domingo, 20 de novembro de 2011

Brinque do seu jeito.

"Vamos pular!"


O sábado de 19 de novembro foi marcado, não apenas pela passagem do 1º ano do Bebê-mais-que-fofo-da-vila, E-Lolô; como, também, pelo simples ato de 'pular' no pula-pula que havia em seu aniversário.
Lembro que confessei algo para a Natxi numa das primeiras vezes em que me arrisquei a pular depois de grande. Foi num dos festejos da comunidade eclesiástica que participo, Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em maio ou junho de 2009, ou 2008, sei lá. (até que não faz muito tempo)
Nele descrevia como havia me sentido, sobre o que pensava a respeito das crianças, que são extremamente dotadas de um espírito sincero, claro, alegre. Há 4 janelas abertas: e-mail, gmail, blog, 4shared - estou procurando estes escritos. (pausa)

(meia hora depois....)

Achei!
"Ontem pulei no pula-pula. Muito show! Agora sei por que as criancinhas não param de pular: porque o mundo é um pula-pula: uma hora a gente tá aqui, e na outra a gente está lá!"

É isso. Nossa vida é um perfeito pula-pula, uma montanha-russa, um circo, narizes vermelhos de palhaço... altos e baixos mascarados pela diversão.
Felizes são as crianças que trabalham brincando e inventam brincadeiras para ativar suas diversas formas de imaginações em verdades; aquelas que passam o tempo jogando fora a seriedade e mantendo a curiosidade.
Meu espírito tende a respirar os ares e inocência desses pequenos mais que gigantes. Por um lado, aquele bem melancólico e nostálgico, sinto que resta algo da minha infância, no qual continuo sendo influenciada e regida; por outro, ela adormece, dorme em si, o que é uma pena, pois põe à tona o meu lado mais perverso: em ser adulto.
Nietzsche afirmava que: "em qualquer homem autentico existe uma criança querendo brincar". E há, de fato. No sábado, fui uma delas.

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