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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Kisses de amor

Diz que sim, amor.
Disque 'sim', amor.
Diz que se é amor,
disque esse amor.
Diz: "Kisses, amor!".

quarta-feira, 20 de março de 2013

A cilada de Roger Water.

Olha, se tem uma coisa que desde o começo do ano tem me feito 'tremer nas estribeiras' é um colega novo no trabalho. 

Depois dessa mudança de governo, já era esperada a entrada dos 'puxa-saqueiros de novos funcionários e, este dito cujo entrou para ocupar o lugar em que eu estava antes, uma vez que estava apenas 'emprestada' para este setor. Pulando a conversa, vamos ao assunto que interessa: ele.



Ele chamou a minha atenção desde a primeira vez que o vi rondando por corredores afora;

Ele tem um sorriso lindo: tímido, discreto, fofo, com leves covinhas nos cantos da bochechas;

Ele tem estatura mediana, se duvidar, cravados 1,70m. de altura, já que é um pouco mais alto que eu;

Ele é moreno, tem cabelos e olhos escuros - olhar sedutor e penetrante (ui);
Ele passa longe de ser magro, mas não é gordo e nem malhado; eu diria, na verdade, que é 'gostoso de ser olhado';
Ele é jovem e aparenta ter uns 24 ou 25 anos; até que descobri nessa semana que tem míseros 21!;

Ele em resumo não tem nada de mais e não é de conversar muito. Mas causa um efeito avassalador em mim, e como... De repente, é só vê-lo que meu coração começa a batucar mais do que o normal. O negócio fica mais feio ainda quando os nossos olhares se cruzam - tenho a impressão de que até minhas bochechas ruborizam! e, então disfarço desviando o olhar. Ufa! Melhor assim.


Até então, pensava: "ah, vai ver é porque não tem 'ninguém na parada' e muita carência acumulada". E eis que em meados de janeiro, apareceu um relance qualquer, no qual chamarei de Carlinhos. Não deu certo! Em três semanas parei de sair com ele porque até entre quatro paredes via o retrato do meu 'colega' estampado na carinha do Carlinhos! Parecia delírio, não era possível que aquilo estivesse acontecendo mas, estava! Logo Carlinhos, um homem super agradável, atencioso, inteligente, cheiroso, fofo! sendo obrigado a sair da minha breve história de vida, só porque vi em sua sombra o rosto do meu colega de trabalho, por quem sustento uma paixão platônica! "Carlinhos, desculpa não ter dito antes, estou embarcando para outro país - intercâmbio de 3 anos. Até!". Via sms interrompi o que mais tarde poderia vir a ser o meu futuro. Dane-se, se não tivesse feito isso, as coisas com o 'meu-colega-de-trabalho' não teriam evoluído. 


De três semanas pra cá, já trabalhamos juntos (devo confessar que foi super difícil ficar ao lado dele, de cadeiras encostadas e tudo, e agir da forma mais natural do mundo, sem dar um pio em falso); já trocamos algumas palavras (ele pergunta se tem café e respondo rapidamente: 'aham'); já encaramos mais olhares e sorrisos, seguidos de 'ois', 'sim', 'não'... normalmente, há mais de três pessoas ao redor, e talvez seja isso que nos faça não termos medo um do outro nos tirando do anonimato mudo.



Ainda sim, quando o vejo pela primeira vez no dia, causa um impacto tão fulminante, como de quando o vejo pela segunda, terceira, quarta vez...


Hoje, eu estava sozinha na sala em que trabalho, distraída no computador, quando ele empurrou a porta para adentrar a sala. Eu levei um susto e rapidamente olhei para a porta dando de cara com ele, praticamente no mesmo instante em que ficou ali engatado na porta entre aberta. (pausa constrangedora) Eis o momento de 2 segundos que pareciam uma eternidade em câmera lenta: olhares, desvio por minha parte, cabeça baixa, cabeça erguida, olhares de novo, desvio, diálogo:


_ Oi - dos dois ao mesmo tempo.

_ Tudo bem? - dos dois ao mesmo tempo.

risos tímidos.

_ Vamos trocar de lugar? rs - falando como um moleque malandro
_ Hum, mas tá fácil desse jeito! rs - respondendo irracionalmente.
_ É sério! Eu vi que tu digitas bem rápido... E se eu pedir para vir pro teu setor e te indicar pra ocupar meu lugar, tu aceita?
*E na trilha sonora da minha cabeça, tocava a música da Colbie Caillat "Yeah, I do, I do, I dodododododo dooo", quando voltei para o mundo real e respondi:
_ Ah, ué, pode ser, não tô fazendo nada mesmo. - olhando para ele que estava sentado em uma cadeira bem em minha frente.
_ Então tá. 
_ Então tá.


E ficamos com os olhos fixados um no outro, como se esse último 'tá' tivesse durado uns 20 minutos.
Abaixei a cabeça, desviei novamente de novo mais uma vez o olhar, agora para o computador.
Ele levantou da cadeira e o mundo voltou a girar normalmente, ainda bem! 
Vai saber se nos próximos dias, semanas e meses os abalos sísmicos irão continuar acontecendo!?
No dia que parar ou der uma cessada, aí já é outra história, já que Roger está petrificado dentro do meu gélido coração de pedra.
No dia em que nada continuar a acontecer, desse foge-foge contínuo e, algum carinha novo pintar na área, aí  volto pra contar sobre como meu coração se derreteu, de como "Roger virou Água'. 

segunda-feira, 4 de março de 2013

I'm gonna miss you

Sentada na cadeira de balanço
verde
em frente de casa chuvisca
nela assim me lanço
tentativa frustrada em ver-te.

Espero paciente terminarem
de suas roupas pôr
família grande em uma semana
seja bem vinda
'cofa fofa',
Lolô.

É aniversário
sinal de reunião para a comida
após a sensação dos cinquenta tons,
uma 'boa ideia' é a pedida.
meu padrinho parabéns
muita saúde, felicidades,
que o senhor tenha muitos anos de vida.

Sentada na cadeira de balanço
esperando a hora,
nos fones de ouvido
'anos 80 e 90' é a trilha sonora
- pastas dada
pela grande amiga,
hermana,
J-Janna.

Após dez minutos
a playlist toca:
um susto!
'I'm gonna miss you'
é a sua versão,
que na minha mente soca.

"You're leavin'
Now I'm sittin' here, I'm wastin' my time(...)
It's a tragedy for me
To see the dream is over
And I never will forget the day we met
Girl, Boy, I'm gonna miss you"

Que é sua versão,
eu sei
se fosse a minha eu saberia
'I'm gonna miss you'
do momento e do vidro lembrei
rapidamente,
em ti pensei,
só pra não dizer 'oi' ou 'ei',
o sms enviei.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Que oras são, Francisco?

Me pegou de jeito e de um jeito que me dá raiva. Raiva de mim, raiva de ti, simplesmente uma raiva com vontade de sumir.
No primeiro encontro, pensei: "devo estar maluca, a um tanto ou, talvez, ok, ele que seja o tonto".
Te achei um 'nerd', à primeira vista. Você me convidou para ir com seus amigos pra comermos pizza.
Pois bem, fui, sentei quase ao seu lado. Tomamos uma caipiroska, duas, três... e, pelo caminho, surgiram olhares atravessados.
Sua mão boba, por debaixo dos panos, cutucava levemente minha coxa direita: "Alguma coisa a mais, você aceita?"
Em meus tórridos pensamentos imaginava trilhões de cenas, porém timidamente eu respondia: "Estou bem, não preciso de nada", assim eu mentia.
Então, partimos pra festa - tocar, abraçar, beijar, será que posso? Sim, meu coração toca as nuvens nos encontros nossos.
Que perdure o tempo que for necessário. Sua companhia é sincera, me faz bem, me deixa feliz e um tanto confusa, também...

domingo, 10 de junho de 2012

às vezes a vida é chata, mas ser platéia é pior


"Às vezes quando eu vou à Augusta 
o que mais me assusta é o teu jeito de olhar 
de me ignorar
Toda em tons de azul
Teu ar displicente invade meu espaço
E eu caio no laço exatamente do jeito
Um crime perfeitoIt's all right, baby blue

Não sei em qual festa que eu te garimpei
Cantanto "lay mister lay", será que foi no meu tio?
Ou em algum bar do Brasil...
Sei lá, eu fui mais de mil

Cheguei bem tarde, o vinho estava no fim
E alguém passou o chapéu pra mim e gritou
É grana pra mais bebum e eu não paguei
Reparo em sua roupa, na loira ao seu lado
No seu ar cansado que nem mesmo me vê
Olhando pr'ocê, pedindo outro "fernet"
Será que não chega, já estou me repetindo
Eu vivo mentindo pra mim
Outro sim, outra "trip", outro tchau
Outro caso banal, tão normal, tão chinfrim.
Às vezes eu até pego uma estrada
E a cada belo horizonte eu diviso o seu rosto
A face oculta da lua
soprando
ainda sou sua".
Mas que droga, o festejo já pode acabar. Eu deixo (você ir).

sábado, 19 de maio de 2012

Sobre ter 100 bolsos

Era feriado de dia trabalho, e por conseguinte, véspera do meu aniversário. Quando chegamos nessa festa já havia começado há horas - era a segunda que frequentávamos. Não fazia muito tempo em que havíamos chegado e achado um lugar pra ficar, quando ele chega com um sorrisão.
- E aí Junior? Quanto tempo!
Já havia bebido umas e estava super solícita com as pessoas (principalmente as conhecidas), uma vez que fazia  umas duas semanas em que estava fora da cidade, e fora da nossa cidade a gente é um completo desconhecido pra qualquer um, assim como qualquer um é um completo desconhecido pra gente.
Voltando pro reencontro, outro motivo que havia me levado a abraçá-lo e aceitar o convite para a dança é que raramente o vejo em festas - fazia muito tempo... tipo, muito tem-po-mes-mo! que não nos encontrávamos.
A dança começou, e ele dança legal. O ritmo era um forrózinho que logo depois mudou pra tecnobrega.
Logo após, puxou conversa, foi super direto, começou a discutir uma relação inexistente no passado; sobre o motivo de termos nos separado (sem ter um começo, que é o mais intrigante); sobre o fora que havia levado (que fora? eu ficava me perguntando); simplesmente, aquele momento em que o irmão da melhor amiga chega e pergunta na lata, na cara dura, POR QUE fora rejeitado? POR QUE nunca quisera namorar com ele? ao mesmo tempo que confessando:
- Pois eu te daria a lua! Eu casaria contigo, e ainda caso, se quiser!
E eu? Com aquela cara de tchonga monga, rindo, rindo por não acreditar naquilo tudo, revidei:
- E por que tu não chegou e me falou isso? Por que tu mandavas recadinho pela tua irmã, que por ser minha amiga e te conhecer tão bem, te queimava mesmo, não vou mentir... Olha, eu acho que homem que é homem tem atitude e não fica nessa de telefone sem-fio, mandando recado e esperando resposta; homem que é homem chega junto e não dá espaço, principalmente se ele quer mesmo!
(Pô, senti orgulho de mim mesma, nesse momento, escutei até aplausos, plac plac)
Mas ele não aplaudiu, não desviou o olhar, não abaixou a cabeça e nem parou de dançar; praticamente fez o contrário: olhou nos meus olhos e fez movimentos para me roubar um beijo. Me esquivei com o rosto forçando ao máximo meu pescoço numa velocidade que até matrix duvida.
Aquele clima tenso no ar - eu já não sabia mais o que fazer, o que falar, se aceitar tudo aquilo ou não. Pra descontrair, quase gritei no seu ouvido:
- Ei, se for a lua, de presente, eu quero sim! rsrs
Diminuímos o passo. Ele levou uma das mãos no bolso da calça, puxou o celular e pediu meu número.
(Lembrei de um episódio do Adorável Psicose em que um Cara-da-Boate pede o número pra Carol, amiga da Natalia, e muito tempo depois, quando ela retorna a essa boate e vê o Cara-da-Boate entrando também, reclama que ele nunca havia ligado, e  questionava: 'por que eles pedem nosso número se nunca vão ligar?'; então a Natalia quebra o clima, dizendo: 'é por isso que sempre dou o meu número errado, que é pra não correr esse risco' rsrsrs. Pensei seriamente nas duas possibilidades.)
Dei o número. Ele disse que iria vir aqui em casa no outro dia, mas que ligaria. Eu nem esperei, nem espero. Esse tipo de coisa não é pra ser esperado. Tipo de coisa que não se tem esperança.
Nos encontramos um dia desses numa comunidade onde tava trabalhando. Nos falamos rapidamente, e ele com a cara de pau de sempre disse que estava tentando ligar naquele momento (eu ri e falei 'aham, acredito' com tom de deboche) e depois, desconversou dizendo que estava tentando falar com minha mãe. Eu já tava agoniada, doida pra dizer (vai-te-embora, Carniça), mas bem educadamente. É que na verdade pra mim ou é 8 ou 80. Se não for pra ser então nem vem com xurumelas, não começa a falar sobre uma coisa que não terá continuidade. Não faça propostas sabendo que não irá cumpri-las, principalmente quando já se é casado e tem filhos. Ou seja, 'eu não tenho tempo de ficar questionando a vida'. Deixa eu aqui quieta no meu canto, tá tão legal - mesmo que solitariamente-, pois é, tá tão legal (nada como família e amigos. ok, e trabalho, já que esse acertei como prêmio de loteria: ganho para não fazer nada e por não fazer nada ganho o dia).
Mas é um 'tá tão legal', do tipo faltando um 'pecado', como diz a Andervânia; um 'trelelê', como diz a Janna; um 'nada mais importa', como diz a Dammy; um 'cara legal', como peço prO Cara quando converso (das vezes que isso acontece) com Ele.
E vamo-que-vamo, prestando atenção nas coisas legais e nos bons acontecimentos - 'quando temos muitas coisas pra guardar nele, o dia tem 100 bolsos'.
;)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Doodoo

Do fim se inicia a vida.
Vamos navegar nesse mar de ilusão.
'nada nos impede, 
tudo já ajuda' -
há distâncias que vêm e vão.

'Flutuando' como tu dissestes agora a pouco,
vamos tirar os pés do chão. 
Rema e aponta para a fé 
que de surpresa está chegando
e ainda não contactou meu coração.

Voz de timbre grave e forte, 
deve ter pegada, pensei.
até o respirar é profundo, 
me aconcheguei,
relaxei,
fui da terra ao céu em um segundo.

Se na quinta comemorava a chegada da sexta,
vamos, hoje, comemorar a chegada do sábado;
e, no sábado, a chegada do domingo,
adiante assim,
chegando e partindo.

Rapidez sincera é agradar 
- se quiser até te carrego,
te livro deste mal que atormenta;
livro nenhum explica o que não te nego,
livro nenhum explica o que não se inventa.

Nem ombro largo aguenta tanto peso
: esvaziei a mochila que nas costas arcavam.
Guardemos alguns objetos, joguemos fora, 
deixemos de lado -
: nos aguardávamos e por conta te guardo agora.

Deixa o tempo passar e ver o que acontece. 
Vai ver é educação, simpatia, carência;
vai ver é solidão, falta do sentir,
apenas abstinência.

Que dure o pôr do sol ou todas as estações.
Mensagens por telepatia;
por fone de ouvido:
ligações
- conversas todos os dias. 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Bodas de Prata

Parabéns aos meus pais, Jairo e Suely Baima, que com muita
ombridade, hoje, comemoram Bodas de Prata - nada mais, nada
menos que 25 anos juntos, 25 anos de casados! Isso que é vitória!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tem que ter sorte e coragem pra azarar no jogo do amor.




Bom dia! Não, eu não acordei cedo. São quase 2 da manhã e eu quero ligar praquele boi!? Oi! Oi? Mas eu nem liguei, fiz pior: mandei um sms! Pior? É pior sim, as pessoas acreditam e confiam bem mais na veracidade de um texto escrito do que na fala propriamente dita. O que está acontecendo? "Me tira daqui!", quer dizer, "sai daqui, não tem espaço, eu não posso pensar em você!". É o que o besta do meu cérebro está gritando, dizendo pra ir pro meu coração, pois lá deve haver mais espaço vazio. Eu devo estar ficando doida, maluca, perturbada do juízo - se bem que uma grande parte de mim já condiz com tais adjetivos.

Eu nem sou de me iludir fácil, pelo contrário, se tem uma coisa que tenho enraizado são os pés no chão. O que me ferra é só a cabeça. Essa que, por sua vez, mesmo presa, vive no ar, perto das nuvens. Por favor, preciso que tapeiem minha bela face. (pausa. celular bipando. Uma nova mensagem de texto.)

Uau, isso não deve estar acontecendo, ele respondeu! Que fofo, me desejou uma boa noite, disse que "está ficando mal acostumado". Agora ferrou de vez, não vou conseguir dormir porque ele respondeu, e não é ironia. 

Lembro que era uma quarta, mandei um sms besta qualquer, ele retornou com uma ligação que, pra meu espanto, durou quase 37 minutos - e eu nem sou dessas de ficar com a garganta seca de tanto falar ao celular. Fico pensando que se forem daqueles benditos jogos de azar, que então, possivelmente, futuramente, terei sorte no amor; contudo, se não for, por que diabos ele não cumpriu o trato de apenas termos ficado no "Oi, tudo bem?", de longe, depois que nos esbarrácemos por ai? 
Pra uma semana depois ele ficar dando toques no celular seguido de um sms: "Preciso de você". Dias depois, ligar às 5 horas da manhã, em pleno horário de repouso de minha beleza; vir almoçar na minha casa, no domingo, dia dos pais, e ter a cara de pau de dizer que vai ligar a noite, ligando mesmo e me fazendo ficar confusa! Eu o desprezo, digo que "não dá, não tem como, tenho um aniversário pra ir." Minto pra ele e curiosamente pra mim. 

Naquele momento eu estava quase na frente de um DJ, do DJ, pensando em outro alguém que era o próprio DJ. Era 'esse alguém' que eu gostaria de ter. Às vezes, penso que a cada vez que nos encontramos (eu e 'esse alguém', o DJ) é uma esperança a mais, mas é pura balela, pura ilusão, 'esse alguém' vai casar mesmo! "Então case, meu filho! Case com essa desconhecida Sabeláquem que te chifra de lá de Sabedeusonde." Pensei raivosamente em dizer. Não disse, não digo e nem direi apesar da amizade. Eu só esbanjava serenidade, e ao que via 'esse alguém' me olhando, demonstrava estar agoniada vigiando o celular, como de quem espera uma ligação - eu tenho amor próprio, pelo amor de Deus, e sei causar ciúmes alheios também, ai como eu sou bandida! - ao mesmo tempo que revoltada por não ter aceitado a estar com o 'Cara do Sms', o Rato - apelido carinhoso por mim dado e por ele desconhecido. Ô bicha burra! 

Quer saber, vou é continuar com os sms, pelo menos gosto do lance do jogo de gato e rato.  Eu penso no jogo, penso nele, mando sms, ele responde e tudo fica empatado: não sai do 0x0. Tô ferrada! Quê eu faço? Odeio perder, a não ser que estejamos falando de quilos, esses a mais nenhuma mulher curte. Em compensação, a palavra 'ganhar' é tão com ar de superioridade, soberba. 


Por mim, preferiria estar jogando frescobol, concordando com o mestre Rubem Alves: "O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom é preciso que nenhum dos dois se perca. (...) Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos..."


É isso aí, nada de deixar a bola cair, 'game over'. E sim contar até 3, apertar o 'Play' e depois 'Repeat', quantos forem necessários!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Gaúcho favorito diz: "Oi, minha paraense preferida!"

Começou com uma "cutucada" pelo Facebook, o que não causou espanto, mas, um leve sorriso meu: "será?!"
Recutuquei-o, era o mínimo a fazer - questão de educação, certo?! Corretíssimo!

Meu messenger estava aberto e vejo subir a janelinha:
- Oi, minha paraense preferida.

Eita, já gostei. Por que ele veio falando isso? Por que ele está tão longe? Ele foi o primeiro gaúcho que conheci e por tal lisonjeio, casaria com ele. Eu casaria mesmo se não tivesse largado tudo por lá e tivesse voltado para minha querida terrinha paraense. Revidei, dizendo:
- Preferida é? Tem mais, então? rsrs

Ele me surpreende, me deixa sem palavras, me ilude, como sempre fez e continua fazendo:
- (um coração) Ah, não não, tu és a única, amor! De todo o Pará, rsrs e digo mais, de todo o norte do país! :p :) 

"És um cafajeste, galanteador isso sim!" pensei em digitar. Não digitei, apenas chamei de "meu gaúcho favorito", pois ele é, de fato. Depois dele, há somente um outro, que conheci aqui mesmo, há algumas semanas e por quem já até cortei relações por possíveis-piores-catástrofes.
Ah, os gaúchos. Eles têm um quê de pecado, um quê de juízo. 
Ah, os gaúchos. Eles que não tem "a cor do pecado", que são conhecidos por terem "gélidos corações", e por serem bonitos, educados, fogosos.
Ah, os gaúchos. Esses que arrebatam meu coração, me laçam e me pegam de jeito. 
Ah, os gaúchos dessa minha vida, mil perdões pelo desdenho, juro não mais 'bater com a língua nos dentes' - exceto em outras ocasiões...

Será que tenho que trocar o Pará, o Ceará, o Paraná, e os restantes dos estados brasileiros, pelo Rio Grande do Sul?
Se for, ano que vem, visitarei, novamente, aquela terra. E antes de ancorar em Jaguarão, chegarei em Porto Alegre, passarei por Camaquã e pararei em São Lourenço. Motivo? Responder algumas das perguntas que ele tanto me pertuba: será que sim?

Eu diria, 'I do'.



p.s.: dedicado ao M.G. de Jaguarão-RS. saudades.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Léo conversa ao léu com Léa, ela.

 - Odeio perder coisas! Por outro lado quero um amor de perdição.
 - Nesses contrastes seus, encontrastes ele?
 - Não! - eu mesma respondo e continuo - quero mesmo é saber, por sinal, o dia em que qual, destes trastes, no varal, vou pendurar um sufixal!
 - Su.. o quê?
 - Fix... you, a música do Coldplay... "consertar você", preciso que alguém me conserte.
 - Que ame, ature, amole, adore, acalente. Beije e balbucie palavras doces - ele complementa.
 - A me suportar e a ter um porte, ou que como um suporte técnico se comporte, para que os defeitos do meu eletrônico cérebro transforme-se em efeitos especiais, e nas nuvens, alguma vez, me perca...
 - De amor! É de amor que você precisa e não dessas loucuras que vive a falar!
 - E disse Shakespeare: "Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender." SEU FRIO!
 - Insensatez, declarações impensáveis, embriaguez sentimental, visão colorida da realidade, ilusão. Logo, sou a favor de outro William, o Congreve "Se não é amor, é loucura, logo é perdoável" , ou seja, releva-se, te perdoo - risos.
 - Mas um dia amarei, se é que já amo e não sei. E eu amo, amo muito. Por tal é que loucamente vivo nesse mundo, só preciso saber enxergar direito. 
 - "A vida mundana é um reflexo insignificante do que se passa no amor", deve ser isso...
 - De quem é essa frase? 
 - Proust. 
 - O piloto?
 - Que piloto?
 - Alan... o rival do Ayrton... O SENNA! (pausa questionável) Não?
 - Não! Marcel Proust, escritor, não Alain - é Alain Prost! Aliás, não sabia que você assistia a corridas de Fórmula 1...
 - Não assisto, mas é algo tão automático, quase que nem ao Pelé, até quem não assiste e não gosta de futebol sabe quem é o Pelé!
 - Está bem, você ainda quer um amor?
 - Ah é, tinha esquecido... quero! Estou à espera de um milagre - se é que milagres existem! E você, não está ou já tem algum?
 - Não, também estou à espera de um milagre, à espera que esse seu raciocínio não devaneie tanto, e que essa sua boca não o acompanhe, para que enfim possa beijá-la...

(entreolhares, até que ela fala:)

 - "A loucura é relativa. Quem pode definir o que é verdadeiramente são ou insano?" acho que Woody Allen tem razão porq... 
... e ele calou seus pensamentos e suas alucinantes palavras com um beijo, antes que falasse qualquer outra coisa.

O amor tem dessas coisas.



domingo, 24 de abril de 2011

Feliz Aniversário! Lembranças de um passado distante...


"Oie, como estás? Tudo bem? 
Então, não esqueci do teu aniversário, pelo contrário, hoje olhei pro calendário e vi que se trata de um dia muito especial. Hoje é um dia em que estarás dando mais um passo para novos caminhos e conquistas, um dia marcante em teu coração. Saiba que és uma boa parte da minha vida, por fazer parte das alegrias, pois me ajudou e sempre me ajudar a sorrir nas madrugadas - com as mensagens por celular então, nem sei fale... Só que chorei, chorei mas, novamente, não pude deixar de sorrir, pois sei que estás feliz, apesar de estar ficando mais velho, ops.. mais experiente hehe! Não pude conter minhas lágrimas ao ver que estamos separados por uma coisa chamada "distância"... e essa distância me faz sonhar e acreditar que um dia, seja ele qual for, poderei estar ao teu lado e te abraçar, abraçar muito e poder te dizer "Feliz Aniversário!"

Desejar 'feliz aniversário' é uma incontável soma de anos a serem acrescentados em sua vida, por isso feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário.... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário.... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário.... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário.... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário.... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário... feliz aniversário.... 
Desejo não só um sorriso teu, mas um grito de felicidade! 
Desejo que ainda dê muitos passos e conquiste seus objetivos, pois capacidade para isso não lhe falta, pelo contrário...tens um futuro brilhante e de bastante sucesso ainda pela frente;


Desejo que tenhas sempre a felicidade em seu olhar, não só neste dia mas em todos os dias de sua vida.

"Conta teus anos não pelo tempo, mas pelo espaço que fazes em teu coração. Pelo gosto de tuas aventuras, de tuas buscas, pelas vezes que tiveste coragem de partir, pelas sementes que lançaste, pela medida do teu coração, capaz de amar a todos. Conta, não pelas desilusões que tiveste, mas pela esperança que infundiste, pelo o que fazes dos teus anos. Não pelas vezes que celebraste aniversário, mas pelas vezes que teu aniversário se tornou uma Celebração de Vida."
E mesmo não sendo freqüente, mesmo não sendo nem lembrada, quero que saibas que em minhas orações sempre falo de ti... e peço a Deus que te dê muita saúde, sapiência, virtudes e virtudes, forças e forças, pra superar os obstáculos que o destino acabou colocando em nosso caminho. Não tenhas pressa em conseguir o sucesso porque ele vem passo a passo para que cada nova conquista seja motivo de infinitas alegrias. Ah, busque, também, em cada amanhecer a vontade de viver, mas nunca, nunca deixe de pensar em mim... 
Saibas que hoje minha alma está em festa, e mesmo estando longe irei brindar contigo à sua saúde, à sua felicidade, à tua vida.
E é com todo carinho e sinceridade que desejo que sejas, e continues sendo sempre, imensamente feliz!Parabéns! Imensas saudades!Beijão e até!
Enviado para .hd...7@hotmail.com em 24/04/2009

quinta-feira, 3 de março de 2011

Seu olhar foi de encontro ao meu...

Seus olhares foram cruzados...
Seus olhares se cruzaram...
Houve um cruzamento de olhares...

Não encontro maneiras de descrever tal momento. Nunca irá ser igual: aquele olhar, aquele sorriso...

(Já comentei sobre o sorriso?) 
Foi super instantâneo sorrir e mirar-me. Tremores, na hora. 

Talvez a altura tivesse chamado sua atenção, ou fora as cores, verde e branco, da camisa que vestia, ou quem sabe, aquele olhar penetrante junto do belo sorriso - sem mais delongas, acredito neste último, sem dúvidas - que só durou cerca de dez a 
quinze segundos. Dá pra acreditar?! Foi uma 'simbiose' ocular nunca vista!

Eu poderia dizer que fiquei ali paralisada, sorrindo que nem uma boba, enquanto o mundo acontecia do lado de fora (de fora daquele momento), com todas aquelas pessoas falando, carros em movimento, música tocando, minhas amigas gritando: "Alô! Terra, cha-man-do!", e, adeus ao encantamento. Confesso que só escutei a parte do "...rra, cha-man-do!", seguida da leve sacudida em um dos meus ombros. Virei para elas com cara de "isso não está acontecendo comigo, me belisquem!", mas falando suavemente alterada:
- Porra, o que é?
- Eeeeeeei’Ta Precisa Matar? – retrucou uma delas, que continuou dizendo – É TPM, ou o quê?
- Tá, tá, foi mal, desculpa! – respirei fundo, fazendo uma cara do ‘Gato de Botas’ do Shrek, bem de ‘não sei o que aconteceu!’
De repente, volta uma singela ânsia de sentir tudo outra vez.
Inquieta, passado uns cinco segundos de pausa simbiótica, viro em direção a ele: - Ué,  cadê? – A essas alturas, já tivera entrado na festa. É que ele estava na fila da porta de entrada do clube, e eu na frente, há alguns metros, perto da rua, à procura de um táxi rumo a outra festa porque esta festa tá chata pra caramb...  ops, estava chata!

Continua a ação em posts a seguir...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sweet dreams, again: talvez...

Tantos sonhos, rum.
Hoje foi a vez de sonhar com o Mateus, um escorpiano que tá, só, lá do outro lado do país. Bateu uma saudadezinha. Talvez dele, talvez dos momentos, ou do lugar, ou desse tempo...
O senti bem próximo - podem exagerar na ambiguidade, não me importo porque o sonho foi beeeeeeeeeeeem legal.
Então fui no orkut, o procurei nos amigos e deixei um recado PRIVADO hohohoho. Talvez, ele compartilhe com o pessoal da república que mora, mas e daí? Conheço todos mesmo, sabem dos fatos - as meninas, uns amores, até ajudaram na festa de Bagé. E o Fran? Futuro ex-quase-cunhamigo eiauehaiuehaea
Anyway... Sem mais delongas, cansada a lot pelo quarto. Não vejo a hora de vê-lo ajeitadinho. Amém!

Peace and love in the eARTh
Kisses
xxooo

sexta-feira, 19 de março de 2010

"Era uma vez o amor. Aí eu fui lá e matei. Fim!"

"Eu te amo"

Sabe que não é fácil dizer isso com todas as letras. Não, não é nada fácil mesmo, não pra mim, acredite!

É difícil dizer qual a data ideal pra se dizer 'eu te amo'. Pode ser depois de um ano, ou de 6 meses depois de ter conhecido a pessoa. Tem gente que ama tanto, que se conhece uma pessoa hoje, amanhã já diz "eu te amo" pra ela. A esses o meu Honra ao Mérito, e umas pontas de inveja: por simplesmente saber amar e se entregar no amor. Infelizmente, não sou assim.
Sou daquela comunidade do orkut, e da teoria que diz: "Te amo não é bom dia". E não é mesmo! 'Bom dia!', a gente diz pra qualquer um, a qualquer dia, se quiser, todos os dias. "Te amo", não! Pra dizer um 'eu te amo' tem que ser num dia especial, pra alguém especial. Pra me entregar assim, tem que ser algo/alguém muito, muito, muito, importante. Muito importante mesmo!


E eu? Amo sim, claro, mas não dessa forma tão 'dada'. Amo discretamente, comigo mesma, e não faço questão que a pessoa saiba. Digo, é claro que quero que saiba, mas é que tem gente que, como já disse, vive dizendo isso e ao longo do tempo soa tão... falso!
O meu dizer 'Eu te amo' são com algumas pistas. São algumas palavras que correspondem à minha forma de amar, de admirar, de dizer que amo e admiro. A palavra/expressão que vem em primeiro lugar, correspondente ao meu "eu te amo" é o "amo tu", ou "amo tu tatu", ou "amo-te", e essas variações. Depois vem aqueles típicos emoticons. No msn: (L); ou um 's2', ou ♥. Quando dobro pra mais de uma letra seguida numa palavra, como: "beijãaaao", "se cuuuuidae", "saudaaaades", "atéee", ou o próprio nome da pessoa.


Enfim, não vou mais escrever a respeito disso. Só posso dizer que o meu "eu te amo", de ontem pra cá, tem sido pra algumas músicas MARAVILHOSAMENTE ESCRITAS, CANTADAS E RITMADAS. Poderia dizer que tô extremamente apaixonada pelo dom da arte, da escrita e, principalmente, pelos grandes artistas que compõem o cenário da música popular brasileira.

Mas o que eu queria dizer mesmo, era um 'eu te amo' com alguma dessas músicas que tenho escutado, dedicado a alguém que eu realmente amasse... que eu amasse... ama...ssar!
Amassar. Por enquanto o meu 'eu te amo' tá amassado. Acho que foi até jogado na lixeira. Amassei e joguei na lixeira. Amassei e joguei na lixeira, mas o carro de lixo ainda não passou pra pegar o lixo da lixeira. E eu nem faço questão de pôr o lixo da lixeira pra fora pra que o carro de lixo o pegue. Será que espero um dia recuperá-lo? Não, não! Deixa ele lá amassado! Um dia, quem sabe, é pra isso que existe a reciclagem, não é?

Enquanto isso, algum novo amor seria legal. Enquanto isso, algo novo vai ser legal!

Mas mesmo assim, enquanto isso...
continuarei a me perguntar:

Cadê o 'you' do meu 'I love'?

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Tchibum!: BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN ... Game over!

Acho que agora sei como o Marcelo (Paiva? meu íntimo? ohh!) se sentiu quando bateu com a pedra no lago em "Feliz Ano Velho"...
BIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN: é como ouço agora!

***e a bomba é***
ELE TÁ NAMORANDO!!!!

AI MEU DEUS!
E é isso mesmo, ele tá namorandtsoksaeaeagoiaj... que porra é essa? Nem sei pq isso tudo... eu nem gostava mais tanto dele... (dando de ombros) Na verdade, acho que nunca gostei... (dando de ombros, de novo)

Acabei de ver no perfil do orkut... e olha que depois de décadas, sério mesmo, desde o mês passado que não olhava... e tava lá: simplesmente, namorando.
Quase tive um troço (jura?) Juro!

AI MEU DEUS!
Se eu tivesse ao menos porrona, mas não, li isso mesmo e quase caio com cadeira e tudo pra trás... quem Jah(bo) é essa piri(cat)? Arrrgh ¬¬'

Tá bom Suede, sem xurumelas, tu tavas muito bem lá no quarto, vendo filme; isso pq depois de ♪vinho à beça na cabeça♪, de uma noite regada de amigos, diga-se de passagem, um dos melhores dias desse ano, chegastes às 4h e ainda não se aquietou. Foi ver filme. Não foi o bastante, né? Não ó, não conseguia dormir e vim pra cá ver 'las novis'. TOMA! Bem feito! Podia ter dormido sem essa. ♪Tahí!


*se recompondo*

Ok. 'crasse', por favor! Opa, tô viva...ao menos isso u.U
Tô? Tô! É, tô, valeu aí blog! Vou pro quarto conversar com outro amigo meu: Traveeessseiiroooooo..
Até outra pedra ;)


Pedra?

Ai meu Deus...
Fui!


ZzzZZZZZZ

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Surreal, Trivial, Irreal

O encontro parecia ser tão surreal, quanto de quem ultrapassa a linha do equador.
Quando mais jovens, quase como irmãos, eram vizinhos, colegas de classe, dividiam os mesmos grupos de amigos. Saiam para as mesmas festas, faziam festas, apresentavam um par ao outro - a ele, apresentava minhas amigas, e ele me apresentava seus amigos.

Tínhamos inúmeras confidências e aventuras, como de por exemplo, no dia em que, nas primeiras vezes que peguei no carro dos meus pais, bati num poste da minha casa, apagando a luz em várias outras casas ao lado, e ele? tava do meu lado, pois era madrugada e estávamos em uma festa. A intenção era ir em casa, trocar de sandália e voltar pra festar até o amanhecer. Depois dessa? não teve como voltar - ele foi pra casa dele, não contou pra ninguém e no outro dia, assim como até hoje, rimos horrores do acontecido.

São inúmeros os anos, talvez uns cinco e sempre, sempre muitas historinhas de casais nos envolvendo, de outras pessoas falando, implicando... Implicando? Quem diria que numa bela e estranha noite de amanhã, fosse tudo acontecer de uma forma tão... tão... surreal!
Fato consumado, confidências reveladas, confusões armadas em minha mente... tsc tsc
Como disse uma amiga bem próxima "Amor típico de amigos: um amor incubado! rsrs"
É, e rio agora, tanto pelo comentário quanto pelo fato em si, pela surrealidade de tanto tempo...

Isso sim é que é um grande presente passado presente!


p.s.: baseado em histórias de amigos


Até
=*