que passam sóis,
não tão sós,
que ficam lançadas,
na beira da praia,
sufocos e nós!

Lembranças de uma cápsula invertida,
na vértice de um angular,
triângulo agora anda de banda,
- Digo, já estou indo, querida!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

G.ênero H.umano - estou procurando...

... Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. (...)
Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, se sem sequer precisar me procurar. (...)Enquanto escrever e falar vou ter que fingir que alguém está segurando a minha mão."

"Em mim qualquer começo de pensamento esbarra logo com a testa." C.L.

A Paixão Segundo G.H.


Não que a adore ou idolatre, pelo o contrário, a repudio, ignoro, suporto, e leio.
Leio com uma mansidão, inquietação e ao mesmo tempo desejando não estar lendo tanta louquidão, ali, bem diante dos meus olhos; tanto que, talvez, qualquer outro livro seja incapaz de fazê-lo, reproduzi-lo de forma quase que inpiscáveis e arregaláveis.

E chega a ser insuportável tal geniosidade e grandiosidade de complexas palavras e situações que atinges o nosso 'in'.
E sim, afaste-me de mim esse cálice, ou, simplesmente, afaste-se e se cale-se!

Ai ai Dona Clarice, pra mim, que esbarrasse apenas alguns dos teus pensamentos em minha testa... E já que isso não é possível, continuo a te ignorar, repudiar, mas te suporto e ler e devorar. Leio para que esse sentimento de ódio, no fim, se acalme em maresias e banzeiros que não conheço, mas sempre, sempre, sempre continuas a me inquietar tentando me dar um barco pra remar.

E é só por isso, só por isso, que agora, odeie o magnífico poder de evolução que a Lispector transmite.
E assim, sigo por aí esbarrando com a testa...

=*

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Carn[e]aval!

É dada a largada!

Não sou muito de carnaval. Apenas tenho um sonho de passá-lo em Salvador-BA. Uma vez, há, não tanto tempo atrás, quando estávamos, minha família e eu, na cidade de Juazeiro-BA, terra de Ivete Sangalo, era uma época pré-carnaval e simplesmente me apaixonei pela cidade, pelo povo, por esse tipo de festa. Mas, ela não segue adiante nesta cidade, não mesmo. Parece parada, sem graça, monótona e só me dá vontade de ficar em casa, ficar no quarto, ficar na cama deitada lendo um livro, e pra ser bem sincera, nem dá vontade de ver TV. 
[Falando em TV, ô programaçãozinha essas, hein?! A única que escapa é a Band com o BandFolia, e as razões creio que já deixei explícitas].

E qual o motivo real do carnaval, afinal?
Pular, pular, pular... ?

Agora inventaram o "Forró Elétrico". 
Forró, ah, adoro dançar forró! 
Forró Elétrico, não! Não me agrada particularmente. Sério, nem canguru deve ter esse pique todo de ficar pulando, pulando, pulando, pulando... só pulando!
Ah, pra completar tem o ♪No rebolation-tion-tion♪ , o arrocha, o swingueira, esses novos ritmos que todo dia inventam...
Sou mais é o axé mesmo, com aquele gingado e as coreografias.  


A palavra carnaval vem de carne?

Só pode!

É um pega dali, pega daqui... é um tremendo pega e não se apega.
Ah tá, e não sou nenhuma santa pra tar falando disso. 
Vamos ao pé da letra, pensar e associar:

Carnaval é uma festa;
festa lembra curtição;
curtição lembra paquera;
depois da paquera tem a pegação;
da pegação distribuem camisinha;
e assim por diante...

ou seja, 
Carnaval é uma festa totalmente carnal!

Sem contar, é claro, no quanto há de pessoas juntas num determinado espaço minimo. É pele com pele, carne com carne, ali, do lado, dançando, juntinho...

Por fim, sim, não estou criticando o carnaval, porque gosto dele.
Talvez esteja falando (escrevendo) sobre isso porque o deste ano (ainda) não tenha atingido proporções maiores, me animado, e tudo mais.

Por enquanto, tenho somente lido "Feliz ano velho" do Marcelo Rubens Paiva, de novo, e dormido.

E se,
♪Todo Carnaval tem seu Fim♪

Então...
♪Deixa eu brincar de ser feliz! ;)

=* 


P.S: de certo, eu que não serei a chefe ~~ hahahaha
Beeajo quarteto! ;*





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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Semana passada... Amnésia!

Não lembro de muitas coisas, pero, lembro, of course!


E essas 'recordações' não recordantes é o que me fazem ficar assim: transtornada, esquecida, apática.
Como se em minha vida nada acontecesse, nada ocorresse, nada influenciasse, e o pior, ou melhor: é que fatos existentes, são fatos, de fato, muito interessantes e importantes.


VAI ENTENDER...


Daqui uns segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses ou anos, volto pra postar algo interessante, que tanto me interessa e importa: e que em ti fique datado e escrito diário, afinal, não te esqueci hehe.

Se bem que às vezes ajo dedilhando como a música da Mariana Aydar:

♪Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música.
E nem pra preencher o branco dessa página linda
Eu me entendo escrevendo
E vejo tudo sem vaidade
Só tem eu e esse branco
Ele me mostra o que eu não sei
E me faz ver o que não tem palavras
Por mais que eu tente são só palavras
Por mais que eu me mate são só palavras

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Direto do Túnel do Tempo

Música estilo baladinha tipo.. jazz + pop + hip hop = música brasuka 





O céu não tem fim
A escuridão é isolada..
claro talvez possa ser
O azul?
Cinzado do mar!


O verde tá nas florestas.
Floresta que tem um lar,
de cores, seres e terras
Unidos num só lugar.


Refrão:
Manifestações de cores
Vermelhos, amarelos e flores
Rosa pode se chamar
Quem sabe um dia o azul cinzado do mar... (bis)





27/02/07
By me, em algum dia no curso de redação lá no Anchieta.
Não tem nome ainda... se alguém tiver sugestão, eu coloco nos direitos autorais junto comigo. (Ah, tá, jura!)

Quem sou eu?

Quem sou eu, não; quem somos nós.

A mente é constantemente ocupada por invasores que temem serem maiores que nós. E nós? Cá, estamos os pequenos seres animados, atores, que agem como coadjuvantes servindo de entretenimento para nós mesmos. 


É fogo e água agindo ao mesmo tempo, se misturando ou se desentendendo; fome e miséria reinando disparado, sem contar nas balas perdidas, que, disparadas por aí, temem sempre em achar alguém; são dúvidas, questões, reticências e até frações que implicam nossas cabeças, e cabeças essas que dentam o alho, o gado, o fósforo, o prego; é um capital de estares num estado em que a política é de todos, menos do povo; é um povo que aceita ser [de]captado, marionetizado, esquecido de tantas observações já deixadas de lado; é a busca incessante de um amor inacessível, às vezes [re]voltado, que nem vai e nem volta, mas, que assim, do nada, brota, revolta e começa tudo de novo: o cíclico momento dos movimentos infinitos [sei (sabe?), lá! (é?)(!)]

Assim, o mundo gira, transformações ocorrem "e lá vamos nós", grandes seres pequenos e animados, meros coadjuvantes, agora, aspirantes a famosos atores, disfarçar o mundo real e imaginar (viver) um circo, de fato, para, enfim, brincarmos e sermos felizes, com nossos infinitos narizes redondos e vermelhos, pois, se 
♪todo carnaval tem seu fim♪, e se 'pra morrer basta estar vivo', bora curtir todas espinhas, sujeiras e ralados de nossos narizes, e sentir todas raivas, alegrias, loukidões e afins de nossas vidas, sendo intensamentes felizes, afinal, depois de tudo isso, o que vier é lucro! \o/

S.F. 13/01/2010