quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Hoje é seu aniversário: passa logo tic-tac, que eu já perdi minha alegria.


Eis que hoje chegou. É, já chegou. E é uma data especial!
Em último caso me esqueceria do dia de hoje. Bem que eu preferiria: lembrar-me o tempo todo é como se enfiassem sem pudor e licença alguma uma faca de dois gumes no meu 'aziático' estômago.
Bem que eu preferiria não ter de lembrar. E logo pela manhã, ao abrir o facebook, lá está o lembrete, o embrulho com lacinho avisando que hoje é seu aniversário. Eis que, não mais uma faca me é enfiada no estômago, e sim uma estaca, daquelas bem grandes e vampirísticas, que me acerta de cheio na cabeça oca - oca sim, porque não paro de pensar nele.
Quando penso estar sarada desse tal de 'mal de amor', seguindo a filosofia da música 'Boate Azul' no qual a dor do amor é curada com outro amor, Zeca Baleiro chega cantando no meu ouvido surdo: "a saudade ainda vai bater no teto/ até um canalha precisa de afeto/ dor não cura com penicilina". Baita soco na cara!
E o dia não passa... Pra quê tanto martírio?! Eu sou muito carente e covarde, mesmo. Não ter coragem de escrever uma mensagem pequena qualquer é de dar nos nervos. O dia não passa. NÃO P-A-S-S-A! Até que abri duas vezes sua página no facebook, como já havia dito, e foi em vão: nada. Eu tinha vontade de escrever: "Meu amor, que sua vida seja repleta de saúde, paz, amor, felicidade. Hoje quero te enfeitar de beijos e abraços. Quero te enfeitar com um pouquinho de mim. E desde já agradeço por enfeitar-me sempre. É assim que sou feita: cheia de seus imperfeitos enfeites, fitas e afetos."
Lógico que não escrevi. Não escrevi, nem escreverei. Quem sabe um dia, lá bem longe. Aliás, 'quem sabe aqui: no meu baúzinho de memória', pensei... e já estou escrevendo, é só o que sei fazer...
O foda é que doi, dilacera, rasga!
Oh tempo, passe logo! Por favor... Eu não quero sair de minha casa apenas para dar-lhe um mero abraço, com um sorriso falso no rosto e ter que encará-lo tão de perto: nunca consigo esconder minha aflição e nem meu corasamborim finge batucar - é uma perfeita escola de samba: tugudugugudugudutugudugutu.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

#descomPENSANDO

- é cedo...? Não, não é.

Cadê o eu que tava dentro de mim...?
Se eu procurar bem, até acho: gente, sentimento e pó.
- não me pergunta onde eu fiquei no meio dessa confusão.
 Ketily Regina.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Será real ou presente?

Ontem fiz a pior das piores besteiras.
Eu gravei um cd pra ele. Ele, eu não digo que seria um relacionamento. Se for, talvez de amizade colorida mesmo. Com um quê a mais, lógico.
Todos os dias, enquanto não estou fazendo nada, e pensando nele, fico imaginando como pode ter chegado a esse ponto - de gravar o cd, que não é algo assim: "Oh, e aí, o quê que tem? Grandes porcaria, non?!" Se tratando de mim, Suede, é sim. Presente a gente só dá aos nossos íntimos preferidos, aquelas pessoas super próximas. A partir do momento em que você dá alguma coisa a alguém é porque tem carinho e conhece a pessoa o suficiente. Nesse caso, ele que me pediu. E ainda tive a capacidade de baixar todas as músicas, da banda preferida dele, uma por uma pra poder gravar o CD. E eu nem acho que dois meses seja tempo suficiente para termos nos conhecido o suficiente. Eu só sei que muita coisa me faz lembrar dele...
Alguém me dá um tapa aí!
Preciso acordar. Eu não quero me iludir por esse cara, e o pior é que ele não faz ficar iludida por ele. Ele só me faz ficar suspirando pelos cantos. Ele mesmo é incapaz de iludir qualquer pessoa, de magoar qualquer tipo de ser, até mesmo o mais desprezível. Égua. Égua. Mil vezes égua.
Vamos ver no que dá. Odeio ter que 'bater com a língua nos dentes'. Principalmente quando digo às minhas amigas que dependendo do cara a gente não se apega, apenas curte.

E se eu cair dessa escada? Vou me lascar. Já tô me lascando. ai

ai.
ai.

aiaiaiaiaiaiai.

sábado, 3 de setembro de 2011

Trabalho dá um trabalho.

"O trabalho me fascina tanto, 
mas tanto, que chego a ficar parado, 
olhando para ele, sem conseguir fazer nada..."

Eu mataria se encontrasse quem inventou a palavra "trabalho".
Ai, se eu te pego...