segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Take me home

Música, ah a música! Derreto de amores por ela. Sinto que é um sentimento recíproco. Ultimamente temos caminhado lado a lado. Deixo algumas enfileiradas, nomeadas de acordo com o humor. Algumas são propícias tanto para serem consumidas no trabalho, quanto para correr. Outras, para quando formos dormir. Tem as mais audaciosas, minhas preferidas, por sinal, dedicadas somente para os momentos de profundo prazer, encaixe do corpo e alma, relaxante muscular e da mente... Me arrepio só de pensar em todo esse conjunto trabalhando juntos, uau!
Tem os rocks cheios de solos de guitarras e os outros dos anos 60 e 70 que são bons para matar a sede tomando uma cerveja, uma dose de alguma bebida barata, fumando cigarros, bailando no tempo e no universo paralelo.
Tem aquelas da qual sinto falta: as cheias de personalidade e de letras poéticas. São os sambas e mpbs, pop/rock e reggae brasileiros. Caramba, tinha uma época que eu era boa em fazer playlists totalmente brasukas, e totalmente gostosas de serem degustadas. Hoje em dia não carrego mais essa habilidade. É muito clichê ter Cazuza, Caetano, Bezerra da Silva, Belchior pra quem está com o estado de espírito lá embaixo. É o mesmo que estar escutando outro idioma, não entenderia bulhufas. Foda-se! Funk é mais fácil, e daí!? Brega é meu forte!
De qualquer modo, ainda tenho continuado a respirar música. Como já disse, nosso caso de amor é mútuo, nos amaremos de qualquer maneira, afinal toda forma de amor é válida!

Nenhum comentário: