quarta-feira, 8 de junho de 2011

In+esperado

"Gosto disso: do inesperado.
Destrinchando a palavra inesperar: in (dentro, em inglês) + espera.
Dentro, espera. 
Espera por dentro. Ex-pêra. Ex-maçã. Ex-terminadora.
O tempo é inesperado, e vivo a esperar por ele. Ele pode vir a qualquer tempo, e por dentro, espero, estou a esperar. 
O gosto da espera, ex-pêra, é áspero: talvez nem goste.
"Gost, do outro lado da vida" , disso eu gosto, vi em agosto de algum ano.

Traduzindo ao pé da letra:
Inespera: dentro é uma ex fruta.
Inespera: Inês,pera(mordedeus)"  S.F. em 30/09/2010


                          Viva o inesperado!



P.S: "Eu tô com o coração apertado ainda. Não consigo extravasar as emoções, não consigo chorar nem nada, só sinto uma dor desconfortável no peito. Estou nervosa, ansiosa, coisas desse tipo." J.D.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Dolce Far Niente

Eu devo estar enlouquecendo mesmo.
Hoje recebi um memorando do RH informando que estava de férias no mês de junho. Pensei: "legal!"
Em seguida: "Junho é amanhã! Eu não quero minhas férias!"
Como se devolve as "férias"? Fiquei ali, parada, no meio da sala, olhando pro papel, ele me olhando, quando meu amigo e colega de trabalho chega me chamando para irmos pro carro pegar no batente. Mais um dia de trabalho.
Horas depois, em algum lugar de minha querida cidade, ele solta, ali, no carro mesmo: "Far niente! Dolce far niente!" Fiquei pensativa: já escutara essa frase em algum lugar, mas onde? Dali mais uns 2 segundos, repeti em voz alta: "Dolce Far niente!" Parecia um duelo de duas palavras: "Dolce far niente", ele dizia, "Dolce Far niente", eu dizia. "Ah, 'Comer, rezar, amar'!" lembrei em pensamento. 
- Dolce Far niente, Su! Ainda vou fazer isso, um dia: nada! - meu amigo disse em alto e bom tom, com uma expressão tão boa e um sorriso de dar gosto, de orelha a orelha. Continuou explicando: - "Dolce Far Niente" é uma expressão italiana, traduzida ao pé da letra seria: "o doce fazer nada", mas é como a gente diz: "a doçura de não fazer nada!".
- É, italianos tem disso. Li num livro, uma vez, um italiano falando sobre um americano: do quanto são ocupados, capitalistas. E esse mesmo italiano contava: "oras, não sabe como gastar suas férias? Venha para a Itália que nós mostraremos: dolce far niente!" praticamente, eles são campeões nisso. Um dia vou à Itália, Elton! - revelei.
Ele riu, meu amigo soltou uma risadinha como se dissesse: "é verdade!" e completou, em seguida: - Su, perguntaram pro John Lennon: "Ô John, o que você vai fazer com tanto dinheiro?", e ele respondeu: "nada!", e então retrucaram com outra pergunta: "e por que você quer ganhar mais dinheiro?", e ele disse: "pra fazer nada!" rsr. Num é sábio?! - e continou falando - Olha, eu não acredito em reencarnação não viu, mas se fosse pra eu voltar, voltaria como cão, porque até quando se levanta o dono diz: "deita!", ou "senta!", "fica quieto!", ou seja, fazer nada, Su, um dia... - e abriu um sorrisão. 

Rimos, porque afirmei que 'faria nada', também.

À tarde, deparei com um cachorro. Não sei que raça era, mas era grande, de pelagem preta com amarela. Super dócil, tão dócil que mal cheguei perto, ele foi logo se deitando e rolando no chão, pondo as patas pra cima, pronto pra receber um carinho. Me aproximei mais um pouco: "ai meu Deus, o que está acontecendo?" martelava na minha mente, dobrei um poucos os joelhos e levei minha mão direito em seu pescoço, sua fuça... "ele é lindo! que fofo!" - "não, não, quê que tá acontecendo? esse cachorro gosta de mim, e eu até gosto dele" - "que fofura!" - "ele vai me morder? e se ele me morder?" - briga mente, briga comigo, briga!
Dolce Far Niente, Suede!
Não pense em nada, não faça nada, não queira planejar nada, nada, nada, nada... apenas viva! curta! seja doce e amável, até com um cachorro, que nunca foi seu forte, e de repente, assim, está sendo. Dolce Far Niente, Suede, para todas as coisas que ultimamente não estejam fazendo sentido, mas que de algum sentido, tem sentido.
Dolce Far Niente, para mim, para você, para eles, para nós.
Dolce Far Niente!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mulher de fases: Quem dera ser um peixe...


Após ser ignorada por alguns poucos amigos onde mendigava um pouco de companhia, decidi dar uma volta na cidade. Acredita-me que até nessa volta fiquei a ver navios? Nenhuma alma viva, nenhuma emoção, nem minha lanchonete preferida estava aberta. Vamos ter azar assim, mas nem tanto...
De repente, na volta, no caminho de casa, recebo um sms:
"A noite já estava linda com essas estrelas e a lua, agora melhorou significativamente. Olha aqui atrás..."
Achei estranho mas virei-me: 
- Oi. Quanto tempo! - numa moto à 10km/h., ele se aproximou, enquanto eu ainda caminhava pela rua.
- Pois é, é turista agora? Não podes sumir assim! - disse-me com um ar tão... sedutor?! e continuou - sobe aí!
Subir ou não subir? O tempo era tão curto que só pensei na ação e já fui subindo - já que estava no inferno, solitária, sem nada a fazer, e com alguns indícios de quem muito apronta, abracei o capeta, fui ao seu encontro - apronta-se de verdade, e o que for pra ser verdade, vai ser uma verdadeira história. 
Mas não consegui levar adiante - e eu me contento com tão pouco...
Entre a gente é um novelo de lã tão enrolado, que de uma novela, passa-se a uma saga: quase 3 anos! E nunca dá certo de nos acertarmos. Dessa vez, ele quer algo sério, mas estou num caos em série dividida entre a razão e a emoção, a liberdade e a união, a azaração, a pegação, a curtição... não, não, equívoco!

A verdade é que nós mulheres nunca sabemos o que queremos. E o que a gente quer é um amor afrodisíaco com humor afrodisíaco, mas achar um homem que te faça rir é tão raro, tão caro, e essa minha cara nem é tão cara assim...

O que mata é saber que nós mulheres nunca sabemos de nada. O que mata é sabermos que vamos de um extremo ao outro com uma facilidade tremenda. O que mata é despencar de uma altura e nessa queda, rir tanto, mas tanto, que a altura (à essas alturas) já nem importa tanto. O que mata mesmo, é esse nada, nunca estamos satisfeitas com nada.
E é esse "nada" que nos faz sermos assim: vazias e cheias ao mesmo tempo: indecisas, confusas, insatisfeitas.

Antes ser como canta Fagner: "Quem dera ser um peixe..." 
...seria bem mais fácil só mergulhar e fazer borbulhas de amor!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Minhas Mães e Meu Pai: Tudo Pode Dar Certo!

O título dividido pelos dois pontos resultam em dois grandes filmes.
Para assisti-los, tem de ter  liberdade dentro da cabeça - um por embaralhar a mente de uma lésbica, bem casada, mãe de dois filhos adolescentes, com a aparição do doador dos espermas, vulgo pai biológico das "crianças"; e o outro, por ter paciência suficiente pra aturar ou se iđentificar (meu caso) com um velho, gênio da física, rabugento, bombardeando com diálogos incríveis sobre política, filosofia, arte, amor.
Sem mais, recomendo!

Confúcio que nada, CONFUSA!

O que há de errado comigo? As coisas não ficaram confusas, FUI EU! Só faço coisas erradas! Se me dessem a chance de fazer o certo, certamente o Faria, assim como Beth, Reginaldo, Marcelo. Se tivesse que escolher entre A montanha e Castelos, se tá Russo decidir, que me perdoem o rei Roberto e Renato, escolheria Marisa, que ouço e amo de Monte. Se é pra remediar, prefiro Gabriel, a pílula inteligível que PensaDor. E sobre Discursos e Conversações, Confúcio ele, confusa eu, parafuso horário, ora Bros, Mário.

Prisão domiciliar: dormem os cílios...

Presa. Enclausurada no lar doce lar.
Refere ao domicílio ferindo as dores de meus cílios.
Dormindo, não se mexem, não piscam, apenas acreditam em delírios sonhos longíquos perto da padaria.
Em casa, não corro riscos de ter casos ao acaso, de acasalar, casar. Em compensação, por não correr, posso regredir passando de borboleta, livre e desempedida, a um casulo, presa por um rolo e sozinha como a azeitona de uma empada!
Alguém me salva desse semestre terrivelmente avassalador - quero meus eus de volta!

sábado, 21 de maio de 2011

Para MegNaRuaHimmel

Oi!, ei, eu sonhei contigo: tu eras mãe!
[Na verdade, foram dois sonhos: um de ontem e outro de antes de ontem. O que tu eras mãe foi o de antes de ontem, e hoje, quando te chamei, pela manhã, era pra contar-te sobre os dois - antes que esquecesse. Acabei esquecendo o de ontem – grande mente a minha, que tu conheces e sabes um pouco, não é verdade? Não, não é verdade...
Ultimamente tenho me sentido um zero à esquerda, sem coragem pra falar sobre qualquer coisa - é como se tivesse medo sobre o que tu fosses pensar ou deixar de pensar sobre qualquer coisa que fosse que eu tivesse pensando. 
Na maioria das vezes são besteiras, birras, aberrações que acabo cometendo ou não; são apenas pensamentos, ações que gostaria de ter feito, que idealizei e que gostaria de pôr em prática, devaneios que gostaria de compartilhar mas que quando estamos cara-a-cara, paro e penso: "que babaquice, eu que não vou tomar seu tempo falando sobre isso, fala sério!". 
Desde então, me mantenho em estado de planta menor: muda! Muda e com minha cara de antropóloga, olhando ao redor, que é bem mais interessante. 
Vejo que ficas a fazer a mesma coisa, talvez imitando a minha cara antropologista ou observando o mundo com olhares apetitosos. 
Por quê sobre isso? Tenho me questionado há algum tempo, há algumas semanas ou meses. É quando lembro que em outras épocas, logo quando a conheci (não que agora a conheça por completo), se fosse em outra ocasião, já teria mandado uma mensagem de texto avisando que teria te mandado um e-mail relatando minuciosamente sobre o sonho. E no entanto, estou aqui, catando milhos e milhos. Descrever o sonho que é bom, nada! Pois vamos lá:
O pouco que restou: sonho: Tu eras mãe.

Estávamos numa roda,
 juntamente com nossas irmãs: a minha e a tua. Pernas cruzadas, sentadas em cima da areia, em volta de uma fogueira. 
Era noite, parecia um luau, uma praia.
Num determinado momento tu comentavas que teus seios estavam doendo:
- ixi, já vou pra casa, meu filho tá com fome! - tu resmungavas.
- traz ele pra cá, pra gente conhecer, vai ser legal! (era como se ele tivesse uns 6 meses e tivesse nascido ontem!) - eu te fazia o pedido encarecidamente.
- rum, aquela desgraça! tenho que passar na casa de onde ele está pra poder dar de mamar. (ele não era criado por ti, ficava na casa de uma outra família, e vez ou outra que ia vê-lo, por isso não o conhecíamos. em outra comparação, era como se o pai fosse um ficante qualquer, que aparecia em algum fim de semana e a gente exclamasse: 'desenterra!') 
Continuando o diálogo:
- então! Daí vocês vem pra cá... (a gente implorava pra tentar conhecer a criança)
- quantas vezes tenho que soletrar que ele é um karma na minha vida?! (tom de raiva)
- eeeeita! Só porque foi um caso, não quer dizer que ele tenha entrado na tua vida ao acaso! (minha irmã surpreendia)
- pois entrou! (respondeste em tom de desdenho) – mas, bora ver, talvez traga mesmo...
- acho bom, porque eu sei que tu não és assim. Esse jeito maldoso de ser não tem nada a ver contigo, essa situação toda não combina contigo: ser relapsa, covarde, rude! Eu sei que tu és sonhadora, do bem, com um generoso e solidário coração. (retruquei)

Tu ficastes calada. O olhar era cabisbaixo, envergonhado. Senti um aperto no peito e uma baita vontade de te dar abraço reconfortante. Eu iria dar, juro. Só que acordei. Deixa pra próxima então.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pra ver se cola...

"Dizem que amigos verdadeiros podem passar longos períodos sem se falar e jamais questionar essa amizade. Quando eles se encontram, independente do tempo e da distancia, parecem que se viram ontem, e nunca guardam mágoas ou rancor. Entendem que a vida é corrida, mas que você os amará PARA SEMPRE. Se você tiver pelo menos um amigo assim copie isto e cole no seu mural, eles saberão quem são!"

 Fui relapasa, teimosa, uma má amiga, talvez. 
Achei melhor postar onde sei que somente os poucos e verdadeiros passeiam uma vez ou outra, do que deixar que qualquer um se tache como tal. 


Ctrl + C/ Ctrl + V de uma postagem de hoje da Janna.

Espaço, regaço, devasso...

Hoje fiz algumas ligações mendigando um pouco de companhia. Não seria nada de mais, somente uma reunião com uma galera.Motivo? Rir, comer, jogar algumas conversas fora e o que mais viesse em mente. No entanto, fui pega de surpresa: um estava dormindo, outro estava puto de raiva esperando a mãe no salão de beleza; outro estava na faculdade, uma iria pra academia e a outra só poderia vir se ela viesse, por alguns motivos, digamos, engraçados - que eu acho engraçado. (Ferrou-se!)

Ferrou-se

"Quem com ferro fere será ferido" e "Casa de ferreiro, espeto de pau", foi o que veio em mente quando digitei este termo: Ferrou-se. 
Me ferrei! Já que estava no inferno, solitária, sem nada a fazer, e com alguns indícios de quem muito apronta, abracei o capeta, fui ao seu encontro - apronta-se de verdade, e o que for pra ser verdade, vai ser uma verdadeira história. 
Não consegui levar adiante - e eu me contento com tão pouco... É um novelo de lã tão enrolado, que de uma novela, passa-se a uma saga (menos de um vaqueiro).

A verdade é que nós mulheres nunca sabemos o que queremos. E o que a gente quer é um amor afrodisíaco com humor afrodisíaco, mas achar um homem que te faça rir é tão raro, tão caro, minha cara...
O que me mata é que nós mulheres nunca sabemos de nada...






segunda-feira, 9 de maio de 2011

Léo conversa ao léu com Léa, ela.

 - Odeio perder coisas! Por outro lado quero um amor de perdição.
 - Nesses contrastes seus, encontrastes ele?
 - Não! - eu mesma respondo e continuo - quero mesmo é saber, por sinal, o dia em que qual, destes trastes, no varal, vou pendurar um sufixal!
 - Su.. o quê?
 - Fix... you, a música do Coldplay... "consertar você", preciso que alguém me conserte.
 - Que ame, ature, amole, adore, acalente. Beije e balbucie palavras doces - ele complementa.
 - A me suportar e a ter um porte, ou que como um suporte técnico se comporte, para que os defeitos do meu eletrônico cérebro transforme-se em efeitos especiais, e nas nuvens, alguma vez, me perca...
 - De amor! É de amor que você precisa e não dessas loucuras que vive a falar!
 - E disse Shakespeare: "Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender." SEU FRIO!
 - Insensatez, declarações impensáveis, embriaguez sentimental, visão colorida da realidade, ilusão. Logo, sou a favor de outro William, o Congreve "Se não é amor, é loucura, logo é perdoável" , ou seja, releva-se, te perdoo - risos.
 - Mas um dia amarei, se é que já amo e não sei. E eu amo, amo muito. Por tal é que loucamente vivo nesse mundo, só preciso saber enxergar direito. 
 - "A vida mundana é um reflexo insignificante do que se passa no amor", deve ser isso...
 - De quem é essa frase? 
 - Proust. 
 - O piloto?
 - Que piloto?
 - Alan... o rival do Ayrton... O SENNA! (pausa questionável) Não?
 - Não! Marcel Proust, escritor, não Alain - é Alain Prost! Aliás, não sabia que você assistia a corridas de Fórmula 1...
 - Não assisto, mas é algo tão automático, quase que nem ao Pelé, até quem não assiste e não gosta de futebol sabe quem é o Pelé!
 - Está bem, você ainda quer um amor?
 - Ah é, tinha esquecido... quero! Estou à espera de um milagre - se é que milagres existem! E você, não está ou já tem algum?
 - Não, também estou à espera de um milagre, à espera que esse seu raciocínio não devaneie tanto, e que essa sua boca não o acompanhe, para que enfim possa beijá-la...

(entreolhares, até que ela fala:)

 - "A loucura é relativa. Quem pode definir o que é verdadeiramente são ou insano?" acho que Woody Allen tem razão porq... 
... e ele calou seus pensamentos e suas alucinantes palavras com um beijo, antes que falasse qualquer outra coisa.

O amor tem dessas coisas.



Mãe rima com amor, carinho, ternura, anjo, sim!

- Diga uma frase de mãe...
- Mãe é padecer no paraíso! - foi a única frase que lembrei, e a única que lembro, desde criança.
- Não! Mãe é padecer duas vezes no paraíso! - foi o que disse minha mãe com um sorriso carinhoso no rosto.

Eu quase chorei, emocionada, mas preferi abraçá-la dizendo:
- Mãe, amo muito a senhora - amamos muito a senhora! Parabéns e Feliz dia das Mães!


Feliz dia das Mães à todas as mães! 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Universo Paralelo: Tia Noca!

Parabéns aí, Tia! 
Eu lembro que comemorávamos nossos aniversários juntas, tanto que o tio Jorge, meu padrinho, seu irmão, até se confundia com as datas. Digo isso porque no meu 1º aninho ele me deu uma medalha com meu nome escrito, e logo abaixo a data do meu niver. Mas veio: 05/05/1988. Até um tempo desses lembro que ia te dar, lembras? Fala sério, esse meu padIrinho é desatento que nem eu...
Pois é, Tia, sei que mesmo que separadas, ainda comemoramos nossos nivers juntas - mas eu daqui e a senhora daí, claro. 
De todas as lembranças, uma das memoráveis é a do seu rosto cheio de espinhas, que eu me tacava a espremer sempre. Mesmo sabendo que minha irmã que era sua afilhada, sabia que a 'de ouro' era eu, afinal, era comigo que a senhora se exibia por aí. 
Se não fosse a senhora acalmar minha mãe, com a ideia de me passarem da Alfabetização pra 1ª série com apenas 4 anos, não teria aprimorado a técnica de como juntar letras com vírgulas, parágrafos, e cá não estaria te mandando este singelo e-mail, este singelo post de felicitações.
Saiba que ensinei minha irmãzinha, Suane (uma pena não ter dado tempo de vocês se conherem muito bem, mas ela já tem 12 anos!) a fazer e comer gemada, do mesmo jeito que a senhora me ensinou. Ela também é viciada, assim como eu, assim como a senhora... 
Mas me diga, como que está tudo por aí? Tem encontrado com John Lennon? E a vovó Dudu, o vô Lázaro? E a Dinha, a vovó Marina, a senhora tem visto? Mande lembranças a todos e peço que tomem cuidado, pois a senhora me acredita que justamente no dia do meu aniversário, mandaram um tal de Osama Bin Laden, praí? Dizem as más lendas que ele foi jogado ao mar, mas olha, não sei não, do jeito que as passagens aéreas têm estado tão baratas, creio eu, que se ele pegou essa promoção de ida por R$ 39,00, deve estar num país perto do de vocês.
Por último, confesso que estou 'festeira' - fazer o quê, puxei um pouco desse seu lado também, e como sei que a senhora apronta horrores, como diz a canção: "Só não vá se perder por aí..." rsrs
É isso. Vou lá. Mande um pedaço de bolo, viu? - Quem diria, da última vez que a vi estava com 34 anos, e agora? 46, 47? Mas com rostinho de 28, lógico! hehehe
Feliz niver, txiaaaa! Êeee!
Beijão e abração!
Saudades!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Hoje é meu dia de gente...

Se ontem, eu cantava: "Amanhã é 23...", hoje comemoro os 23... anos!
E para tal, "comprei uma bolsa de grife pra me curar do mal", afinal "hoje é meu aniversário, quero só notícia boa! Parabéns eu, parabéns eu!" o/

Então é isso, eis aqui um resultado de dois outros resultados: Obrigada Pai e Mãe por tudo. 
Amo muito vocês!

Quem vai querer um pedaço de bolo? (diga-se de passagem, de 1991! rsrs)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Memórias póstumas de alguém que veio e vive.

"Quando eu crescer tudo irá ser bem melhor...

Não sei o que aconteceu, mas que é tudo tão maravilhoso.. é!

Posso não ser quem sou e

 também ser o que não sou

Mas se tudo na vida é real

Por que sonhamos?

Talvez seja pra dormir mesmo...

Se sentir bem mais segura..

Não ter limite...

Ter algo além do normal...

Ser algo além do normal!

Porque fazer tudo ser diferente é tão bom...

Fazer tudo diferente é muito bom!


Não sei o que aconteceu...

Mas tudo é tão maravilhoso!

Crescer é fácil, porém, o difícil é saber crescer

Já pensou se uma caneta cresce com o tanto de tinta que há nela hoje??

Ela poderia ser grande e bonita, porém, sua essencia seria mínima!

A tinta é pouca, e logo logo pode se acabar..

E pq então não tentar enche-la sempre??

Ou então deixar que coloquemos mais tinta nela?

É muito fácil deixar a criança sem comida,

Mas mais fácil seria, se vc a deixasse em vão..

sem que a mesma tenha oportunidade de não apenas ser uma bela caneta...

Mas tambem de ter a tinta!


Quando eu crescer tudo irá ser bem melhor...

Posso não ser quem sou

E tbm ser o que nao sou

Mas se tudo na vida acontece

Posso fazer dela Real!"



Em 19/07/2004, no auge dos meus...hmm... vejamos, 16 anos! escrevi essa pérola. 



quinta-feira, 28 de abril de 2011

Escolaridade.

'Graduado em Solidão com algumas parcas alegrias, pós-graduado em Amores Platônicos, com mestrado em Fantasias e doutorado em Labirintos Anônimos, todos pelas Faculdades do Interior Sidartista. Atuei em áreas sem cabimento, onde obtive algum sustento, e agora experimento a Psicologia, onde espero encontrar sintonia. Escrevo para libertar os fantasmas que tenho dentro, para reencontrar o amor e abafar meus tormentos. Vejo o mundo com preocupação, mas também sinto esperança. Estamos numa era de transição nos pedindo a coragem da mudança. Que eu faça a minha parte. E que seja com arte...'



Esse foi a melhor espécie de 'quem sou eu' que já vi. Parabéns! Obrigada!