Eu vinha de Santarém, quando escutava no rádio do carro a música "Maior abandondado" do Cazuza. Fiquei prestando atenção na letra, viajei um pouco também, e hoje, achei no orkut esse texto:
"Raspas e restos, me interessam, me interessam"...
Estava ouvindo essa música um pouco depois de ler sobre ela,
pensei em responder, mas vi que seria algo muito complexo
para resumir em tão poucas linhas...
Acreditei sim,
por um instante que,
o que sobrou da gente eram apenas "raspas e restos",
quis acreditar nisso, talvez, apenas para "fugir da dor".
Gritei ao mundo que você era dispensável,
que não sentia mais nada por ti,
que seu olhar, quando cruzava com o meu,
me fazia esquecer tudo de mal que você tinha me feito.
Queria que o mundo acreditasse,
que eu sou mais forte,
que meu orgulho era mais forte,
que eu era fria.
Tentei desesperadamente te matar do meu coração,
te expulsar, em uma tentativa quase que sem ar,
para não sofrer novamente.
Te pintei como meu bandido da minha história,
o vilão.
Me entreguei a outros olhos, outros abraços, outros beijos,
só para fugir, nem que um instante,
dos teus olhos, teus abraços, teus beijos.
Você é minha raspa, meu resto!
Sim!! Era o que minha mente queria,
era o que ela implorava que você realmente fosse,
justamente, pelo meu coração,
sentir-se apenas como uma raspa, um resto para você.
Mas, quando resolvi não fugir mais do seu olhar,
descobri o que meu coração gritava
e eu não queria escutar,
não queria escutar que você ainda vive aqui dentro de mim
e, finalmente, meu coração e minha mente puderam ver,
que eu também vivia dentro de você..."
Renata Belisqui
04/02/2009
Estava ouvindo essa música um pouco depois de ler sobre ela,
pensei em responder, mas vi que seria algo muito complexo
para resumir em tão poucas linhas...
Acreditei sim,
por um instante que,
o que sobrou da gente eram apenas "raspas e restos",
quis acreditar nisso, talvez, apenas para "fugir da dor".
Gritei ao mundo que você era dispensável,
que não sentia mais nada por ti,
que seu olhar, quando cruzava com o meu,
me fazia esquecer tudo de mal que você tinha me feito.
Queria que o mundo acreditasse,
que eu sou mais forte,
que meu orgulho era mais forte,
que eu era fria.
Tentei desesperadamente te matar do meu coração,
te expulsar, em uma tentativa quase que sem ar,
para não sofrer novamente.
Te pintei como meu bandido da minha história,
o vilão.
Me entreguei a outros olhos, outros abraços, outros beijos,
só para fugir, nem que um instante,
dos teus olhos, teus abraços, teus beijos.
Você é minha raspa, meu resto!
Sim!! Era o que minha mente queria,
era o que ela implorava que você realmente fosse,
justamente, pelo meu coração,
sentir-se apenas como uma raspa, um resto para você.
Mas, quando resolvi não fugir mais do seu olhar,
descobri o que meu coração gritava
e eu não queria escutar,
não queria escutar que você ainda vive aqui dentro de mim
e, finalmente, meu coração e minha mente puderam ver,
que eu também vivia dentro de você..."
Renata Belisqui
04/02/2009
...
E só posso resumir que um orgulho maldito é um orgulho orgulhosamente orgulhante.
Não sei o que escrevo, não sei o que sinto, não sei que sensação estranha é essa, não sei o que leio,
mas isso,
esse texto,
essa música,
esse trecho,
mexeu comigo,
Não sei o que escrevo, não sei o que sinto, não sei que sensação estranha é essa, não sei o que leio,
mas isso,
esse texto,
essa música,
esse trecho,
mexeu comigo,
e mexerá até sabe-Deus-quando.
Só espero que passe,
pois afinal,
tudo passa.
Uma amiga sempre brinca dizendo: "tudo passa! o ferro passa, e a até a uva-passa!",
então,
então,
deve passar!
;)
;)
Feliz Ano Novo,
galero rsrs
Peace and love in the
Peace and love in the
eARTh!
=*
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