quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A lei da atração atrai ações, mesmo.

"Você atrai o que transmite".

Alguma das histórias do livro "O Segredo" soaram aos meus ouvidos como surreal, balela, pura baboseira. Até o momento em que passei a pôr em prática o que havia ali escrito.

Primeiramente comecei expressando coisas boas, anotando coisas boas, pensando em coisas boas. O segundo  passo foi mentalizar em dizer o mínimo de vezes possível a palavra "NÃO", uma vez que esta não é compreendida e absorvida pelos cosmos. Por exemplo: se eu mentalizo "eu não quero namorar", como os cosmos não entendem a palavra "não" entendem somente o fato de que "eu quero namorar". (o que talvez seja verdade mesmo). O terceiro e grande e passo foi e é sempre pensar positivo.

A resposta vem aos poucos.
1) Quando vou à igreja, na hora da comunhão, começo agradecendo por todas as bençãos sobre minha família: por meus pais, minha base, continuarem firmes e fortes um ao lado do outro, estando saudáveis e companheiros; que minhas irmãs continuem alçando voos, pois somos argolas, e juntas, correntes.
Depois, parto para o agradecimento sobre minha existência: peço que Ele me apresente um cara legal, com quem possa compartilhar alguns dos melhores momentos do dia; que me deixe sempre muito forte para aguentar em pé qualquer tipo de pancada (é, eu falo assim mesmo); que me deixe salvar na memória milhares de piscadas, como fotos, nos diversos lugares em que eu for habitar; que conserve meu avô, tios, tias, primos e  primas, juntamente com os meus amigos, mantendo ao meu lado, como perfeito círculo amizade.

2) Uma vez lembro que escrevi sobre o quanto gostaria de ir embora, largar tudo, me instalar em um novo lugar. Coloquei até fotos dos lugares! E não é que aconteceu? Quando dei por conta, estava na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul!

3) Ontem, por volta das 22h mandei uma mensagem de texto para um garoto que conheci nesse domingo. Desde segunda conversamos durante o dia por sms e ao final da noite via celular. Exceto pelo dia de ontem, quando recebi uma mensagem dele e não respondi. Me senti um tanto mal educada, com um peso na consciência e respondi. Na mesma hora ele liga, falando que estava pensando: "ela não me mandou uma mensagem, estou esperando até agora e nada" - o que deduz que seus pensamentos estavam voltados, de uma certa maneira, pra mim.

4) Hoje, uma peste lá da Semsa (não gostaria nem de citar o nome), começou a por defeitos no carro do meu setor. Dizia, em tom de deboche para meus colegas, que o carro havia acabado de sair da oficina, que vive quebrado, capaz de causar algum acidente - o que de fato é verdade, o carro é uma geringonça. Mas e daí? O setor já está paralisado por falta de motivos 'maiores', a sala onde passo as 6 horas diárias é tão escura e mal ventilada quanto uma sola de sapato, e qualquer motivo para que os raios solares me toquem a pele, que a brisa, mesmo que empoeirada, suspirem meus poros, e o atendimento ao público, possa enfim, ser posta em prática, vale por qualquer aventura. Segui em direção ao carro junto com mais dois outros colegas. Não satisfeito o bastante, pergunta: "Vocês vão mesmo nesse carro? E se vocês ficarem no prego? Hahahaha." Entrei no carro e pus meu fone de ouvido, não dando ouvido. (É por essas e outras que vivo com um par deles acoplado ao meu celular no ambiente de trabalho. Tiro somente um lado pra escutar o que a pessoa está falando, na hora de uma reunião, atendimento, ou coisa assim. No mais, prefiro escutar meu repertório musical, a escutar negatividade em forma de porcarias). Continuando, não é que na volta do trajeto, lá pela Transamazônica, as rodas do carro travam por completo?! Vai ter boca suja assim lá pra longe!

Resumindo: estou abismada sobre o quão poderosa é nossa mente e, do quanto o universo conspira a nosso favor, dependendo do pensamento.


Ei, Cosmos, me dê um real, aí. 
Um real amor ou um real de liberdade.
Um real momento pra ser feliz, um real desse momento pra seguir feliz.
Uma real atração pela positividade e boas vibrações.
E mais uns milhões pra plantar no quintal da casa, perto das árvores onde irá estar atada minha rede. 


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"O lobo da Estepe": entrada para raros; só para loucos.

"Uma vida fácil, um amor fácil, uma morte fácil – tais coisas não eram para mim."



Fui terrivelmente cruel com Hermann Hesse e, principalmente, comigo mesma. 
Como pude ter deixado passar tanto tempo, deixando de lado e estagnando uma leitura como "O Lobo da Estepe", na melhor parte? Me redimi antes que não houvesse perdão. Conclui em apenas dois dias o que adiei por uma gestação por quase 9 meses! 

Fora um desafio e tanto. O livro me perturbou muito, diria que foi o mais conflitante de toda minha vida - ou pelo menos até agora. Nunca pensei que seria tão difícil ingeri-lo e digeri-lo. Por tal, passei por momentos em que senti náuseas, vontade de devolver tudo aquilo, pois parecia que cada frase, cada parágrafo, cada página, me tapeava como em um espelho, devido a audácia, a invasão de privacidade. Ah claro, digo até entrar na parte do "Teatro Mágico". O letreiro que encontrei numa das portas ao chegar no Teatro foi: 


"PASSAGEM SÓ DE IDA. SINAL VERMELHO ABERTO: SIGA EM FRENTE E VIVA SEM RISCOS."

Entrei e daí por diante as coisas pioraram. Porém, fui mais forte, mais rápida que o Lobo. Devorei o livro de uma maneira que não dera tempo de me expor, de auto flagelar-me, e, consegui!





Harry Haller, por outro lado, amou tanto a arte, a literatura, o mundo; e odiava tanto a si mesmo, que acabou isolado, longe da sociedade. Não suportava a ideia de que o mundo, um dia, o entendesse, de que alcançasse a felicidade, a segurança, a singularidade.

Devido aos vários "eus", no fundo, acabamos deixando de lado ideais por conta do que impunha a sociedade. Quantos não se isolam por acreditarem serem um completo zero à esquerda diante do que nos é imposto? Quantas pessoas não estarão ocultas por aí? Fico pensando...

Por fim, eis um alívio. Estou bem mais calma.
Seguirei com a saga partindo para o livro "O Jogo das Contas de Vidro". 
Que venha!






365 alguma coisa.


Assistia o programa "Lugar Incomum" da Didi Wagner quando ouvi falar dos Mashups de música. Na ocasião, ela entrevistara o músico João Brasil que, em 2010, pôs em prática o projeto no qual postaria nos 365 dias do ano um mashup diferente. Ele criou um domínio específico, o 365mashups.wordpress.com que é um sucesso até hoje.


Agora a pouco visitando outros blogs vi de relance um link que me chamou atenção: 365 nuncas. Cliquei. É um blog de duas pessoas que catalogam, neste ano de 2011, 365 coisas que nunca fizeram na vida: "Dá para fazer uma coisa nova todos os dias? Dá para se fazer, todo dia, uma coisa que nunca se fez? Durante um ano, sem intervalos para feriados, desculpas, gripes ou preguiças, Elisa Mendes e Steffania Paola vão compartilhar aqui experiências nunca antes experimentadas."


Ainda tirarei um tempo só pra ver o que tanto de diferente, que nunca haviam feito, elas fizeram este ano. Achei interessante. 


De tão interessante, fiquei maquinando em fazer algo do tipo em 2012. Não blog, vejamos bem, eu não irei te abandonar, somente irei criar um outro blog para notificar e relatar sobre o que poderia fazer de extraordinário em 365 dias. 
Mas seriam 365 o quê? 
- 365 tipos de penteados de cabelos? Não, nem tenho cabelo suficiente pra isso.
- 365 árvores plantadas pela cidade? Não seria uma má ideia...
- 365 filmes? 365 músicas? 365 livros? 365 autores? 365 cantores? 365 beijos? 365...

Vou pensar em alguma coisa com 365. 

Poderia até ser sobre 'alguma coisa' que tenha me chamado atenção, que tenha achado incrível, inusitado, adorado... 
365algumacoisa.em.2012.com
Será?
Curti isso!



domingo, 20 de novembro de 2011

Brinque do seu jeito.

"Vamos pular!"


O sábado de 19 de novembro foi marcado, não apenas pela passagem do 1º ano do Bebê-mais-que-fofo-da-vila, E-Lolô; como, também, pelo simples ato de 'pular' no pula-pula que havia em seu aniversário.
Lembro que confessei algo para a Natxi numa das primeiras vezes em que me arrisquei a pular depois de grande. Foi num dos festejos da comunidade eclesiástica que participo, Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em maio ou junho de 2009, ou 2008, sei lá. (até que não faz muito tempo)
Nele descrevia como havia me sentido, sobre o que pensava a respeito das crianças, que são extremamente dotadas de um espírito sincero, claro, alegre. Há 4 janelas abertas: e-mail, gmail, blog, 4shared - estou procurando estes escritos. (pausa)

(meia hora depois....)

Achei!
"Ontem pulei no pula-pula. Muito show! Agora sei por que as criancinhas não param de pular: porque o mundo é um pula-pula: uma hora a gente tá aqui, e na outra a gente está lá!"

É isso. Nossa vida é um perfeito pula-pula, uma montanha-russa, um circo, narizes vermelhos de palhaço... altos e baixos mascarados pela diversão.
Felizes são as crianças que trabalham brincando e inventam brincadeiras para ativar suas diversas formas de imaginações em verdades; aquelas que passam o tempo jogando fora a seriedade e mantendo a curiosidade.
Meu espírito tende a respirar os ares e inocência desses pequenos mais que gigantes. Por um lado, aquele bem melancólico e nostálgico, sinto que resta algo da minha infância, no qual continuo sendo influenciada e regida; por outro, ela adormece, dorme em si, o que é uma pena, pois põe à tona o meu lado mais perverso: em ser adulto.
Nietzsche afirmava que: "em qualquer homem autentico existe uma criança querendo brincar". E há, de fato. No sábado, fui uma delas.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Quando eu fui me editar...

"Converse com se guia, alguém que admire", "vocês estão em um jardim", "imagine uma luz sobre sua cabeça"; são alguma das frases ao meditar.
Hoje, minha luz foi negra; meu jardim foi uma lagoa de águas claras; e meu guia era um baú: dentro havia um lápis e um côco com um canudo amarelo.
Senti medo.

domingo, 13 de novembro de 2011

Quebranto do coração

- Fita isolante;
- Isopor;
- Papel cartão na cor vermelha;
- Cola em bastão e,
- Tesoura sem ponta.

Hoje iremos aprender a fazer um coração.
Caso você tenha algum utilize-o como molde/base, se não empreste de alguém, mas tome cuidado com o material que é frágil e pode quebrar com facilidade.

Como fazer:
Pegue a fita isolante; o isopor; o papel cartão na cor vermelha; a cola em bastão e a tesoura sem ponta.

Nem comece: evite!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Futuro-um-dia, capa de meu futuro livro.


Essa é a 'lasca' de uma das minhas unhas.
Lembro que era aniversário do Clóvis. Conversávamos na sacada da laje de sua casa, quando percebemos que a lua sorria pra gente.
- Eu adoro a lua, principalmente quando ela sorri. - suspirei.
- Quando não parece o sorriso do Gato do "Alice no País das Maravilhas", parece uma lasca de unha. - Clóvis continuou a conversa.
Continuamos a falar sobre a lua, o céu, as estrelas, mas aquilo, não saia da minha cabeça: lasca de unha parece a lua, logo, a lua é uma lasca de unha.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Inspirado no filme: 10 Items Or Less.





1) Família reunida
2) Cheiro de chuva
3) Ritmo de sons e palavras
4) Vícios, manias, déficit's, transtornos, distúrbios e afins.

5) Lua, água, pedra e areia
6) Ovo frito, caldo de feijão, peixe assado, leite condensado.
7) Have fun

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Vou lhe jogar no meu baú"




"Na minha memória mais antiga", este é bem parecido, diria quase igual, com meu primeiro "baúzinho de memória".
Em 1988 - Bebêlândia.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

"Eu trabalho pra sustentar meu vício, caralho!"

Ela começou, do nada, a revirar a bolsa. Depois, começou a tirar todas as coisas da bolsa. Em seguida, quase pondo a cabeça dentro da vazia bolsa, gritou desesperada:

- Vocês viram meu celular? 
Sincronicamente falando a frase, voltou sua cabeça pro lado, olhou pra mesa e se espantou:
- Oh, achei! 



Sexta-feira, 14 de outubro de 2011.
Estava dando aula quando recebo a ligação da Nick Belane, vulga Srta. Gavião Real, vulga, Janna-Janna.
- Ei Suede, o que vai ser hoje? Eu não tô a fim de sair pra festa.
Ela é assim mesmo, super direta, pá-pum.
- Hum, não sei. Eu tava pensando em fazer um caldo, chamar vocês pra irem lá pra casa, a gente bebe, conversa, fica escutando algumas músicas... Também não quero sair, amanhã pego no batente super cedo: 8:00h!
- Então fechou! Vou umas 8 da noite e levo umas cervejas.
Fim.

Eu gosto de conversar com a Janna. É uma das únicas pessoas que leva a sério qualquer coisa e jeito não sério. É aí que vejo a beleza que ela vê bem mais além. Quando a gente se reune pra beber, conversar, escutar música e comer calabresa, ou frios com sal e limão, ou caldo, tenho a impressão de que encarnamos os maiores boêmios da história: só papos nonsenses, Bukowiskiniano.

Nesse dia, marcaram presença, também: Cassiélle, falando e rindo; e a Tati: a cinegrafista dos vídeos de momentos mais exclusivos que já vi.

Por fim, pedi licença para guardar esta foto:
- Eras Janna, ficou show! Vou por no meu 'baúzinho de memória", tá?!
Ela consentiu. E no auge de sua 4ª ou 5ª latinha, com o celular na palma das mãos, exclamou via facebook:
- Suede, tu é fotógrafa mermo!
 Que nada.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"É que eu preciso que o Deus venha"


A respeito de Deus, também me pergunto se ele é apenas amor, mas daí surge a palavra 'paciência', ou 'compreensão'. É de intrigar mesmo! Faz um tempinho que não temos uma conversa cara-a-cara. Desleixo meu, confesso. Sinto que preciso de algo que nos mantenha inteiramente ligados, mas não consigo pensar no quê. Às vezes é revolta, mas não necessariamente dEle ou contra Ele. São das pessoas que julgam levar seu nome e pregá-lo 'pelo mundo', quando, na verdade, nós mesmos nem pomos metade da metade da metade do que Ele falou/fez em prática.
Eu acredito que o silêncio nos eleva e leva a lugares tão maiores, tão aconchegantes, tão mais emocionante, misterioso... e tão mais perto dEle; e no entanto a nossa realidade é tão cheia de murmúrios, gritos, brigas...
É, bateu uma saudade agora...
Ultimamente, não tenho conseguido me concentrar, nem rezar direito. Quando vejo, acordo espantada e já no outro dia de manhã! Ou seja, dormi enquanto fazia minhas orações! tsc tsc
Um dia compensarei...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Hoje é seu aniversário: passa logo tic-tac, que eu já perdi minha alegria.


Eis que hoje chegou. É, já chegou. E é uma data especial!
Em último caso me esqueceria do dia de hoje. Bem que eu preferiria: lembrar-me o tempo todo é como se enfiassem sem pudor e licença alguma uma faca de dois gumes no meu 'aziático' estômago.
Bem que eu preferiria não ter de lembrar. E logo pela manhã, ao abrir o facebook, lá está o lembrete, o embrulho com lacinho avisando que hoje é seu aniversário. Eis que, não mais uma faca me é enfiada no estômago, e sim uma estaca, daquelas bem grandes e vampirísticas, que me acerta de cheio na cabeça oca - oca sim, porque não paro de pensar nele.
Quando penso estar sarada desse tal de 'mal de amor', seguindo a filosofia da música 'Boate Azul' no qual a dor do amor é curada com outro amor, Zeca Baleiro chega cantando no meu ouvido surdo: "a saudade ainda vai bater no teto/ até um canalha precisa de afeto/ dor não cura com penicilina". Baita soco na cara!
E o dia não passa... Pra quê tanto martírio?! Eu sou muito carente e covarde, mesmo. Não ter coragem de escrever uma mensagem pequena qualquer é de dar nos nervos. O dia não passa. NÃO P-A-S-S-A! Até que abri duas vezes sua página no facebook, como já havia dito, e foi em vão: nada. Eu tinha vontade de escrever: "Meu amor, que sua vida seja repleta de saúde, paz, amor, felicidade. Hoje quero te enfeitar de beijos e abraços. Quero te enfeitar com um pouquinho de mim. E desde já agradeço por enfeitar-me sempre. É assim que sou feita: cheia de seus imperfeitos enfeites, fitas e afetos."
Lógico que não escrevi. Não escrevi, nem escreverei. Quem sabe um dia, lá bem longe. Aliás, 'quem sabe aqui: no meu baúzinho de memória', pensei... e já estou escrevendo, é só o que sei fazer...
O foda é que doi, dilacera, rasga!
Oh tempo, passe logo! Por favor... Eu não quero sair de minha casa apenas para dar-lhe um mero abraço, com um sorriso falso no rosto e ter que encará-lo tão de perto: nunca consigo esconder minha aflição e nem meu corasamborim finge batucar - é uma perfeita escola de samba: tugudugugudugudutugudugutu.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

#descomPENSANDO

- é cedo...? Não, não é.

Cadê o eu que tava dentro de mim...?
Se eu procurar bem, até acho: gente, sentimento e pó.
- não me pergunta onde eu fiquei no meio dessa confusão.
 Ketily Regina.