Eu gosto da introspecção e ao mesmo tempo me sinto confortável em viver as coisas do mundo - e isso inclui falar sobre o amor e a solidão.
Essa dualidade e contrastes de ser solitário, conviver com varias “personalidades” dentro de si, e no final querer ser única na vida de alguém é o que nos faz aceitar um amor singular, afinal temos a pluralidade formada por muitos "eus".
E a pergunta seria: Por que é que estar com alguém nos torna singular? São várias personalidades dentro de si, portanto cada um lida com todas elas? Ou cada pessoa desperta somente uma dessas personalidades? No caso, quando está com uma certa pessoa, possui uma específica personalidade... É isso?
Explico que "sim" e "não", mas o contexto é esse mesmo. Estar com alguém é como se, ao mesmo tempo que se tem um eu preenchido por uma personalidade específica e única, coexiste um eu "vazio”, pra gente ser o que quiser e tornar isso único ao lado de uma pessoa, sendo então um "eu" em vários "eus" ao somar com os vínculos com tantas outras pessoas, lugares, momentos, e ainda em construção...