sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Nada nos deixa tão solitários...

quanto os nossos segredos!



De repente, vi isso na atualização do windows live da Cacá.
De repente, essa frase tocou lá no fundo...
e,
de repente, é uma frase que exprime tudo o que tenho passado. tsctsc




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sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu quuueeeero de voooltaaa

Meu coração
Eu pus no bolso
Mas apareceu um moço
Que tirou ele dali
Não!
Isso não é engraçado
Um coração, assim, roubado
Bate muito acelerado...

Devolve, moço
Devolve, moço
O meu coração
No bolso...





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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

[Re]Vela - Iluminais nossos caminhos


Revelar-se-a

Sobre o ato de revelar, é previsível mostrar-se, o todo, em si, assim.

Nesse ponto ainda sou contraditória para relacionar esses dois aspectos: o misterioso, sentimental, introspectivo; do, exposto, livre, aberto e sensacional.

Ao mesmo tempo em que se preza pelo ato de esconder-se, o esconderijo, no final, não chega perto do ápice da fuga. E por mais que se preze em revelar-se, os outros seres nos definem como, ao nosso entender, fôssemos a mesma pessoa: eu; pelo contrário, é um ser descrito totalmente diferente do que imagina (acredita) ser; é tão exposto que chega a retrair: ei, não me vejo assim, sou o contrário, não percebe?

Tudo aqui quer me revelar?
Seria essa a beleza e o mistério do ser humano? Ser um livro aberto, cheio de letras, pontos, números, linhas, parágrafos, linhas e folhas intermináveis; ser incompreensível de tantas perguntas e exclamações, como também por pensamentos e palavras mirabolantes? Ou é ser fechado, com uma linda capa, breves páginas, capaz de ser lido e devorado em algumas poucas horas, fácil de ler, aprender, prever?

Tudo aqui quer me revelar!
Se já tenho algo revelado, não sei, mas se o desconhecido é tão belo e atraente quanto a revelação, céus, não sei porque ousas continuar parado e escondido assim! tsc tsc rs rs

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Surreal, Trivial, Irreal

O encontro parecia ser tão surreal, quanto de quem ultrapassa a linha do equador.
Quando mais jovens, quase como irmãos, eram vizinhos, colegas de classe, dividiam os mesmos grupos de amigos. Saiam para as mesmas festas, faziam festas, apresentavam um par ao outro - a ele, apresentava minhas amigas, e ele me apresentava seus amigos.

Tínhamos inúmeras confidências e aventuras, como de por exemplo, no dia em que, nas primeiras vezes que peguei no carro dos meus pais, bati num poste da minha casa, apagando a luz em várias outras casas ao lado, e ele? tava do meu lado, pois era madrugada e estávamos em uma festa. A intenção era ir em casa, trocar de sandália e voltar pra festar até o amanhecer. Depois dessa? não teve como voltar - ele foi pra casa dele, não contou pra ninguém e no outro dia, assim como até hoje, rimos horrores do acontecido.

São inúmeros os anos, talvez uns cinco e sempre, sempre muitas historinhas de casais nos envolvendo, de outras pessoas falando, implicando... Implicando? Quem diria que numa bela e estranha noite de amanhã, fosse tudo acontecer de uma forma tão... tão... surreal!
Fato consumado, confidências reveladas, confusões armadas em minha mente... tsc tsc
Como disse uma amiga bem próxima "Amor típico de amigos: um amor incubado! rsrs"
É, e rio agora, tanto pelo comentário quanto pelo fato em si, pela surrealidade de tanto tempo...

Isso sim é que é um grande presente passado presente!


p.s.: baseado em histórias de amigos


Até
=*

domingo, 10 de janeiro de 2010

... que sufoco!

Adoraria ter de expressar todos os sentidos variantes e indecifráveis no qual, neste momento, pertuba todo esse meu ser - diga-se de passagem, minha dor de cabeça.
Minhas dores de cabeça, normalmente, chegam nos momentos mais pensantes de minha vida. Eis que tal é de tão importância que, quando ocupada, pertuba de tal maneira, que... que... fico com dor de cabeça!
Ok. Não querendo ser reticente ou deslocada a ponto de tantos rodeios, o fato é que ando com umas vontades tão absurdas e mirabolantes, que às vezes, nem eu mesma sei o que há de ser feito, ou se há algo a ser feito.
De repente, é uma fixação em uma coisa (alguém) que creio que só há no meu imaginário, só pode. O pior é que este ser não é imaginário! QUE DROGA! UURGGGH
O que mais chateia é o fato de ambos se esquivarem, se esconderem, fingir a não existência de um ou outro. E pode ser que isso realmente aconteça, mas não é possível, não acredito.
Tá parecendo história pra boi dormir - e falando nisso, será que boi dorme? Sei lá, nunca vi boi dormindo, ou vaca... enfim; ao que parece história pra boi dormir, não é, é apenas um meio de desabafo contra essas tecnologias e distâncias que nos aproximam tanto das pessoas que se escondem atrás de ferramentas de convivências virtuais como: e-mails, orkut, twitter, blog, sms... tsc tsc tsc
Não é nada contra, pelo contrário, até porque me encaixo nessas pessoas rs; ah, mas vamos viver também né? Caramba, isso só serve pra causar ciúme, uma mania, realmente, de perseguição, de que é perseguida ou seguida, como no twitter; e só bato com a língua nos dentes, não é? Afinal, é exatamente meu ponto fraco: ficar olhando a foto, tendo notícias, saber sobre o que tá pensando.... QUE DROGA! [2]
Meu Deus, Meu Santo e Queridíssimo Deus, isso é normal? Olha só, de uns tempos (dias) pra cá, isso tem aumentado; é difícil ter de explicar porque só penso nesse bendito, e nem és Tu, me desculpe =x  Sinceramente, não me conheço, mesmo, mesmo! - É patética a tentativa de descrição de tal sentimento (?!) - E a vontade que tinha naquele dia era só de tê-lo! Meu Deus, mas que idiota - não ele, eu - ou ele, também, tanto faz; quer dizer, principalmente ele, afinal, tudo conspirava a favor, mas não, o ser é mais lerdo do que a mais lerda das lesmas! Não, não é exagero, é a verdade; quer dizer, nem sei mais o que é verdade; só o fato de pensar que ele deseje a tantas outras que não eu, me dá um nó na cabeça, a bendita dor de cabeça, aff! Tá bom, mais uma vez, não posso dizer muita coisa porque, bom, a carne é fraca (dessa ser), Tu sabes disso :x
Eis, então, uma (re)solução: cortar laços, não falar, não mandar mensagem, somente espiar/ler os tweets, não mandar/responder sms - esse é o principal, e parar de vez com essa história que nem começou. -UAU, sinto-me aliviada!
Agora é seguir, com a certeza de que há algo bom pra acontecer em 2010. *dedos cruzados*
Sabe, sinto mesmo que já até começou 'alguma coisa' no final do ano passado, e quero mesmo é que neste ano, dê tudo muito certo: profissionalmente e pessoalmente falando. Este é o ano das chances, das oportunidades, das conquistas, do sucesso, do amor! AMÉM, que assim seja!

♪Não posso mais alimentar a esse amor tão louco, que sufoco♪
Termino com essa frase da belíssima música de Alcione, Sufoco, no qual, encaixa mais ou menos o que fora dito neste pequeno desabafo-post.

Que venha 2010!
=*

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Altar Particular

Tenho tanto pra escrever, mas sério, toda vez que entro no blog pra postar algo, de repente, vrupt... nada convém, nada aparece, nada, nada, nada... a não ser um branco, ou alguma música.
E o que quero não é escrever pensamentos e palavras descritas em músicas, não. Quero tentar deixar datado o que sempre 'maquino' pra postar aqui, e que, de repente, assim, do nada... vira nada!
QUE RAIVA!!!


No mais, FEEEELIZ NATAAAAL!
Cê sabe que te adoro, verdade mesmo! Tem horas que só tu sabes me entender... tá certo que às vezes te troco pelo travesseiro, mas meu relacionamento contigo é bem mais duradouro, são quase 5 anos , ou mais, ou menos, sei lá... Aaaaaaaahhh eu te amo mesmo!!! Obrigada por tudo, e espero que teu reveillon seja maravilhoso. Que ano que vem, encontre algum blog que lhe dê a atenção necessária, pq tu mereces!

Hasta
=*

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Que ladeira é essa?

Essa ladeira
Que ladeira é essa?
Essa é a ladeira da preguiça
Essa ladeira
Que ladeira é essa?
Essa é a ladeira da preguiça
Preguiça que eu tive sempre de escrever para a família
E mandar contar pra casa
Que esse mundo é uma maravilha
Pra saber se a menina já conta as estrelas
E sabe a segunda cartilha...[]

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Um pequeno imprevisto

Eu quis querer o que o vento não leva
Prá que o vento só levasse o que eu não quero

Eu quis amar o que o tempo não muda
Prá que quem eu amo não mudasse nunca

Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos,
Bem devagar, ponderado... perfeitamente equilibrado!



Até que num dia qualquer,
Eu vi que alguma coisa mudara.
Trocaram os nomes das ruas,
E as pessoas tinham outras caras.

No céu havia nove luas,
E nunca mais encontrei minha casa,
No céu havia nove luas
E nunca mais eu encontrei,
minha casa!



Ainda agora tava escutando a rádio e começou a tocar essa música dos Paralamas. A letra me parece tão familiar, consigo me imaginar nela, ou talvez seja porque ela consegue exprimir o que quero, ou o que quis, ou que um dia quisera...

E eu espero, sinceramente, voltar numa casa que não é minha, mas que me faz lembrar de coisas tão incríveis. É um lugar fantástico, tão calmo, uma cidadezinha tão.. tão...meu estilo, na dela, que me lembra da vovó, e de quando sentia cheiro da chuva, e do frio, e da água gelada do igarapé... Cidade que me sentia nas nuvens, e que sentia o cheiro do carangueijo, do açaí, e sentia medo de uma estátua em frente à igreja matriz, um padre-cênego Calado.

Ai ai
eu quero tudo isso de novo e como quero!

Diferente de um jeito bate?

?esquerda pra direita da leem não pessoas as Por quê


trás...?
pra
costas
de
não
e
frente,
pra
frente,
de
andar
baixo,
pra
cima
de
são
que
coisas
as
sentindo
tem
se

quê
por
E


Assim, me bate essa inquietude,
essa vontade louca de questionar respostas vagas,
de responder inúmeras perguntas.

Hoje tive um sonho estranho.
Sério, estranho mesmo!
Estranho do tipo: será que é saudade, é lembrança, é nostalgia, é um sinal?
Era uma sensação tão perto, tão presente, tão intensa...
Parecia tar vivendo naquela época, coisas do tempo de escola, amizades deixadas pra trás...
Por conta minha? Sei não, porque outras amigas minhas, coincidentemente, também perderam 'contato' com essa pessoa.

Ah sim, e no sonho era uma amizade 'tão-tão', que na minha mais pura sinceridade, depois de um certo tempo de 'atualizações', entrava no assunto, pra saber o porquê tinha deixado de falar com 'a gnt', comigo. De repente, a conversa já não era cara-a-cara, era por telefone, e lembro que decorria mais ou menos assim:
- Olha, eu sei que agora estamos de bem, mas devo te fazer essa pergunta...
E do outro lado da linha, só escutava um respirar forte... - Su, acho melhor não.
- Ué, mas por quê?
- Por que eu lembro de coisas tristes e choro...
- Sim, eu poderia muito bem nem falar mais contigo, certo? Amor próprio, cruzes! [sim, essa frase Dammy, fez parte do sonho de hoje kkkkkkkkkkkk]
- Tá, então diz...
- Por quê só agora cê tá voltando a falar comigo, desculpa dizer, mas depois de muito nariz empinado, ficou sem amigos, é isso?

Era um choro infinito, daqueles soluçados, e nenhuma palavra dita, nenhuma resposta...


E acordei!



Eu hein, fui tão sincera, não que não seja, claro, mas essa foi somente parte de uma parte do sonho.
Começava que tentava me esconder de qualquer jeito de alguém. Que alguém? Sei lá!
Depois, já tava na casa da Keila. Ela tava dormindo, enquanto que o pessoal da faculdade tavam lá. Eu perdia minha sandália, que era confundida com a dela: imitações havainêsticas, de cor rosa.
Quando me via, estava no bradesco de Goiânia! [Uau, agora viajei legal] Creio que seja lá, pq o centro era bem parecido: ruas largas e bem asfaltadas, lojas com lindas fachadas... Saía, e encontrava bem na frente, parada na calçada, a Zâm de cabelo beeeem curto, um chanel muito fofo. Tava de blusa branca, manga longa e gola até o pescoço; calça jeans, com uma bolsa grande preta, óculos preto-marron-amarelo [sei lá que cor é aquela] na cabeça, uma bota meia-canela marron - parecia ser de camurça; e com aquele sorrisão:
- Zâaaam???
- Oooooie Suh!
\oo/
E a gente andava o centro adentro.

Lembro que atrás, vinham a Natxi, a Suéllen, Dammy e a Indira [desenterra]
Entrávamos numa loja de roupas. Horas antes, tinha entrado nela e tava tocando uma música terrivelmente chata. Chamava a moça, não pra ver uma roupa ou coisa assim, mas pra saber se ela podia trocar de música e colocar algo mais ritmado, jovem, que pudesse pulsar mais adrenalina e incentivar mais na compra e até pra atrair mais clientes: rock, dance, música eletrônica, por exemplo. [rum rum, é normal sonhar com esses detalhes todos?] Voltando ao sonho, entrávamos na loja pq era atraída pela música: ♪One way, or anooother♪ com a versão da Joss Stone e Blondies cantando. Quando entrava e via que era na tal loja que tinha entrado antes, gostava e começava a escolher uma blusa rosa. A atendente chegava junto, era a mesma pra quem tinha dito de trocar a música, e ela falava: "incrivelmente mais pessoas entraram e compraram, hoje", com aquele riso de "pô, valeu". E eu, toda besta ainda dizia "mudou a música né? acho que agora vou ser uma dessas pessoas!" ;)

A cena muda, e estamos andando no centro daqui de Itaituba, não vejo mais ninguém, aparentemente, teoricamente, vinham beeeeem atrás de mim.

E volta ao começa do texto...


Entendeu? Não?
Ah, é pra eu não esquecer mesmo. U.u =x heiasueahseiauh
;*




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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sweet Dreams

Nessa semana sonhei 2 vezes com gêmeas, e nessas duas vezes seguidas, eram as mesmas.
Taí um de meus sonhos reais: ter filhos(as) gêmeos (as). Biologicamente, tenho 50% de chance, pois meu avô materno tem um irmão gêmeo. Comos eles (meus avós) não tiveram nenhum filhos gêmeos, e nem seus filhos tiveram filhos (netos) gêmeos, é provável que nossa geração, a dos netos, tenha! \o/

Voltando ao sonho, por coincidência, no dia que sonhei pela segunda vez, estava andando pelo centro e... não é que vejo uma delas comprando em uma loja!?
Já estudei com as duas, mas lembro que na 3ª série foram embora pra Goiânia? Sei lá, só sei que por esses tempos voltaram para esta cidade, e creio que não lembram nem da metade da turma. Grandes coisa, também, mas o fato é que infelizmente, ou felizmente, tenho boa memória. Costumo associar os rostos das pessoas com situações, números, locais, essas coisas.
No mais, aí vai o significado que achei pra quem sonha com gêmeos:

Sonhar com gêmeos: sorte no jogo e no amor. Prosperidade. Mudanças na vida para muito melhor.

Espero mesmo! *dedos cruzados*

See ya later!
Maybe in Belém? Uuhu =D
=*




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De banda, quem canta encanta?

Já diz o ditado "Quem canta, seus males espanta".
Que espanta o mal, não sei, mas umas pausas, fermatas, sustenidos e bemóis, que chegam, assim, do nada, em ritmo que não existe... aí deve espantar, com certeza!

Eu sou uma dessas: canto ruim pra caralho! Até que não sou desafinada, o problema são só as cordas vocais, o modo que ela sai, a tonalidade e o som que sai no amplificador. Não é minha voz, essa, definitivamente não é minha voz!

É interessante falar sobre isso, pq quando escutamos nossa voz ao falar no microfone, ou em uma gravação qualquer, sai uma coisa totalmente diferente do que achamos escutar.
A minha é assim: taquara rachada.
Que horror, e eu que pensei que ela fosse grave...

Tá bom, tá bom, confesso que AMO cantar, e que pode até ser que eu saiba cantar direitinho, tenha uma voz ajeitadinha e tal... Na verdade, essa é uma das únicas ferramentas que me fazem flutuar, navegar em algo desconhecido, que mesmo sabendo onde vai dar, é diferente, uma sensação diferente, e de liberdade, ô liberdade divina: cantar, cantar, cantar...

Sério, um dia pensei em ser cantora. [e meus dedos tendem a confessar automaticamente o que minha mente grita] - ok, ainda penso nessa possibilidade até hoje.
Não uma cantora solo, ou dessas que tem um vozeirão, sentam num banco e tocam violão adoiado, não. Também, não tão ao extremo de pular e cantar em trios elétricos por 25 horas num dia.

Penso em cantar numa banda, com várias pessoas queridas ao meu lado, levando consigo o prazer de viver de música e compartilhando um prazer de viver musicalmente.
Penso em cantar pelos quatros, oito, trinta, cem cantos do mundo, pra receber energia daqueles que carregam no peito um respirar da música, um saber impagável e o simples fato de estar ali, ligados através da música.

Quer energia maior que essa?
Ah, como é bom!
Recomendo seus mais diversos segmentos: aprender a tocar um instrumento, dançar, o simples fato de apreciar e escutar, até mesmo cantarolar ao falar, ou sentir o som da sua própria respiração, coração batucando, sangue dançando...

Cantar: verbo.
Encantar: verbo.
Banda: lado; grupo musical com vários instrumentos.
Música: derivação do verbo sentir, cantar, encantar, concentrar, dedicar, amar...

Música? Sem ela não vivo.
"Sem a música, a vida seria um erro" Frederich Nietzschie.
E ninguém encantaria, ou cantaria, ou viveria ou etc...
 

=*


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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

#milagresacontecem

Faz 1 ano e alguns quebrados que fui adotada e, logo, membra de um quarteto.
Um quarteto que depois virou sexteto, e que de sexteto, virou, caramba, fuleragem??? ahAhAhaha

É um quarteto que é fantástico, mas não tão espetacular. Ele simplesmente, é humano, é normal. Às vezes umas tão cagadas, outras super tridestilada...

E a verdade é que, após quase 4 longuíssimos e bem vividos meses, após Julho, eis que nos reencontramos, assim, ao acaso, ao léu no msn. Simplesmente ontem, em um loongo espaço de tempo, estávamos as quatro, Zâm, Natxi, Dammy e eu, interligadas, mesmo que com humores diferentes, pensamentos diferentes, assuntos diferentes..
Estávamos ali, e sim, foi um momento tãaaao único, que gostaria de deixar datado e assinado, que enquanto eu tiver o msn de vocês, o n° de celular, souber o endereço, e-mail, onde quer que estejam, estarei sempre pentelheando-as, mesmo que seja com um simples "oi cara de boi =D" pq amo realmente as pessoas de vocês, em presença física e mental.

 ♥4

- um post quase que exclusivo, vindo diretamente do e-mail. Tomara que dê certo.
beajooo


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sábado, 21 de novembro de 2009

Engraçado

Engraçado
(...)

Quando algo me surpreende;
Quando vejo algo a mais do que pode ser visto;
Quando rio devido a coincidências, acasos, destinos acontecidos;
Quando algo hilariante e sarcástico acontece;
Quando as contradições se encontram;
Quando as verdades se encaixam;
Quando driblas das mentiras, mentindo, às vezes, pra você mesmo e jura que tá abafando;
Quando vejo um emoticon de um peixe com celular na cabeça, aparentemente, um desenho de peixe-super-trash-com-celular-na-cabeça-desenhado-em-paint, achando tudo aquilo ser uma tremenda balela, e ao surgir a frase "Peixo me lica", muda todo um contexto... é [b]engraçado[/b]!

Engraçado, é usar a criatividade, contar algo interessante, alguma coisa séria, mas acabar sendo engraçado pelo simples fato de se questionar no final "não é engraçado tudo isso?";

Pra mim, em pelo menos, na maioria das coisas, há algo engraçado a ser destacado; seja algo dramático, ou sarcástico; pensante ou bestante; alegre ou tristonho; melancólico, nostálgico, complacente ou simplesmente quando se tem objetivos e metas a serem alcançados e seguidos, acreditando em algo, e indo em busca do que se quer...

Engraçado pode ser adjetivo para filosofia ou complemento a uma religião. Pode ser o amor extendido à uma palavra maior ou um amigo, que te apoia imensuravelmente mas que também te faz enxergar o óbvio, mesmo que pra você não esteja óbvio.

Pode ser um caleidoscópio e suas diversas formas; um jeito de andar, de chorar lembrando do passado, de sorrir pensando nas perspectivas para o futuro.

Engraçado são suas ideologias, letras, canções, frases, vírgulas, expressões matemáticas, fórmulas, experiências químicas, tombos, troféus...

Tudo pode ser engraçado, basta que encontre um fato engraçado e dê vida ao sentido de como você vê e acredita ser...

Enfim, engraçado não é apenas engraçado, é mais que Engraçado!

Engraçado isso, não? rsrsrs




Em 15/09/2009 às 1:49 a.m by S.F

♪ :D o/

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

20 de novembro: Consciência?

No dia 20 de novembro, atualmente, no Brasil, é comemorado o dia da Consciência Negra.

Eu sou negra. Sim, eu sou sim!
Meu sangue negro corre em veias, aparentemente, em um corpo branco, meio amarelado e azul ao mesmo tempo.

E o que mais me indigna é o fato de sermos todos negros de nascência, e ainda criarem leis como essa, que fazem, ao meu ver, discriminar ainda mais, criar um preconceito que na verdade já é um conceito mais do que formado.

Ontem fui assaltada enquanto caminhava aqui pelo bairro mesmo, com uma amiga. Era cerca de 20h, e fomos surpreendidas por duas 'consciências'. Demos os celulares né? Foi o jeito, afinal, um deles apontava uma 'pequena' grande faca (facão).

A parte interessante é que corremos de lá do acontecido até minha casa. Sim, pelo menos a caminhada não foi jogada fora, pois nessa corrida corremos cerca de uns 700 metros. Os celulares não eram MP11 ou smartphones, blackberrys e tal; o da Cacá é um famoso da Nokia de lanterninha, que dizendo ela, custou R$ 29,00 rsrs. E o meu, é um motorola K1 vermelhinho, com a tela toda quebrada, bateria que de tão arriada vive plugada no carregador diariamente, e bloqueado quando desligado.

Ou seja, só falta bloquearmos as linhas, que por sinal, acabei de consultar pelo vivonline e não foi utilizado em nada - meus créditos tão todos lá, ainda. Uau! Esses sim são conscientes!


No mais, deixo aqui minha pequena indignação num dia tão 'consciente'.

=*

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

♪Pois é: do lado de dentro♪

Ah, se eu aguento ouvir
Outro não, quem sabe um talvez
Ou um sim
Eu mereço enfim.

É que eu já sei de cor
Qual o quê dos quais
E poréns, dos afins, pense bem
Ou não pense assim

Eu zanguei numa cisma, eu sei
Tanta birra é pirraça e só
Que essa teima era eu não vi
E hesitei, fiz o pior
Do amor amuleto que eu fiz
Deixei por aí
Descuidei dele, quase larguei
Quis deixar cair

(tsc tsc)

Mas não deixei
Peguei no ar
E hoje eu sei
Sem você sou pá furada.

Ai! não me deixe aqui
O sereno dói
Eu sei, me perdi
Mas ei, só me acho em ti.

Que desfeita, intriga, uó!
Um capricho essa rixa; e mal
Do imbróglio que quiproquó
E disso, bem, fez-se esse nó.

E desse engodo eu vi luzir
De longe o teu farol
Minha ilha perdida é aí
O meu pôr do sol.

Eu quero paz,
Quero dançar com outro par,
pra variar, amor, não dá mais pra fingir que ainda não vi!

(...) – bem, como vai você? Levo assim, calado
de lado do que sonhei um dia,
como se a alegria recolhesse a mão pra não me alcançar.

Poderia até pensar que foi tudo sonho.
Ponho meu sapato novo e vou passear sozinho... como der...

Eu vou até a beira,
besteira qualquer nem choro mais.
Só levo a saudade morena, e é tudo que vale a pena!

Há de encontrar um encantador: um novo ou velho amor.

Vai te levar leve a vagar, prum lar de fina-flor...
E você vai ser mais feliz!