Olha, tá phoda! Tá punk! Tá uma shit! de porra do caralho querer fazer o que de melhor faço e amo, e não conseguir. (E que fique claro que dormir é só mais uma das muitas habilidades que melhor "faço e amo". Música, comida e sexo estão inclusos na lista, não necessariamente nessa ordem de prioridade).
Quero dormir, quero dormir, quero dormir... Será que é pedir muito? Pô, são 04:44am e daqui a pouco tenho que Tar de pé... It's not fair! Please, leave me alone! Get out!
See you!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
1,2,3,4 milhões de carneirinhos...
Sono venha até mim, Please! São 4:25 da manhã e eu não consigo pregar os olhos. Já faz uma hora que tenho jogado 2048, pra ver se vem o sono, e nada! Antes ter assistido um episódio de Grey's Anatomy, que são 40min.
Até minha cota de filmes no netflix já esgotaram. É só megafilmeshd e do omelhordatelona também já teria se a internet fosse ótima, pra assistir online.
Então é isso. Vou contar mais algumas 400milhões de ovelhas negras, quem sabe uma vem trazendo o sono pra amiga aqui :) zzzzzZzZ.
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Até minha cota de filmes no netflix já esgotaram. É só megafilmeshd e do omelhordatelona também já teria se a internet fosse ótima, pra assistir online.
Então é isso. Vou contar mais algumas 400milhões de ovelhas negras, quem sabe uma vem trazendo o sono pra amiga aqui :) zzzzzZzZ.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Todo carnaval tem seu recomeço
Ter passado o carnaval na praia não estava nos planos, mas sempre tem um karma dos últimos carnavais que resolve reaparecer das cinzas. E eu tenho culpa no cartório, confesso que me deixei levar. Uma parte porquê eu jurava ter deixado um sentimento lá no passado, e outra porquê nunca passou pela minha cabeça que esse sentimento fosse ser reativado, novamente. Que saco!
Sei lá, se envolver com amigo nunca é boa ideia. Vai por mim, se você tiver um, nunca ouse ultrapassar a linha. Ou, se for ultrapassar, que seja porque ele realmente queira te assumir logo, não só como sua amiga, mas como namorada, ou qualquer coisa do tipo, que seja.
Quando a linha é ultrapassada e você não sabe mais se aguenta ficar se equilibrando em cima do muro ou se se atira no chão de vez, pare, tem alguma coisa errada aí.
Na hora, eu não penso direito, e eu penso que ele também não. Ou se ele pensa, gostaria muito de saber o que ele pensa, porque juro que já tentei de muitas formas agir naturalmente como ele age, e não vai - o surto é quase que imediato, digo, vem no outro dia.
Nesse carnaval não foi diferente, um dia antes de começar o maior festa brasileira, ele me convidou pra sair, como amigos, desde o carnaval do ano passado. A gente começou a beber na praça, começou a chover e fomos pro carro. Mas começou uma chuva infinita e faltou energia. Ele sugeriu 'um lugar mais calmo, tipo um motel', e eu disse 'mas apenas para beber, não vou dar pra você'. Nós fomos, pedimos um tira gosto barato, e continuamos a beber. Começou a tocar uns sertanojos e ele pediu que ensinasse a dançar. Ele me beijou e eu cai na armadilha. Burra!
Eu não conseguia parar de pensar em como havia caido nessa, ainda mais porque no outro dia ele não havia me mandado uma mensagem (no celular ou messenger), sequer. A gente se falava quase todos os dias, e aquilo pra mim foi o fim. Fiquei mal! e meu carnaval teria sido péssimo, não fosse a beleza natural e tranquilidade da praia, assim como as histórias compartilhadas e rememoradas entre meus pais, irmãs, minhas tias e eu.
Mas eu tava equivocada pelo fato dele não ter dado notícias - a cidade toda ficou sem comunicação: internet e celular (todos). Então, domingo meu celular deu sinal de vida gritando o toque de uma mensagem. Era dele perguntando 'como está na praia?' e que tinha ido na minha casa no sábado convidar pra dar uma voltar na cidade.
Pode isso? É um caso de amor e ódio. de bipolaridade total. de endoidamento lôukido! que eu preferi evitar e que continuo a fazer: evitá-lo.
Nesse carnaval eu fiz as contas e estamos nesse enrola há 3 anos, e tudo começou nas vésperas de carnaval.
Hoje o que eu mais queria era que esse 'carnaval' entre a gente tivesse fim e não mais um recomeço. "minha carne é de carnaval, meu coração é igual". mas um dia consigo! certeza!
Sei lá, se envolver com amigo nunca é boa ideia. Vai por mim, se você tiver um, nunca ouse ultrapassar a linha. Ou, se for ultrapassar, que seja porque ele realmente queira te assumir logo, não só como sua amiga, mas como namorada, ou qualquer coisa do tipo, que seja.
Quando a linha é ultrapassada e você não sabe mais se aguenta ficar se equilibrando em cima do muro ou se se atira no chão de vez, pare, tem alguma coisa errada aí.
Na hora, eu não penso direito, e eu penso que ele também não. Ou se ele pensa, gostaria muito de saber o que ele pensa, porque juro que já tentei de muitas formas agir naturalmente como ele age, e não vai - o surto é quase que imediato, digo, vem no outro dia.
Nesse carnaval não foi diferente, um dia antes de começar o maior festa brasileira, ele me convidou pra sair, como amigos, desde o carnaval do ano passado. A gente começou a beber na praça, começou a chover e fomos pro carro. Mas começou uma chuva infinita e faltou energia. Ele sugeriu 'um lugar mais calmo, tipo um motel', e eu disse 'mas apenas para beber, não vou dar pra você'. Nós fomos, pedimos um tira gosto barato, e continuamos a beber. Começou a tocar uns sertanojos e ele pediu que ensinasse a dançar. Ele me beijou e eu cai na armadilha. Burra!
Eu não conseguia parar de pensar em como havia caido nessa, ainda mais porque no outro dia ele não havia me mandado uma mensagem (no celular ou messenger), sequer. A gente se falava quase todos os dias, e aquilo pra mim foi o fim. Fiquei mal! e meu carnaval teria sido péssimo, não fosse a beleza natural e tranquilidade da praia, assim como as histórias compartilhadas e rememoradas entre meus pais, irmãs, minhas tias e eu.
Mas eu tava equivocada pelo fato dele não ter dado notícias - a cidade toda ficou sem comunicação: internet e celular (todos). Então, domingo meu celular deu sinal de vida gritando o toque de uma mensagem. Era dele perguntando 'como está na praia?' e que tinha ido na minha casa no sábado convidar pra dar uma voltar na cidade.
Pode isso? É um caso de amor e ódio. de bipolaridade total. de endoidamento lôukido! que eu preferi evitar e que continuo a fazer: evitá-lo.
Nesse carnaval eu fiz as contas e estamos nesse enrola há 3 anos, e tudo começou nas vésperas de carnaval.
Hoje o que eu mais queria era que esse 'carnaval' entre a gente tivesse fim e não mais um recomeço. "minha carne é de carnaval, meu coração é igual". mas um dia consigo! certeza!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Filmes, filmes e mais filmes.
Meus dias tem se resumido em: filmes!
Vou tentar listar os que assisti nos últimos dias, alguns - é impossível lembrar de todos, foram muitos, sério!
- Wild (a edição ficou confusa, sorte que li o livro - sim, tem o livro e recomendo)
- Big Eyes (triste pela Amy Adams não ter concorrido ao Oscar de melhor Atriz com esse filme)
- Cake (digo o mesmo pela Jennifer Aniston. Esse filme vangloria o suicídio. muito bom!)
- Cake (digo o mesmo pela Jennifer Aniston. Esse filme vangloria o suicídio. muito bom!)
- Confissões de Adolescente (ok, é adolescente, mas eu gostei. muito!)
- Lola versus (a mesma atriz que fez Frances Ha. gostei!)
- Raising Helen (todo filme da Kate Hudson é bom. esse é daqueles Sessão da Tarde)
- Raising Helen (todo filme da Kate Hudson é bom. esse é daqueles Sessão da Tarde)
- De mal a pior (Ri das infinitas e tantas fudências na vida da protagonista)
- Será que? (Ah, é bonitinho. Tem algumas cenas em Dublin. Meus olhos lacrimejaram)
- Canon (Filme mexicano sobre um casal que querem ter um casamento aberto. ótima fotografia).
- Last Night (que filme é esse? retrata um dia do casal separados. muito intenso.super recomendo!)
- Entre Lençóis (com a Paola Oliveira e Reinaldo Gianechini todo gravado num quarto de motel).
- O Paciente Inglês (dormi, só fui até a metade - é muito chororô, fica pra outro dia).
- Menina de Ouro (nunca havia assistido todo. Bom, muito bom, super recomendadíssimo!)
- A vida acontece (duas amigas que moram juntas mas que uma acaba engravidando. legalzinho!)
- Shame (o melhor filme de todos. quando a compulsão pelo sexo é um escape pra aliviar angústias)
- Shame (o melhor filme de todos. quando a compulsão pelo sexo é um escape pra aliviar angústias)
- O casamento de Rachel (com Anne Hatteway, filme hipster, hippie. amei o casório. só)
- Saving Mr. Bank (História de como foi criado o filme da disney "Mary Poppins")
- A Teoria de Tudo (o ator que interpreta o físico Stephen Hawking tem tudo pra ganhar o Oscar)
- Sem escalas (filme se passa num avião. possível sequestro aterroriza os passageiros. legalzinho)
Bom, esses foram os que lembrei. Bora ver bem mais no carnaval hahaha
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Solteira no Rio 40 graus
Consegui comprar passagem! Feriado do Dia do Trabalho e Rio de Janeiro estarei chegando em breve! Uhuuuuuuuu!!!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
De Cidi, Pra euS.
Pensar sobre 2015 tem sido uma tortura mental, nos últimos dias, principalmente se tratando da ideia fixa que não sai da minha cabeça: "Irlanda! Irlanda! Irlanda!".
Após muita luta e briga comigo mesma, ficou decidido para o final do ano: Dublin, me aguarde, aí vou eu! De vez!
Pois é, decidi vender o carro. Decidir parar de sair e assistir filmes. Decidi, também, pegar uma bebida no barzinho daqui de casa e ir pra praia nos fins de semana. Decidi que vou pegar licença de 2 anos da Secretaria de Saúde. Decidi pegar férias e passar meu aniversário no Rio de Janeiro. E em Macapá. E em Curitiba! Mas decidi tirar apenas 15 dias de férias. No fim, decidi tantas coisas que olhando agora me assustam tanto, mas que me deixaram tão mais leve...
Vamo que vamo! 2015, agora sim, seja bem vindo! ;)
domingo, 25 de janeiro de 2015
Sobre um encontro inexplicável
Era apenas um encontro, nada de mais. Nada de mais? Fazia, pelo menos, uns 2 anos que não sabia o que era isso. Não falo do encontro, pois houveram alguns nesse meio tempo, eu falo desse lance de sair com caras desconhecidos pessoalmente e com apenas uma foto no perfil do aplicativo. Coragem, não é? Bem corajosa!
E lá foi ela, de vestido bem casual, ao encontro de mais um desconhecido, mesmo tremendo de medo e com o coração quase saindo pela boca. A sensação era tão estranha que quando entrou no carro dele quase não conseguiu falar: "oi". Ele, pelo contrário, parecia muito calmo para uma situação inusitada como esta, afinal, era a primeira vez que se viam e ainda de jantar juntos! - claro, se ele não a sequestrasse, matasse, ou fizesse algo do tipo. Mas ele a levou para restaurante, pediram algo para beber e compartilharam uma refeição. A noite estava leve, ele era tímido na dose certa, fazia perguntas diferentes, o papo era agradabilíssimo e, aos poucos, o tempo foi passando e o jantar acabou. Enquanto ele perguntava se podia levá-la para um lugar mais tranquilo, ela pensava no quanto aquele garoto tão mais novo que ela era realmente ousado. E, sim, ela gostava dessa característica nele e estava super curiosa para saber de suas reais intenções, pois, dos pensamentos dela, ele já fazia parte.
Dividiram a conta, por exigência dela, entraram no carro e seguiram para uma praça nada movimentada. Ainda dentro do carro ele comentara sobre o fato de ter gostado do jantar, exceto por uma coisa: o fato dela estar com excesso de batom na boca. Por um instante ela pensou ser uma cantada, e depois concluiu que era, de fato, mas levou na esportiva, ele não deveria estar falando sério.
Chegaram na tal praça, desceram, sentaram em um banquinho e começaram a contemplar o vento que batia nos galhos secos das árvores. Não havia pessoas, nem carros, eram apenas os dois conversando sobre relacionamentos, família e cidades, até que o silêncio se fez presente. Era óbvio que ele estava na dela, mas ela estava receosa em tomar partido. Ele quebrou o silêncio perguntando se podia sentar mais perto e ela aceitou. Mas ele não fez isso, fez mais que isso: colou seu corpo ao dela, envolveu a mão direita na mão esquerda dela e com um: "não aguento mais", a beijou voluptuosamente. Uau!
Como estavam colados um ao outro, ela sentia o quão acelerado estava o coração dele, pedindo assim uma pausa para recuperar o fôlego. Fazia realmente muito tempo que isso não acontecia, a química entre os dois era incrível. Eles saíram da praça e foram para o carro, mas ela não se sentiu a vontade dos amassos no banco de trás. Ele disse que a levaria a um hotel, porque ele queria dormir de conchinha com alguém especial e digna de receber café da manhã na cama. Uau!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
A letra A do seu nome vs. 2015
Enquanto nada acontece e já que cá estou eu, de boa na lagoa, jogada ao vento, a Deus dará e na pista pra negócio, sigo "tindando" em busca de um "Match!", ao menos, interessante pra conversar.
Devo confessar que ultimamente até rolou alguns com uns caras, mas conversa boa que é bom, nada!
Quando me pego em uma conversa clichê, daquelas tipo:"oi, tudo bem?", no qual o cara te responde meia hora depois com um: "Tudo bem? Tudo e com você?", e nem ao menos espera uma resposta de duas perguntas seguidas com a expressão "tudo bem?" e, já responde com mais um "tudo bem"!, me sinto o ser mais anormal da face da terra, broxando de uma maneira, sentindo uma raiva tão grande a ponto de não querer mais papo com nenhum outro homem tão cedo!
É triste! Eu sei...
Mas, sempre há as exceções. E é aí que o primeiro "a letra A do seu nome" de 2015, que fique claro, entra na história.
Por quê "a letra A do seu nome"? A história é só que tenho um karma por caras que tem nomes que começam com a letra "A". Às vezes acho ser um chama ou um ímã. Outras vezes, não, penso que todo "A" nasce com uma missão: cruzar meu caminho. E isso acontece com Adrianos, Allans, Alessandros, Alexs, Alexandres, Andersons, Andrés, Angelos, Augustos, e por aí vai.
E se eu contar que isso pega? É sério! Uma vez, trocando confessos com uma queridíssima e grande amiga, acabamos percebendo que ela também tinha essa sina com a letra "A". Sendo assim, adoradoras de música boa que somos, emprestamos de vez aquela música do Nando Reis: "A letra A do seu nome..." para chorar e resumir nossos "causos".
De lá pra cá são vários os "Ases", e hoje não foi diferente: aconteceu de conhecer mais um!
Garoto, tenho muitas coisas em mente, vou aceitar seu convite pela ousadia e por ter a primeira letra do nome com "A". Please, não me decepcione! E seja o que aDeus quiser! Amém!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
You're Not You
"You're not you" is a film which talk about when you help someone and this change your life.
The protagonist has been married with your handsome husband for fifteen years, when they discover that she has a mortal issue.
He is looking for someone for helping his wife and they discover such a beautiful girl who is totally crazy.
I have to confess: the film has two hours and less one hour I was crying like a baby! So if you don't like crying, don't watch this movie. Hilary Swank is THE actress!
Recommend! (A lot)
Take a look at this video on YouTube:
http://youtu.be/SE0m-N-b1VA
The protagonist has been married with your handsome husband for fifteen years, when they discover that she has a mortal issue.
He is looking for someone for helping his wife and they discover such a beautiful girl who is totally crazy.
I have to confess: the film has two hours and less one hour I was crying like a baby! So if you don't like crying, don't watch this movie. Hilary Swank is THE actress!
Recommend! (A lot)
Take a look at this video on YouTube:
http://youtu.be/SE0m-N-b1VA
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
6 meses depois de um intercâmbio
Fui convidada para escrever no Batom na Mala, um blog feminino que fala bem mais de viagens do que de beleza. O tema era: "a volta pra casa" - como é fazer um intercâmbio e retornar pro Brasilzão. Então, em primeira mão, segue abaixo o texto enviado para a Alessandra Assis, vulga e queridíssima amiga, Alê.
Home sweet home - a volta pra casa
Diferente dos demais intercambistas que vão para estudar e trabalhar por 1 ano, fui como turista, aproveitar as férias, dar um upgrade no inglês e morar em Dublin por míseros, maravilhosos, porém findáveis sessenta dias. A experiência de morar em outro país é inexplicável e não é só porque estava 'de férias' que deveria ser um mar de rosas, não. Compartilhar uma casa com outras pessoas e de diversas nacionalidades, por exemplo, seria só o primeiro desafio. No meu caso foi com um indiano-osso-duro-de-roer e minha amiga brasileira, que além de extensão da família, foi quem me apresentou a cidade (paradiceys no primeiro dia!).
De lá pra cá, se passaram 6 meses da experiência, e embora já tenha passado por diversos lugares, Dublin me acolheu de uma maneira que ultrapassou todas expectativas. O contato com outras línguas, outras culturas, clima às vezes bem indeciso, faz com que passemos a enxergar tudo por diversos ângulos. É esse 'olhar além' proporcionado pelas viagens que compensa o retorno ao lar. Afinal, quando se volta para casa, você não traz na mala somente aprendizados, milhares de fotos, roupas, lembrancinhas, tombos, micos, toneladas de sorrisos e gargalhadas. Traz também opiniões como forma de contribuição direta na comunidade de origem. E, claro, uma quantidade absurda de amigos conquistados, a ponto de, mesmo distantes, planejar novas viagens para reencontrá-los o mais breve possível.
Voltar pra casa é voltar a ser humano e deixar lágrimas escorrerem incontrolavelmente pelo rosto. É lembrar das paisagens deslumbrantes, das festas, dos professores, dos museus e parques. É principalmente dar abraços apertados de 'até logo' nos amigos e amigas que enfrentaram uma chuva tórrida no dia da festa de despedida. É ter um sentimento ímpar e particular invadindo o coração, deixando-o pequeno e começar uma batalha constante do corpo e mente que não conseguem processar a informação (até hoje).
Voltar pra casa é estar atento aos mínimos detalhes da vida cotidiana, é dar valor para sentimentos, pessoas, nas oportunidades de trabalho e até nos centavos investidos ao final de cada compra. Voltar pra casa sempre se resumirá em uma palavra, bem brasileira, por sinal, chamada saudade! E essa saudade é mútua, tanto para com os familiares que recebem de braços abertos os 'bons filhos que à casa torna', quanto para com os familiares e amigos dos que ainda estão curtindo a experiência lá longe.
Quando me perguntam sobre o intercâmbio, se 'faria tudo de novo', mesmo que tenha que passar por todas as aventuras e perrengues, do tipo ter chegado antes das minhas bagagens, é claro que a resposta é SIM, em caixa alta, com gosto de 'quero mais', e de novo, com muita emoção, por favor!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Merry Xmas!
Natal com família e amigos. Obrigada por mais um ano. Bênçãos sobre todos e em tudo, que muitos outros natais sejam repletos de saúde e alegria. Amo vocês pai, mãe, manas. Que estejamos sempre juntos e unidos na fé e no amor. Feliz Natal, meu povo! ;) 🎅🎄
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Desejo de Natal mais ou menos
- Mais saúde, para muitos outros natais ao lado da família;
- mais curiosidade, para conhecer o mundo e fazer novos amigos;
- mais disponibilidade, para trabalhar e sustentar meus vícios;
- mais amor, daqueles a ponto de gritar corações pro mundo inteiro ouvir.
- menos violência, tanto para com pessoas quanto para com palavras;
- menos preguiça, porque sono é primordial, mas a preguiça é opcional;
- menos comida, principalmente em aniversários e festas de família;
Por fim, que Deus nos conserve equilibrando a mente, para que possa seguir com as melhores escolhas em nossa vida.
Amém! Oss!
P.s: pensei em pôr na lista "vontade de meter a mão na cara da secretária de saúde que não deu recesso de fim de ano para seus funcionários", mas achei melhor não escrever - vai que algum colega lê esse pensamento e põe em pratica primeiro que eu? rsrs.
- mais curiosidade, para conhecer o mundo e fazer novos amigos;
- mais disponibilidade, para trabalhar e sustentar meus vícios;
- mais amor, daqueles a ponto de gritar corações pro mundo inteiro ouvir.
- menos violência, tanto para com pessoas quanto para com palavras;
- menos preguiça, porque sono é primordial, mas a preguiça é opcional;
- menos comida, principalmente em aniversários e festas de família;
Por fim, que Deus nos conserve equilibrando a mente, para que possa seguir com as melhores escolhas em nossa vida.
Amém! Oss!
P.s: pensei em pôr na lista "vontade de meter a mão na cara da secretária de saúde que não deu recesso de fim de ano para seus funcionários", mas achei melhor não escrever - vai que algum colega lê esse pensamento e põe em pratica primeiro que eu? rsrs.
domingo, 21 de dezembro de 2014
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