terça-feira, 12 de outubro de 2010

So just leave me alone!

Sonhei com o Rodrigo. (espanto) (pausa)
Foi extremamente peculiar, surreal, irreal,  na verdade. Então deixa-se quieto: ele lá, como amigo relapso, e eu aqui, idem!
No mesmo sonho, estava numa escola de muitos andares, escadas em espirais, livros, uma estante cheia de livros. Identificava um da Thalita Rebouças e pegava. Depois o largava ao mirar num caderno memorável de capa rosa. Peguei. Ao puxá-lo, oh meudeus: era o meu caderno de zilhões de anos! Altas poesias, textos, confissões... Peguei. Corri. Como pudera ter parado ali? Quantos já não havia lido? I can't believe... 

- Pula pro outro sonho

Cenário: praia, trapiche, ruas, casas
Estava indo para uma escola (escola?escola? tanta escola assim... medo!) e um cara corria em minha direção. Ele me esfaqueava. Porém, eu conseguira tirar a faca da mão dele e o matava: facada mortal no estômago? talvez no coração, não tenho noção de direção.
Isso acontecia umas três vezes seguidas. E eu era sempre esfaqueada, na última, por sinal, tivera sido a pior. Me senti morta. É super estranho, diria que legal, mas não é, porque voltei e o matei. Pra ver como é: até meu espírito é vingativo. E eu nem sou tão vingativa, ou talvez não demonstre, não é?
Depois sonhei que estava na casa alguém e o vizinho dela me chamava pra conversar. Perguntava-me:
- Qual a diferença, o que você vê de errado na política?

Silencio por alguns segundos, e:
- Pra começar, os políticos são paternalistas. As pessoas dependem deles pra tudo, pra qualquer coisa. Em segundo, não administram, não sabem administrar. Em terceiro, são redundantes: se são más caras, pra quê máscaras? 

Não lembro o resto. 
Vou verificar quem sou das épocas passadas, depois pintar a selva amazônica do quarto. 

Peace and love in the eARTh
=*

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