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só
quê
por
E
Assim, me bate essa inquietude,
essa vontade louca de questionar respostas vagas,
de responder inúmeras perguntas.
Hoje tive um sonho estranho.
Sério, estranho mesmo!
Estranho do tipo: será que é saudade, é lembrança, é nostalgia, é um sinal?
Era uma sensação tão perto, tão presente, tão intensa...
Parecia tar vivendo naquela época, coisas do tempo de escola, amizades deixadas pra trás...
Por conta minha? Sei não, porque outras amigas minhas, coincidentemente, também perderam 'contato' com essa pessoa.
Ah sim, e no sonho era uma amizade 'tão-tão', que na minha mais pura sinceridade, depois de um certo tempo de 'atualizações', entrava no assunto, pra saber o porquê tinha deixado de falar com 'a gnt', comigo. De repente, a conversa já não era cara-a-cara, era por telefone, e lembro que decorria mais ou menos assim:
- Olha, eu sei que agora estamos de bem, mas devo te fazer essa pergunta...
E do outro lado da linha, só escutava um respirar forte... - Su, acho melhor não.
- Ué, mas por quê?
- Por que eu lembro de coisas tristes e choro...
- Sim, eu poderia muito bem nem falar mais contigo, certo? Amor próprio, cruzes! [sim, essa frase Dammy, fez parte do sonho de hoje kkkkkkkkkkkk]
- Tá, então diz...
- Por quê só agora cê tá voltando a falar comigo, desculpa dizer, mas depois de muito nariz empinado, ficou sem amigos, é isso?
Era um choro infinito, daqueles soluçados, e nenhuma palavra dita, nenhuma resposta...
E acordei!
Eu hein, fui tão sincera, não que não seja, claro, mas essa foi somente parte de uma parte do sonho.
Começava que tentava me esconder de qualquer jeito de alguém. Que alguém? Sei lá!
Depois, já tava na casa da Keila. Ela tava dormindo, enquanto que o pessoal da faculdade tavam lá. Eu perdia minha sandália, que era confundida com a dela: imitações havainêsticas, de cor rosa.
Quando me via, estava no bradesco de Goiânia! [Uau, agora viajei legal] Creio que seja lá, pq o centro era bem parecido: ruas largas e bem asfaltadas, lojas com lindas fachadas... Saía, e encontrava bem na frente, parada na calçada, a Zâm de cabelo beeeem curto, um chanel muito fofo. Tava de blusa branca, manga longa e gola até o pescoço; calça jeans, com uma bolsa grande preta, óculos preto-marron-amarelo [sei lá que cor é aquela] na cabeça, uma bota meia-canela marron - parecia ser de camurça; e com aquele sorrisão:
- Zâaaam???
- Oooooie Suh!
\oo/
E a gente andava o centro adentro.
Lembro que atrás, vinham a Natxi, a Suéllen, Dammy e a Indira [desenterra]
Entrávamos numa loja de roupas. Horas antes, tinha entrado nela e tava tocando uma música terrivelmente chata. Chamava a moça, não pra ver uma roupa ou coisa assim, mas pra saber se ela podia trocar de música e colocar algo mais ritmado, jovem, que pudesse pulsar mais adrenalina e incentivar mais na compra e até pra atrair mais clientes: rock, dance, música eletrônica, por exemplo. [rum rum, é normal sonhar com esses detalhes todos?] Voltando ao sonho, entrávamos na loja pq era atraída pela música: ♪One way, or anooother♪ com a versão da Joss Stone e Blondies cantando. Quando entrava e via que era na tal loja que tinha entrado antes, gostava e começava a escolher uma blusa rosa. A atendente chegava junto, era a mesma pra quem tinha dito de trocar a música, e ela falava: "incrivelmente mais pessoas entraram e compraram, hoje", com aquele riso de "pô, valeu". E eu, toda besta ainda dizia "mudou a música né? acho que agora vou ser uma dessas pessoas!" ;)
A cena muda, e estamos andando no centro daqui de Itaituba, não vejo mais ninguém, aparentemente, teoricamente, vinham beeeeem atrás de mim.
E volta ao começa do texto...
Entendeu? Não?
Ah, é pra eu não esquecer mesmo. U.u =x heiasueahseiauh
;*
Agora a pressa é amiga da perfeição. Chegou Windows 7. Conheça.
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