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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Que oras são, Francisco?

Me pegou de jeito e de um jeito que me dá raiva. Raiva de mim, raiva de ti, simplesmente uma raiva com vontade de sumir.
No primeiro encontro, pensei: "devo estar maluca, a um tanto ou, talvez, ok, ele que seja o tonto".
Te achei um 'nerd', à primeira vista. Você me convidou para ir com seus amigos pra comermos pizza.
Pois bem, fui, sentei quase ao seu lado. Tomamos uma caipiroska, duas, três... e, pelo caminho, surgiram olhares atravessados.
Sua mão boba, por debaixo dos panos, cutucava levemente minha coxa direita: "Alguma coisa a mais, você aceita?"
Em meus tórridos pensamentos imaginava trilhões de cenas, porém timidamente eu respondia: "Estou bem, não preciso de nada", assim eu mentia.
Então, partimos pra festa - tocar, abraçar, beijar, será que posso? Sim, meu coração toca as nuvens nos encontros nossos.
Que perdure o tempo que for necessário. Sua companhia é sincera, me faz bem, me deixa feliz e um tanto confusa, também...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Porque hoje é dia de Palmeira Alta

Little, nesse dia em que completas 30 primaveras, gostaria de te dar um imenso abração e fazer um brinde daqueles. Dizer o quanto sou fã da tua simplicidade, da tua disposição, por ter esse espírito evolutivo e sonhador, por ser guerreira e brasileira. Parabéns! Parabéns por essas e outras. Beijão.

quarta-feira, 28 de março de 2012

You are my sunshine

Gostaria que faltasse energia novamente. Assim, não apenas ouviria de ti sobre o quanto gostarias de estar ao meu lado, como teria dito derretidamente um "eu também" porque até no escuro tu és meu raio solar.
Por vez, deixo apenas meu singelo coração corresponder sorrindo de fogos de artifícios.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Hoje é seu aniversário: passa logo tic-tac, que eu já perdi minha alegria.


Eis que hoje chegou. É, já chegou. E é uma data especial!
Em último caso me esqueceria do dia de hoje. Bem que eu preferiria: lembrar-me o tempo todo é como se enfiassem sem pudor e licença alguma uma faca de dois gumes no meu 'aziático' estômago.
Bem que eu preferiria não ter de lembrar. E logo pela manhã, ao abrir o facebook, lá está o lembrete, o embrulho com lacinho avisando que hoje é seu aniversário. Eis que, não mais uma faca me é enfiada no estômago, e sim uma estaca, daquelas bem grandes e vampirísticas, que me acerta de cheio na cabeça oca - oca sim, porque não paro de pensar nele.
Quando penso estar sarada desse tal de 'mal de amor', seguindo a filosofia da música 'Boate Azul' no qual a dor do amor é curada com outro amor, Zeca Baleiro chega cantando no meu ouvido surdo: "a saudade ainda vai bater no teto/ até um canalha precisa de afeto/ dor não cura com penicilina". Baita soco na cara!
E o dia não passa... Pra quê tanto martírio?! Eu sou muito carente e covarde, mesmo. Não ter coragem de escrever uma mensagem pequena qualquer é de dar nos nervos. O dia não passa. NÃO P-A-S-S-A! Até que abri duas vezes sua página no facebook, como já havia dito, e foi em vão: nada. Eu tinha vontade de escrever: "Meu amor, que sua vida seja repleta de saúde, paz, amor, felicidade. Hoje quero te enfeitar de beijos e abraços. Quero te enfeitar com um pouquinho de mim. E desde já agradeço por enfeitar-me sempre. É assim que sou feita: cheia de seus imperfeitos enfeites, fitas e afetos."
Lógico que não escrevi. Não escrevi, nem escreverei. Quem sabe um dia, lá bem longe. Aliás, 'quem sabe aqui: no meu baúzinho de memória', pensei... e já estou escrevendo, é só o que sei fazer...
O foda é que doi, dilacera, rasga!
Oh tempo, passe logo! Por favor... Eu não quero sair de minha casa apenas para dar-lhe um mero abraço, com um sorriso falso no rosto e ter que encará-lo tão de perto: nunca consigo esconder minha aflição e nem meu corasamborim finge batucar - é uma perfeita escola de samba: tugudugugudugudutugudugutu.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tem que ter sorte e coragem pra azarar no jogo do amor.




Bom dia! Não, eu não acordei cedo. São quase 2 da manhã e eu quero ligar praquele boi!? Oi! Oi? Mas eu nem liguei, fiz pior: mandei um sms! Pior? É pior sim, as pessoas acreditam e confiam bem mais na veracidade de um texto escrito do que na fala propriamente dita. O que está acontecendo? "Me tira daqui!", quer dizer, "sai daqui, não tem espaço, eu não posso pensar em você!". É o que o besta do meu cérebro está gritando, dizendo pra ir pro meu coração, pois lá deve haver mais espaço vazio. Eu devo estar ficando doida, maluca, perturbada do juízo - se bem que uma grande parte de mim já condiz com tais adjetivos.

Eu nem sou de me iludir fácil, pelo contrário, se tem uma coisa que tenho enraizado são os pés no chão. O que me ferra é só a cabeça. Essa que, por sua vez, mesmo presa, vive no ar, perto das nuvens. Por favor, preciso que tapeiem minha bela face. (pausa. celular bipando. Uma nova mensagem de texto.)

Uau, isso não deve estar acontecendo, ele respondeu! Que fofo, me desejou uma boa noite, disse que "está ficando mal acostumado". Agora ferrou de vez, não vou conseguir dormir porque ele respondeu, e não é ironia. 

Lembro que era uma quarta, mandei um sms besta qualquer, ele retornou com uma ligação que, pra meu espanto, durou quase 37 minutos - e eu nem sou dessas de ficar com a garganta seca de tanto falar ao celular. Fico pensando que se forem daqueles benditos jogos de azar, que então, possivelmente, futuramente, terei sorte no amor; contudo, se não for, por que diabos ele não cumpriu o trato de apenas termos ficado no "Oi, tudo bem?", de longe, depois que nos esbarrácemos por ai? 
Pra uma semana depois ele ficar dando toques no celular seguido de um sms: "Preciso de você". Dias depois, ligar às 5 horas da manhã, em pleno horário de repouso de minha beleza; vir almoçar na minha casa, no domingo, dia dos pais, e ter a cara de pau de dizer que vai ligar a noite, ligando mesmo e me fazendo ficar confusa! Eu o desprezo, digo que "não dá, não tem como, tenho um aniversário pra ir." Minto pra ele e curiosamente pra mim. 

Naquele momento eu estava quase na frente de um DJ, do DJ, pensando em outro alguém que era o próprio DJ. Era 'esse alguém' que eu gostaria de ter. Às vezes, penso que a cada vez que nos encontramos (eu e 'esse alguém', o DJ) é uma esperança a mais, mas é pura balela, pura ilusão, 'esse alguém' vai casar mesmo! "Então case, meu filho! Case com essa desconhecida Sabeláquem que te chifra de lá de Sabedeusonde." Pensei raivosamente em dizer. Não disse, não digo e nem direi apesar da amizade. Eu só esbanjava serenidade, e ao que via 'esse alguém' me olhando, demonstrava estar agoniada vigiando o celular, como de quem espera uma ligação - eu tenho amor próprio, pelo amor de Deus, e sei causar ciúmes alheios também, ai como eu sou bandida! - ao mesmo tempo que revoltada por não ter aceitado a estar com o 'Cara do Sms', o Rato - apelido carinhoso por mim dado e por ele desconhecido. Ô bicha burra! 

Quer saber, vou é continuar com os sms, pelo menos gosto do lance do jogo de gato e rato.  Eu penso no jogo, penso nele, mando sms, ele responde e tudo fica empatado: não sai do 0x0. Tô ferrada! Quê eu faço? Odeio perder, a não ser que estejamos falando de quilos, esses a mais nenhuma mulher curte. Em compensação, a palavra 'ganhar' é tão com ar de superioridade, soberba. 


Por mim, preferiria estar jogando frescobol, concordando com o mestre Rubem Alves: "O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom é preciso que nenhum dos dois se perca. (...) Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos..."


É isso aí, nada de deixar a bola cair, 'game over'. E sim contar até 3, apertar o 'Play' e depois 'Repeat', quantos forem necessários!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Devasso eu, Devassa ele, Devassos nós!


Era de manhãzinha. Assustou-se com o bater da porta. Levantou e correu para ver se conseguia alcançá-lo no corredor. Tarde demais! o beijo de bom dia seria agora de boa tarde, ou de boa noite. Mesmo assim, ao voltar para o quarto, deparou-se com um bilhete em cima da cômoda, com os escritos: 
"Você é linda mais que demais, você é linda sim!
Caetano Veloso pode até cantar a música, mas quem vê e tem a sorte de ter em mãos, sou eu, rá! Você é tão linda e inteligente que até me sinto importante como o Caetano Veloso - veja só que lisonjeio. Ficaria a eternidade e pararia o tempo, mas tenho que brincar de ser gente e ir trabalhar. Enquanto isso, cuide-se e sinta-se à vontade, ok? Ligo mais tarde para marcarmos algo. Desde já, te amo! Super Beijos, 

do seu, não-Caetano, ainda,
Allen."

Coração acelerado. Sorriso mais que estampado de orelha a orelha, quase rasgando a boca. Ao término da leitura, elevou o papel até seu coração, suspirou, e trouxe o mesmo até sua boca dando-lhe um beijo apaixonado, e até dizendo em voz alta: "Também já te amo, meu não-Caetano, Allen"  


Voltou para a cama, fechou os olhos e lembrou dos momentos incríveis que passara na noite passada: sentiu-se completamente realizada.

Deu uma vontade de pôr uma música do Caetano, fã incondicional, mas seria tão previsível quanto um clichê. (droga, isso foi um clichê!) 
As horas podiam passar, e o dia todo, se fosse necessário, que ela, ali, deitada, estava feliz. 

Depois de quase 1 ano trocando e-mails, morando em cidades diferentes, e com tantas compatibilidades, o que pensariam ser catastrófico, deu mais certo do que esperavam. Depois de algumas boas doses de indecisões e relutâncias, ele tomou coragem, comprou uma passagem de ida e enviou para que ela fosse ao seu encontro, passar uns dias em sua casa - não aguentava mais apenas ler aquela mulher, queria cantá-la olhando em seus olhos. Ele a queria tão perto quanto o ar que respirava, e o que ela menos precisava na hora que recebeu o e-mail, com a passagem em anexo, era ser lida - então ele era a resposta para inúmeras de suas perguntas.

Ele: indeciso, trovador, de humor inteligente, tímido, charmoso;
Ela: teimosa, peculiar, risonha, extrovertida, romântica, linda;
Eles? Encaixe perfeito, devassos, doidos e nada santos desde que estão juntos...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Gaúcho favorito diz: "Oi, minha paraense preferida!"

Começou com uma "cutucada" pelo Facebook, o que não causou espanto, mas, um leve sorriso meu: "será?!"
Recutuquei-o, era o mínimo a fazer - questão de educação, certo?! Corretíssimo!

Meu messenger estava aberto e vejo subir a janelinha:
- Oi, minha paraense preferida.

Eita, já gostei. Por que ele veio falando isso? Por que ele está tão longe? Ele foi o primeiro gaúcho que conheci e por tal lisonjeio, casaria com ele. Eu casaria mesmo se não tivesse largado tudo por lá e tivesse voltado para minha querida terrinha paraense. Revidei, dizendo:
- Preferida é? Tem mais, então? rsrs

Ele me surpreende, me deixa sem palavras, me ilude, como sempre fez e continua fazendo:
- (um coração) Ah, não não, tu és a única, amor! De todo o Pará, rsrs e digo mais, de todo o norte do país! :p :) 

"És um cafajeste, galanteador isso sim!" pensei em digitar. Não digitei, apenas chamei de "meu gaúcho favorito", pois ele é, de fato. Depois dele, há somente um outro, que conheci aqui mesmo, há algumas semanas e por quem já até cortei relações por possíveis-piores-catástrofes.
Ah, os gaúchos. Eles têm um quê de pecado, um quê de juízo. 
Ah, os gaúchos. Eles que não tem "a cor do pecado", que são conhecidos por terem "gélidos corações", e por serem bonitos, educados, fogosos.
Ah, os gaúchos. Esses que arrebatam meu coração, me laçam e me pegam de jeito. 
Ah, os gaúchos dessa minha vida, mil perdões pelo desdenho, juro não mais 'bater com a língua nos dentes' - exceto em outras ocasiões...

Será que tenho que trocar o Pará, o Ceará, o Paraná, e os restantes dos estados brasileiros, pelo Rio Grande do Sul?
Se for, ano que vem, visitarei, novamente, aquela terra. E antes de ancorar em Jaguarão, chegarei em Porto Alegre, passarei por Camaquã e pararei em São Lourenço. Motivo? Responder algumas das perguntas que ele tanto me pertuba: será que sim?

Eu diria, 'I do'.



p.s.: dedicado ao M.G. de Jaguarão-RS. saudades.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mulher de fases: Quem dera ser um peixe...


Após ser ignorada por alguns poucos amigos onde mendigava um pouco de companhia, decidi dar uma volta na cidade. Acredita-me que até nessa volta fiquei a ver navios? Nenhuma alma viva, nenhuma emoção, nem minha lanchonete preferida estava aberta. Vamos ter azar assim, mas nem tanto...
De repente, na volta, no caminho de casa, recebo um sms:
"A noite já estava linda com essas estrelas e a lua, agora melhorou significativamente. Olha aqui atrás..."
Achei estranho mas virei-me: 
- Oi. Quanto tempo! - numa moto à 10km/h., ele se aproximou, enquanto eu ainda caminhava pela rua.
- Pois é, é turista agora? Não podes sumir assim! - disse-me com um ar tão... sedutor?! e continuou - sobe aí!
Subir ou não subir? O tempo era tão curto que só pensei na ação e já fui subindo - já que estava no inferno, solitária, sem nada a fazer, e com alguns indícios de quem muito apronta, abracei o capeta, fui ao seu encontro - apronta-se de verdade, e o que for pra ser verdade, vai ser uma verdadeira história. 
Mas não consegui levar adiante - e eu me contento com tão pouco...
Entre a gente é um novelo de lã tão enrolado, que de uma novela, passa-se a uma saga: quase 3 anos! E nunca dá certo de nos acertarmos. Dessa vez, ele quer algo sério, mas estou num caos em série dividida entre a razão e a emoção, a liberdade e a união, a azaração, a pegação, a curtição... não, não, equívoco!

A verdade é que nós mulheres nunca sabemos o que queremos. E o que a gente quer é um amor afrodisíaco com humor afrodisíaco, mas achar um homem que te faça rir é tão raro, tão caro, e essa minha cara nem é tão cara assim...

O que mata é saber que nós mulheres nunca sabemos de nada. O que mata é sabermos que vamos de um extremo ao outro com uma facilidade tremenda. O que mata é despencar de uma altura e nessa queda, rir tanto, mas tanto, que a altura (à essas alturas) já nem importa tanto. O que mata mesmo, é esse nada, nunca estamos satisfeitas com nada.
E é esse "nada" que nos faz sermos assim: vazias e cheias ao mesmo tempo: indecisas, confusas, insatisfeitas.

Antes ser como canta Fagner: "Quem dera ser um peixe..." 
...seria bem mais fácil só mergulhar e fazer borbulhas de amor!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sweet dreams, again: talvez...

Tantos sonhos, rum.
Hoje foi a vez de sonhar com o Mateus, um escorpiano que tá, só, lá do outro lado do país. Bateu uma saudadezinha. Talvez dele, talvez dos momentos, ou do lugar, ou desse tempo...
O senti bem próximo - podem exagerar na ambiguidade, não me importo porque o sonho foi beeeeeeeeeeeem legal.
Então fui no orkut, o procurei nos amigos e deixei um recado PRIVADO hohohoho. Talvez, ele compartilhe com o pessoal da república que mora, mas e daí? Conheço todos mesmo, sabem dos fatos - as meninas, uns amores, até ajudaram na festa de Bagé. E o Fran? Futuro ex-quase-cunhamigo eiauehaiuehaea
Anyway... Sem mais delongas, cansada a lot pelo quarto. Não vejo a hora de vê-lo ajeitadinho. Amém!

Peace and love in the eARTh
Kisses
xxooo

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Mochilão: Carona

Meu caro,
esta cara que tem cara, só cara, pede uma carona porque as passagens estão muito caras.
Se eu estivesse na Caras com certeza não precisaria meter a cara nisso. 
Aproveitando o dia dos namorados, e uma vez que estou sem, bem que o cara que me desse a tal carona pudesse ser um cara legal, confiável ao menos. 
Estou no aguardo.
Obrigada.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Surreal, Trivial, Irreal

O encontro parecia ser tão surreal, quanto de quem ultrapassa a linha do equador.
Quando mais jovens, quase como irmãos, eram vizinhos, colegas de classe, dividiam os mesmos grupos de amigos. Saiam para as mesmas festas, faziam festas, apresentavam um par ao outro - a ele, apresentava minhas amigas, e ele me apresentava seus amigos.

Tínhamos inúmeras confidências e aventuras, como de por exemplo, no dia em que, nas primeiras vezes que peguei no carro dos meus pais, bati num poste da minha casa, apagando a luz em várias outras casas ao lado, e ele? tava do meu lado, pois era madrugada e estávamos em uma festa. A intenção era ir em casa, trocar de sandália e voltar pra festar até o amanhecer. Depois dessa? não teve como voltar - ele foi pra casa dele, não contou pra ninguém e no outro dia, assim como até hoje, rimos horrores do acontecido.

São inúmeros os anos, talvez uns cinco e sempre, sempre muitas historinhas de casais nos envolvendo, de outras pessoas falando, implicando... Implicando? Quem diria que numa bela e estranha noite de amanhã, fosse tudo acontecer de uma forma tão... tão... surreal!
Fato consumado, confidências reveladas, confusões armadas em minha mente... tsc tsc
Como disse uma amiga bem próxima "Amor típico de amigos: um amor incubado! rsrs"
É, e rio agora, tanto pelo comentário quanto pelo fato em si, pela surrealidade de tanto tempo...

Isso sim é que é um grande presente passado presente!


p.s.: baseado em histórias de amigos


Até
=*