Quando mais jovens, quase como irmãos, eram vizinhos, colegas de classe, dividiam os mesmos grupos de amigos. Saiam para as mesmas festas, faziam festas, apresentavam um par ao outro - a ele, apresentava minhas amigas, e ele me apresentava seus amigos.
Tínhamos inúmeras confidências e aventuras, como de por exemplo, no dia em que, nas primeiras vezes que peguei no carro dos meus pais, bati num poste da minha casa, apagando a luz em várias outras casas ao lado, e ele? tava do meu lado, pois era madrugada e estávamos em uma festa. A intenção era ir em casa, trocar de sandália e voltar pra festar até o amanhecer. Depois dessa? não teve como voltar - ele foi pra casa dele, não contou pra ninguém e no outro dia, assim como até hoje, rimos horrores do acontecido.
São inúmeros os anos, talvez uns cinco e sempre, sempre muitas historinhas de casais nos envolvendo, de outras pessoas falando, implicando... Implicando? Quem diria que numa bela e estranha noite de amanhã, fosse tudo acontecer de uma forma tão... tão... surreal!
Fato consumado, confidências reveladas, confusões armadas em minha mente... tsc tsc
Como disse uma amiga bem próxima "Amor típico de amigos: um amor incubado! rsrs"
É, e rio agora, tanto pelo comentário quanto pelo fato em si, pela surrealidade de tanto tempo...
Isso sim é que é um grande presente passado presente!
p.s.: baseado em histórias de amigos
Até
=*
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