terça-feira, 24 de abril de 2018

Marabá City

Ano novo. Vida nova. Casa nova. Tudo novo. E a gente já tá em abril...

Tenho adorado a cidade, as pessoas e tudo o que a vida tem oferecido.  Que venham as coisas boas!

Abriu as porteiras!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Tema de Amor

Já faz alguns dias que conheci o amor.
Esse amor tem um jeito manso que é só seu.
Tem o sorriso mais lindo e os olhos gigantes que enxergam além do que se vê.
Nosso dia é 19 e temos fome de sushi.
A voz é suave e de grande extensão.
Toca violão maravilhosamente e nasceu para atuar.
A arte está em sua veia, mas tem a enfermagem como profissão.
Atravesso 37 ruas para ver de perto a mais bela criatura que muito se esconde.
É forte, admirável e tem cortes profundos na perna, no coração e na alma.
Nossa missão é nos auto-ajudar, ser o apoio mútuo para não cair e nos machucar.
O conto de fadas existe e temos vivido uma linda história de amor.
Sinto que é verdadeiro, é recíproco, que é concreto.
Temos momentos de paz e harmonia, muitas similaridades e muitas diferenças, também.
Quando digo que estou amando é porque amo suas qualidades e, principalmente, seus defeitos.
No  mapa astral nossa combinação é aries com ascendente em virgem, e touro com ascendente em libra.
Os hobbies são bem parecidos, mas o seu bom humor me fascina.
Sou acalantada em seu colo e é a melhor sensação que já pude experimentar.
Obrigada por existir, desculpe minhas falhas e meus defeitos,
Feliz 2 meses! Te amo, R.
Com amor,
Sue.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Matematicamente falando eu nasci pra ser só.

Querido diário,
Às vezes eu sumo, às vezes eu somo, mas na maioria de todas essas vezes é porque estou fazendo uma conta matemática onde eu sou a besta quadrada: a soma de todas as minhas partes têm sido investidas em pessoas que subtraem e levam um pedaço do meu coração; elas insistem em sumir! (assim do nada)
Já me acostumei com essa ideia de ser solitária. Existem dois tipos de pessoas: aquelas que nascem para serem múltiplos e encontram um denominador em comum; e, aquelas que não são múltiplas, que são sozinhas e só podem ser divididas por elas mesmas. Eu sou a não múltipla, a número 1, sem par, que só é divisível por ele mesmo.
Mas daí eu penso que deve ter algum erro na resolução da equação na qual estou envolvida. Pode ser porque o X não seja igual a Y e nem a Z. Ou vai ver é uma condição onde [o amor está para mim tal que 0].
Recebi mais um pé na bunda, não diretamente, mas da pior maneira: mais cortada que uma fração simplificada.
O bom é que se tudo na vida passa, e até uva-passa, não será diferente com a paixão. E ela vai passar, nem que seja por um ferro que passa-roupas ou por noves fora.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Na natureza selvagem

Minha pele entrelaça no teu colo quando me vejo frágil. Teus braços me cobrem com um abraço quando minha alma está despida, crua e indefesa.
Me sinto fraca e cansada por não saber das razões e principalmente por não ter direções. O desnorteio é apenas mais um dos pontos cardeais que sigo. Que teimo em seguir...

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Pesque, pisque, psique.

Na primeira vez que comecei a ter ataques relâmpagos imaginários estava em pleno horário de trabalho. Tivera lá meus 15 anos e era estagiária de um determinado banco já fazia um ano.
O choque de realidade pela aprendizagem sobre o sistema bancário e seu funcionamento como um todo, algo que nem muitos adultos sabem hoje em dia e nem querem saber (inclusive eu), a perda brusca da adolescência, dentre tantos outros motivos, me fizeram chegar até a Dra. Bridgtish.
Quando ela me viu, perguntou a idade e pediu que eu falasse. A gente ficou se olhando por uns trinta segundos. A minha mente fervilhava, cheia de infinitos pensamentos. Mas não saía nada. Ela esperou que eu falasse e como não falei, começou a fazer perguntas. Eu não lembro muito bem como foi esse dia. É algo escuro na mente. E é a mesma sensação dos dois anos de estágio e do ensino médio - dos 14 aos 16 anos as lembranças são vagas e escuras.
Quase 15 anos depois, a impressão de estar vivendo uma crise de identidade e existencial é das grandes. 
As pergunta que não saem da cabeça:
- Qual é a minha missão como ser humano na Terra?
- Qual o propósito de vida? 
- Quem sou eu?
- Estou sendo eu ou estou atuando?
- Por que tudo dá errado?
- Qual o propósito da minha existência?

Socorr!





sábado, 16 de julho de 2016

Bip Bip

A minha'alma está tão cansada, tão perdida e desmotivada, que qualquer "paixão" tem me abalado - me abalado de forma positiva.
Hoje, mais cedo, estava assistindo a um programa qualquer, onde uma espécie de "celebridade" ou "subcelebridade" é adotada por diversas famílias. A família de hoje era de uma mãe circense, com 4 filhos: 3 garotas e 1 garoto. E a mãe, a mãe era de uma tranquilidade, paz e amor sem tamanho. Fazia muito tempo em que não via algo tão interessante na tv, principalmente em relação à influência do circo e da diversão em nossas vidas, como uma espécie de filosofia, do amor ao próximo, afinal se eu te faço rir, se eu te faço o bem, eu fico feliz, eu fico bem.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Treta do dia - Ex-corpi-on

Então, no grupo de hoje, surgiu essa espécie de 'correntinha astrológica'. Não tinha o que fazer, e pra passar o tempo, resolvi entrar na onda:


CORRENTINHA ASTROLÓGICA

Sou de: Touro 
Me deram: Escorpião 
Já ficou: Sim 
Já se apaixonou: Sim 
Já namorou: Sim
Sente ciúmes: Às vezes
E agora? Já acabou? Sim! hehehe

Treta do dia - Ex-corpi-on

Então, no grupo de hoje, surgiu essa espécie de 'correntinha astrológica'. Não tinha o que fazer, e pra passar o tempo, resolvi entrar na onda:


CORRENTINHA ASTROLÓGICA

Sou de: Touro 
Me deram: Escorpião 
Já ficou: Sim 
Já se apaixonou: Sim 
Já namorou: Sim
Sente ciúmes: Às vezes
E agora? Já acabou? Sim! hehehe

quinta-feira, 23 de junho de 2016

A volta dos que não foram

Dia desses pensei em  voltar meu cabelo ao castanho claro, mas foi igual ao que aconteceu com a Florence, quando ela resolveu fazer o mesmo: "meu verdadeiro eu se recusou a voltar para fora".
E agora ele tá 'black to red', bem 'lover to lover'. 
Essa relação do 'meu eu, comigo mesmo' é conturbado e sei que se estenderá assim até os fins de meus dias. 
Ultimamente ela se agravou. É complicado falar sobre isso quando sei que meus outros 'eus' leem sobre o que tento desabafar. E depois sei que há certos tipos de punições, cobranças, remorsos, coisas que serão jogadas e apontadas na minha cara. 
Por isso, o fato de mascarar o meu 'eu exterior', trocando a cor do cabelo, voltando à cor natural, seja uma espécie de fazer as pazes, um novo recomeço. 
Só que eu já me encontro tão perdida, que sei que apenas tenho que seguir. recomeçar seria me perder novamente. 

sábado, 11 de junho de 2016

There's a must be the place

A imensidão é vasta e a vida efêmera.
Tudo passa, até a uva (passa).
Era pra tudo ser assimilado de uma maneira tão mais natural e aceitável, que o tabu e preconceito são incógnitas da linha tênue.
Às vezes um mistério estando a mostra, próximo à revelação.
Mas a imensidão é vasta e a vida efêmera, independente do que você plantar.

domingo, 22 de maio de 2016

Hello there

Saudações lunáticas,
Aqui na Terra a palavra "caos" é dita como ordem. Ela reina a bagunça diária de uma vida tão cheia de burocracia e horror.
As coisas deveriam ser mais fáceis, porém de alguma forma a calmaria deve ser a busca do século, algo do tipo impossível, mas que você um dia ainda vai conseguir!


Sent from my iPhone

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Volto porque te amo...

Olá, meu caro confidente, feliz 2016!
O sumiço foi grande que até poeira encontrei por aqui. Tenho tantas coisas para atualizá-lo, mas ao mesmo tempo me faltam palavras.
Foram tantos momentos, tantos lugares, tantas experiências, tantas pessoas que passaram ao longo do término de 2015 até a páscoa desse ano...
De tudo e todos, o que posso dizer é que a jornada ao encontro de mim mesma tem sido o fator chave e crucial para desvendar alguns mistérios.

A minha vida havia ficado de lado desde que dediquei boa parte dela em uma nova empreitada: o Itacine. Foi uma experiência única e ímpar na minha vida. Os meses de Novembro/2015 a Abril/2016 foram tão corridos, produtivos e, ao mesmo tempo, cansativos, que não consigo lembrar de nada pessoal ou social nesse período. Perdi festas (passei o reveillon sozinha em Itb), perdi aniversários, perdi encontros, perdi tanto tempo trabalhando que hoje posso dizer que me encontrei, me achei (ou pelo menos, uma boa parte de mim). Eu já estava cansada fisicamente e mentalmente, não conseguindo gerir da forma como planejava e esperavam, então cá estou eu, de volta à rotina - e você me pergunta: qual rotina? E eu respondo: a de ver filmes, escrever, parabenizar alguém da família e ir ao aniversário, socializar com os pais, ir à igreja, correr, fazer comida, escutar música! Às vezes quando você é privado de tantas coisas que você aprecia, você tende a ficar louco, e agora que tenho a oportunidade de voltar a apreciar as coisas que gosto e sempre gostei, tudo tem um gosto diferente, um olhar diferente, é como se fosse: "eu sempre tive isso e nunca dei valor".
E eu estou tão feliz por tudo isso! É algo momentaneo, é claro, logo logo volto pro outro trabalho ou espero ser chamada no sebrae (se Deus quiser!).

No mais, ao menos consegui ir a dois casamentos de duas grandes amigas minhas: um em Belém, da Suéllen Aguiar (e foi tudo maravilhoso, fomos em três amigas nos divertir na Cidade das Mangueiras, em dezembro); e, o outro, foi da Tati Aguiar, em Santarém, em fevereiro, onde aproveitei muuuuito também!



Em relação aos amores, continuo tomando no c*, e me fodendo! O pior é que sou muito sacana (na verdade, sempre fui), e tenho muito medo do jogo virar: de acabar me apaixonando por alguém e ficar sofrendo desiludida. Sim, querido blog, isso aconteceu no fim do ano passado pra cá e, posso dizer que até hoje, a pessoa me pede em namoro! Drummond uma vez escreveu algo com o qual tenho convivido:


Quem sou eu nessa quadrilha? Sei lá, só não espero ser a Maria que ficou pra titia rs.  Confesso que existe uma pessoa que chama minha atenção. É claro, tem outra, que está do outro lado do país, mas ultimamente tem aparecido alguns seres interessantes... Tem uns que só de chegar mensagem no whatsapp, o coração logo dispara todo bobo; outros que são levados no banho maria, outros que insistem em ficar comigo e eu sempre dou uma chance só pra ver se realmente não estou sendo exigente demais, mas não vai... é mais ou menos assim. Um dia dá certo, enquanto isso...





domingo, 1 de maio de 2016

Me espera

https://www.youtube.com/watch?v=zBUurckfIiE



Eus, tô voltando! tô voltando pro mundo, tô voltando do caos...

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

a intenção é a intensidade

a noite de terça-feira foi marcado por duas pessoas: uma que é meu karma, por mais que tente me desapaixonar a verdade é que não consigo, vai ser "o meu amor" até sabedeusquando!; e, a outra é a pessoa com que tenho amizade desde a época de faculdade e que recentemente acabou conseguindo de mim muitas coisas, dentre delas muita admiração. 
O que eu não sabia era que seus beijos vermelhos me hipnotizariam a ponto de propor uma loucura juntos: nós, com "o meu homem". 
E assim foi. Compartilhamos da mesma cama, estirados e libertos de qualquer coisa. O prazer reinou e a sensação era de ser a ser mais libertina do mundo. Eu não queria saber o que ele estava pensando sobre mim, ou o que iria falar depois. Apenas me entreguei, e foi muito bom! Exceto em um momento em que paramos para descansar e ele a envolveu em seus braços, como que abraçando em forma de conchinha... Aquele momento, aquela cena foi o fim pra mim! Foi como se tivesse enfiando uma faca em meu peito. Não lembro de ter sentido tanto ciúme quanto ao ver aquilo. Mas tudo bem, releva-se. E ainda sim o espero. Que droga! Não consigo entender como ele "me tem fácil demais" e não tem condições de se revelar, de querer se comprometer, "não parece capaz de cuidar do que possui". 
Como disse antes, a intenção é a intensidade e, sobre isso não tenho me reprimido, pelo contrário, tenho aliviado a tensão, por demias até rs. 
Que a intensidade continue me movendo porque a vida é pra ser vivida. 
Oss!

domingo, 25 de outubro de 2015

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

Quando seus olhos penetraram profundamente nos meus, pude sentir que queria algo a mais.
A minha convicção era tanta que quis explorar a ideia do novo. Muita curiosidade, em minha mente martelava. Aquele era o momento!
Mesmo dominada pelo álcool, sabia que estava inteiramente sóbria quando senti seus lábios encostarem os meus. A sensação de ter plantado e colhido a dúvida era tanta que relevar o revelado talvez fosse o que mais precisava. E assim fiz. Revelei". Achei que tivesse sido uma prática comum de sua parte: beijar meninas indefesas, bêbadas e inocentes em final de festa. Pensei: "fui mais uma dentre tantas, mas tá bom. Tenho sido muito pilantra ultimamente".
Até receber no outro dia, pela manhã, mensagens eufóricas de: "não acredito que a gente se beijou!", "não acredito que beijei você!", "não consigo parar de pensar nisso até agora! você sempre foi meu amor platônico!", "você tem noção do quanto quero que isso se repita novamente?", "olho pra você desde a época de faculdade!"...
E eu, atônita, surpresa, sem saber o que escrever apenas digito: "mas foi apenas um selinho! aliás, dois!"
Desde então, muitos outros não-selinhos-e-sim-beijos foram trocados, me permitindo ter momentos únicos e agradáveis junto a você. Me desculpe se meu sorriso amarelo e torto é de super sem graça e timidez por todas as vezes que você me elogia. Obrigada por estar expondo o melhor de mim pra mim mesma e, mais um pouco. Você é incrível!