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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

É foda!

Quer dizer, antes fosse... coof, coof. (suede danadinha, ham? só que não!)

Vamos ao descontentamento:
PORRA!
no dia em que você sai cazasmigas pra descontrair e beber aquela cerveja estupidamente gelada e, vai pro bar-que-sempre-toca-sertanojo e, chegando lá, simplesmente se depara com: DANCE! 
CARALHO! é espetacular, é sublime, é mais que surreal, é excitável. 

Porém, contudo e todavia, há aqueles não apreciadores de música boa, conversa boa e cerveja boa que insistem em pedir sertanojo! 
E o pior: tem seus pedidos aceitos!

PORRA! VÃO PRA PUTAQUEPARIU, CARALHO!!!!!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

No air, no air.

É chato e triste ver a cidade que você tanto ama em uma situação pior que do precária. E pior ainda é o contraste: o aeroporto mais movimentado do mundo, na década de 80, contar com apenas uma empresa aérea e, esta abrir mão por não ter as mínimas condições de voos noturnos. Pois é, a Azul parou de operar aqui em Itaituba e, por conta da falta de manutenção do aeroporto, os voos continuarão somente até o dia 15 de abril. Uma pena. Minhas passagens foram canceladas e agora tô aqui remanejando os trajetos, olhando trecho por trecho, empresa por empresa, para ver qual o melhor em relação custo x benefício. Sacanagem!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Brega Paraense: Recordar é viver.


Porque a sessão da tarde de hoje foi baixar, escutar, cantar e recordar as melhores músicas para se dançar: e é do antigo brega paraense que Talitas, Tutu e eu estamos falando.
E pra relembrar mais um pouquinho do show do Alberto e Edilson Moreno, no sábado passado.
Só sei que essa é a melhor pasta que tenho pra escutar. O nome? 'Bregas marcantes paraenses para dançar, cantar e lembrar dos bons momentos'.

domingo, 15 de julho de 2012

acalma eu, per favore!

todo dia acordo ausente. fico fora de mim e vivo fora de mim. dos 24 que já se passaram para 2 anos que ainda restam, a distância é mínima.
a ausência me acorda dizendo: 'se manda!'.
- e sobre a ausência: o ausente se manda, não é isso? não é assim?
o ausente se manda, se governa. eu treino meu psicológico, tô treinando meu psicológico para chegar sã e salva no 3º mês longe de casa; para chegar sã e salva e não dizer e fingir não escutar o tal do: "se manda".
'Se manda', eu me mando. me mando dizer que são 12 meses! que aguentarei os 12 meses, firme e forte.
amém.
(assim vai ser.)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Maio


'Maio, já está no final
e o que somos nós, afinal?


É hora de se mover pra viver mil vezes mais.
Esqueça os meses,
esqueça os seus finais,
esqueça os finais.'

Estamos em maio. (sério?) E maio me lembra essa música do Kid Abelha. E lembrei dessa música e do Kid Abelha por causa do filme "The Secret life of bees" (A vida secreta das abelhas). 

Porra! o que é esse filme? e pra piorar, fui arrebatada por lágrimas em pleno começo de TPM. Preciso revê-lo por conta da trilha sonora, das cenas, da belíssima fotografia e espetacular atuação da Dakota Fanning (um E.T.zinho mirim, já adolescente), e das cantoras (e atrizes, pois é) Alicia Keys, Queen Latifah e Jennifer Hudson.

Por fim, preciso de um muro de lamentações. E de um pouco de mel. Isso. Só e basta.
Luz e amor.
Boa sorte!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Clichê

Numa era de repetições, onde ninguém mais pensa (só copia e transcreve), evidencia-se:
- a morte do diálogo, uma vez que a solidão se alastrou, contaminou e amedrontou uma multidão pilhada em se esconder da violência e do horror;
- e, o nascimento dos monólogos, preferindo a pessoa viver essa sequência nostálgica de reprises, ilhada no seu próprio mundo por conversar com ela mesma.

Isso tem me deixado confusa. Confusa a ponto de não conseguir exprimir uma sucessão coerente de palavras a qualquer pessoa (ou o leitor) e cometer, de fato, a morte do diálogo; e ao mesmo tempo, estar cheia das frases, vírgulas, parágrafos,  a ponto de provocar um monólogo-reality-show-da-vida-real, ou uma sitcom!

Enquanto isso:
- o Restart faz sucesso com a meninada;
- "O pequeno príncipe" é muito mais que livro 'pra criança';
- o protetor solar protege o humano e não o sol! (nunca entendi essa expressão)
- a resposta da frase: "o que você levaria para uma ilha deserta?", mudou de "uma rede, fósforo e faca" para "um notebook e celular porque com certeza até lá vai ter internet!";
- e eu, que descobri ter um talento inato para os origamis, assim como sei que você aí, também, tem, rá!

Confusão por confusão, ser 'escandalosamente feliz' seria uma repetição do qual não me importaria se tivesse 'all the time', todo o tempo.
Oss!
Paz e luz.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

18:18

- Diário de uma babá: e-Lolô chegou.
- Analisando o amor
- Cadê a Tutu que não chega da escola?
- Pop-up bloqueando páginas do curso ead
- Risos de um sms: é cada louco pior que eu.
- Piada do porsche e do fusquinha no filme "Analisando o amor". É que o fusquinha tem a feiura do lado de fora HAHAHAHAHAHAHAHA boa!
- Quero chocolate branco e o fim do mês não termina. Humpf.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

E o que ela vê, só não vê quem não quer ver!

Porra, a inquietude não me deixa. Que dor de barriga profundamente aterrorizante é essa? Sempre que acontece tal significa: em breve: péssima notícia. De péssima notícia quero só o de que amanhã ainda é terça-feira.
Espero que seja azia, ou fome, ou ansiedade, ou ressaca, ou coluna travada devido o peso da Elolô - fazê-la dormir é sempre uma tortura, e essa minha segunda profissão, a de babá, é de cortar os pulsos, e olha que adoro estar com crianças!
Vai ver é alguma das opções acima, mesmo. Não gostaria de ficar extremamente irritada (primeiro porque minha tpm acabou de passar) porque o dia de ontem foi tão legal, tão fascinante, um domingo pra ser chamado realmente de domingo, cheio de família, amigos, gargalhadas, conversas, aventuras. Foi um domingo que, quase sem fotos, guardarei no meu HD interno com direito a backups e cópias em pen drives, blogs, posterous, e-mail... Badoo? [O badoo é legal. Fiz um cadastro. Sem mais. Ponto]
E se até o negócio tem alma, vou lá tomar um Eno Guaraná pra curar o que me falha e aproveitar pra fazer a propaganda.
Adiós muchachos. 
Bes'oss.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Doses de Freud

Após papo filosófico com a Ju e o Neto, que, por sinal, não tinha há um bom tempo, necessito direcionar meu inconsciente traumatizado a não sofrer tanto nessa repetição. Então, blog e posterous, compartilho com vocês, sobre ainda nesse ano, lembrar de marcar uma consulta com um(a) psicanalista, afinal "o mero fato de você reconhecer que precisa de ajuda já é meio caminho andado". 

terça-feira, 17 de abril de 2012

eu quero velocidade, movimento, perigo, salto mortal

tem gente que gosta de passar o dia fazendo nadatem gente que gosta de plástico-bolha
alguns preferem andar de monótona e calma
mas eu quero é botar fogo nessa porra

sábado, 24 de março de 2012

Sobre a reza, a prece e a pressa..

"Deus me acompanhe
Deus me ampare
Deus me levante
Deus me dê força

Deus me perdoe por querer
Que Deus me livre e guarde de você".

Ôm Mani Padme Hum.
Luz, Paz e Amor.
Amém!

quarta-feira, 14 de março de 2012

O mate

O que são 3 meses e 20 dias para o que agora é o fim de uma relação?
Pra uns, tão pouco e insignificante quanto um piscar de olhos. Pra outros, tanto faz, é comer bolacha de água e sal com ou sem manteiga. Pra mim é uma gestação de 9 meses: longa, delicada, bonita, cheia de enjoos e mimos.
Pra começar, minha mania de auto-suficiência me enoja. Desde a noite de sexta-feira passada (09) que não tenho tido pique pra sequer conseguir extravasar, desabafar, descarregar toda essa carga. Minha saúde mental continua inflamada, fervilhando, pegando fogo. Talvez a febre, no sábado, seja simplesmente o reflexo físico do meu inquieto estado psicológico. Gostaria de poder gritar, escrever, cantar, dar uns bons chutes e socos, apenas conversar com os olhos, mas nem pra isso tenho forças.
É possível que eu tenha contraído uma raiva endêmica originada da região dos meus 'eus'; é possível, também, que eu tenha me afogado numa dessas enchentes; que tenha me perdido por aí e já tenha matado mais de 3 pessoas (em especial duas); no entanto, como se vê (e lê), mesmo com o beat lamento, segue-se, twitta-se.
E antes que eu pudesse ter o prazer de matar alguém (ns), pensei em me matar de tomar mate, tomate, toma-te... pensei em me matar de fumar erva mate, fui na cozinha e preparei um bom mate.

sábado, 3 de março de 2012

Desaposentando: "É hora de morfar!"

Vilões: crises, déficit's, transtornos, fobias, distúrbios...
Esses tem sido um dos assuntos mais comentados em minha mente brincante, uma vez que meu humor não é o dos melhores. Minha TPM parece não ter mais fim, emenda uma na outra de um jeito que só meu travesseiro sabe. Pra não contaminar ninguém, me enfurno em casa, mais precisamente no quarto vendo filmes. Voltei a ter insonia. Como é horrível acordar no meio da madrugada e não conseguir cerrar os olhos de maneira alguma. São nessas horas que gostaria de simplesmente virar pro lado, agarrar em algo concreto, pedir colo, socorro, saber que não estou naquele 'vazio', sozinha. Ah sim, falando em alguém, a essa altura não devo mais ter namorado (se é que um dia tive, ou se é que eu estava namorando). Cheguei de viagem a poucos dias e ainda nem o vi, não dei notícias. Está certo, eu menti, dei notícias sim. Dei porque ele ligou desesperado pra minha amiga-hermana que tava passando carnaval lá em Santarém, dizendo que eu não atendia seus telefonemas, nem mensagens e que após desesperada sutileza gostaria de saber se, ao menos, estava viva, pois estava super preocupado. Ela (essa amiga), por sua vez, me ligou contando tal fato, quase me dando uma bronca, e eu fiquei de cara: gente, eu só estava sem crédito e sempre deixava o celular jogado em algum lugar, quase não pegava sinal mesmo. Tava de férias!
Por outro lado, eu só má, admito. Sou uma má pessoa, una persona non grata. Minha forma de amar é tão absurda que nem eu mesma entendo. Tentar exemplificar e explicar pros outros, pra ele e até pra mim mesma é tão difícil e estressante quanto escutar, ao menos, 30 segundos de qualquer música do Restart.
Sem delongas, vou tomando jeito contra-atacando esses malditos vilões que me exigem força e forma. E se tratando de uma mera aposentada Power Ranger Rosa, tenho que comer muito chocolate branco pra voltar a pegar no batente como nos velhos tempos:
HORA DE MORFAR:
 
"PTERODACTILO".

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Hoje é seu aniversário: passa logo tic-tac, que eu já perdi minha alegria.


Eis que hoje chegou. É, já chegou. E é uma data especial!
Em último caso me esqueceria do dia de hoje. Bem que eu preferiria: lembrar-me o tempo todo é como se enfiassem sem pudor e licença alguma uma faca de dois gumes no meu 'aziático' estômago.
Bem que eu preferiria não ter de lembrar. E logo pela manhã, ao abrir o facebook, lá está o lembrete, o embrulho com lacinho avisando que hoje é seu aniversário. Eis que, não mais uma faca me é enfiada no estômago, e sim uma estaca, daquelas bem grandes e vampirísticas, que me acerta de cheio na cabeça oca - oca sim, porque não paro de pensar nele.
Quando penso estar sarada desse tal de 'mal de amor', seguindo a filosofia da música 'Boate Azul' no qual a dor do amor é curada com outro amor, Zeca Baleiro chega cantando no meu ouvido surdo: "a saudade ainda vai bater no teto/ até um canalha precisa de afeto/ dor não cura com penicilina". Baita soco na cara!
E o dia não passa... Pra quê tanto martírio?! Eu sou muito carente e covarde, mesmo. Não ter coragem de escrever uma mensagem pequena qualquer é de dar nos nervos. O dia não passa. NÃO P-A-S-S-A! Até que abri duas vezes sua página no facebook, como já havia dito, e foi em vão: nada. Eu tinha vontade de escrever: "Meu amor, que sua vida seja repleta de saúde, paz, amor, felicidade. Hoje quero te enfeitar de beijos e abraços. Quero te enfeitar com um pouquinho de mim. E desde já agradeço por enfeitar-me sempre. É assim que sou feita: cheia de seus imperfeitos enfeites, fitas e afetos."
Lógico que não escrevi. Não escrevi, nem escreverei. Quem sabe um dia, lá bem longe. Aliás, 'quem sabe aqui: no meu baúzinho de memória', pensei... e já estou escrevendo, é só o que sei fazer...
O foda é que doi, dilacera, rasga!
Oh tempo, passe logo! Por favor... Eu não quero sair de minha casa apenas para dar-lhe um mero abraço, com um sorriso falso no rosto e ter que encará-lo tão de perto: nunca consigo esconder minha aflição e nem meu corasamborim finge batucar - é uma perfeita escola de samba: tugudugugudugudutugudugutu.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tem que ter sorte e coragem pra azarar no jogo do amor.




Bom dia! Não, eu não acordei cedo. São quase 2 da manhã e eu quero ligar praquele boi!? Oi! Oi? Mas eu nem liguei, fiz pior: mandei um sms! Pior? É pior sim, as pessoas acreditam e confiam bem mais na veracidade de um texto escrito do que na fala propriamente dita. O que está acontecendo? "Me tira daqui!", quer dizer, "sai daqui, não tem espaço, eu não posso pensar em você!". É o que o besta do meu cérebro está gritando, dizendo pra ir pro meu coração, pois lá deve haver mais espaço vazio. Eu devo estar ficando doida, maluca, perturbada do juízo - se bem que uma grande parte de mim já condiz com tais adjetivos.

Eu nem sou de me iludir fácil, pelo contrário, se tem uma coisa que tenho enraizado são os pés no chão. O que me ferra é só a cabeça. Essa que, por sua vez, mesmo presa, vive no ar, perto das nuvens. Por favor, preciso que tapeiem minha bela face. (pausa. celular bipando. Uma nova mensagem de texto.)

Uau, isso não deve estar acontecendo, ele respondeu! Que fofo, me desejou uma boa noite, disse que "está ficando mal acostumado". Agora ferrou de vez, não vou conseguir dormir porque ele respondeu, e não é ironia. 

Lembro que era uma quarta, mandei um sms besta qualquer, ele retornou com uma ligação que, pra meu espanto, durou quase 37 minutos - e eu nem sou dessas de ficar com a garganta seca de tanto falar ao celular. Fico pensando que se forem daqueles benditos jogos de azar, que então, possivelmente, futuramente, terei sorte no amor; contudo, se não for, por que diabos ele não cumpriu o trato de apenas termos ficado no "Oi, tudo bem?", de longe, depois que nos esbarrácemos por ai? 
Pra uma semana depois ele ficar dando toques no celular seguido de um sms: "Preciso de você". Dias depois, ligar às 5 horas da manhã, em pleno horário de repouso de minha beleza; vir almoçar na minha casa, no domingo, dia dos pais, e ter a cara de pau de dizer que vai ligar a noite, ligando mesmo e me fazendo ficar confusa! Eu o desprezo, digo que "não dá, não tem como, tenho um aniversário pra ir." Minto pra ele e curiosamente pra mim. 

Naquele momento eu estava quase na frente de um DJ, do DJ, pensando em outro alguém que era o próprio DJ. Era 'esse alguém' que eu gostaria de ter. Às vezes, penso que a cada vez que nos encontramos (eu e 'esse alguém', o DJ) é uma esperança a mais, mas é pura balela, pura ilusão, 'esse alguém' vai casar mesmo! "Então case, meu filho! Case com essa desconhecida Sabeláquem que te chifra de lá de Sabedeusonde." Pensei raivosamente em dizer. Não disse, não digo e nem direi apesar da amizade. Eu só esbanjava serenidade, e ao que via 'esse alguém' me olhando, demonstrava estar agoniada vigiando o celular, como de quem espera uma ligação - eu tenho amor próprio, pelo amor de Deus, e sei causar ciúmes alheios também, ai como eu sou bandida! - ao mesmo tempo que revoltada por não ter aceitado a estar com o 'Cara do Sms', o Rato - apelido carinhoso por mim dado e por ele desconhecido. Ô bicha burra! 

Quer saber, vou é continuar com os sms, pelo menos gosto do lance do jogo de gato e rato.  Eu penso no jogo, penso nele, mando sms, ele responde e tudo fica empatado: não sai do 0x0. Tô ferrada! Quê eu faço? Odeio perder, a não ser que estejamos falando de quilos, esses a mais nenhuma mulher curte. Em compensação, a palavra 'ganhar' é tão com ar de superioridade, soberba. 


Por mim, preferiria estar jogando frescobol, concordando com o mestre Rubem Alves: "O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom é preciso que nenhum dos dois se perca. (...) Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos..."


É isso aí, nada de deixar a bola cair, 'game over'. E sim contar até 3, apertar o 'Play' e depois 'Repeat', quantos forem necessários!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Feliz Ano Velho: raspas e restos

Eu vinha de Santarém, quando escutava no rádio do carro a música "Maior abandondado" do Cazuza. Fiquei prestando atenção na letra, viajei um pouco também, e hoje, achei no orkut esse texto:
"Raspas e restos, me interessam, me interessam"...
Estava ouvindo essa música um pouco depois de ler sobre ela,
pensei em responder, mas vi que seria algo muito complexo
para resumir em tão poucas linhas...
Acreditei sim,
por um instante que,
o que sobrou da gente eram apenas "raspas e restos",
quis acreditar nisso, talvez, apenas para "fugir da dor".
Gritei ao mundo que você era dispensável,
que não sentia mais nada por ti,
que seu olhar, quando cruzava com o meu,
me fazia esquecer tudo de mal que você tinha me feito.
Queria que o mundo acreditasse,
que eu sou mais forte,
que meu orgulho era mais forte,
que eu era fria.
Tentei desesperadamente te matar do meu coração,
te expulsar, em uma tentativa quase que sem ar,
para não sofrer novamente.
Te pintei como meu bandido da minha história,
o vilão.
Me entreguei a outros olhos, outros abraços, outros beijos,
só para fugir, nem que um instante,
dos teus olhos, teus abraços, teus beijos.
Você é minha raspa, meu resto!
Sim!! Era o que minha mente queria,
era o que ela implorava que você realmente fosse,
justamente, pelo meu coração,
sentir-se apenas como uma raspa, um resto para você.
Mas, quando resolvi não fugir mais do seu olhar,
descobri o que meu coração gritava
e eu não queria escutar,
não queria escutar que você ainda vive aqui dentro de mim
e, finalmente, meu coração e minha mente puderam ver,
que eu também vivia dentro de você..."

Renata Belisqui
04/02/2009
...
E só posso resumir que um orgulho maldito é um orgulho orgulhosamente orgulhante.
Não sei o que escrevo, não sei o que sinto, não sei que sensação estranha é essa, não sei o que leio,
mas isso,
esse texto,
essa música,
esse trecho,
mexeu comigo,
e mexerá até sabe-Deus-quando.

Só espero que passe,
pois afinal,
tudo passa.
Uma amiga sempre brinca dizendo: "tudo passa! o ferro passa, e a até a uva-passa!",
então,
deve passar!
;)
Feliz Ano Novo,
galero rsrs
Peace and love in the
eARTh!
=*

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Chorare: tinindo!

"Você roubou meu vídeo cassete
Pensando que eu fosse o controle remoto
Pra frente e pra trás só na sua cabeça
E antes que eu me esqueça
É melhor desligar"


Eu leio alguma coisa e me dá vontade de chorar.
Eu vejo alguma coisa e me dá vontade de chorar.
Escuto alguma música e me vem uma vontade louca de chorar.
Eu olho para alguém, para que me 'salve' dessa alguma coisa, mas só me dá vontade de chorar.
Então concluo que o melhor é externalizar escrevendo em páginas brancas, como agora e, de repente, sinto um caminho vertical aguado escorrendo pelo meu rosto. É o choro, droga!
E o melhor é desligar, foi desligar, tentar desligar. E por quê não consigo desligar? Eu quero desligar, tenho que desligar, quebrar o controle remoto, e o video cassete, também, por que não?

Alguém tira minhas baterias, ou me desliga, por favor?

domingo, 5 de dezembro de 2010

Enfeite-me!


O medo é a pior forma de verdade - que você sabe dos riscos que pode vir a ferir e, mesmo assim, arrisca. Arrisca ficar com medo. Arrisca buscar a verdade. Arrisca a verdade tendo medo, ou tem medo da verdade? Que coisa desgraçada, não? 
Ontem, escutei a seguinte pergunta: "Tu tens medo?" 
E o pior: eu nem soube responder.
As possibilidades de respostas eram de apenas, 50% pra sim, ou 50% pra não. 
Fiquei calada.
Fico calada.
Então vem o pior, o seguinte ditado: "quem cala, consente". Sendo assim, caramba, tenho, tenho medo,e muuito.
Tenho medo de me machucar, principalmente. Mas aí vai a real: eu quero enfeitar você. 
Como diz a maior compositora existente na face terráquea, @vanessadamata , a partir de hoje:
"Eu só quero cantar, gozar e gastar da vida.
Eu só quero um cafuné, um cobertor de orelha fixo.
Neste inverno tão rígido fingir que acredito em você.
Eu só quero me perder, eu não quero este poder.
Chamar o sapo de príncipe, comer você de manhã.
Eu quero enfeitar você!"

Será que existe alguém que queira enfeitar-me, também?
#dramaon

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Próxima, próxima, próxima


"Você me dá muito pouco e eu vou embora.
O que você me deu vou jogar fora.O que presta pra mim é afeição.Eu vou tentar ser bem mais competente na escolha da próxima paixão (meu bem),
próxima paixão (meu bem), 
próxima, 
da próxima...


Não chore, homem!"