quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Inspirado no filme: 10 Items Or Less.





1) Família reunida
2) Cheiro de chuva
3) Ritmo de sons e palavras
4) Vícios, manias, déficit's, transtornos, distúrbios e afins.

5) Lua, água, pedra e areia
6) Ovo frito, caldo de feijão, peixe assado, leite condensado.
7) Have fun

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Vou lhe jogar no meu baú"




"Na minha memória mais antiga", este é bem parecido, diria quase igual, com meu primeiro "baúzinho de memória".
Em 1988 - Bebêlândia.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

"Eu trabalho pra sustentar meu vício, caralho!"

Ela começou, do nada, a revirar a bolsa. Depois, começou a tirar todas as coisas da bolsa. Em seguida, quase pondo a cabeça dentro da vazia bolsa, gritou desesperada:

- Vocês viram meu celular? 
Sincronicamente falando a frase, voltou sua cabeça pro lado, olhou pra mesa e se espantou:
- Oh, achei! 



Sexta-feira, 14 de outubro de 2011.
Estava dando aula quando recebo a ligação da Nick Belane, vulga Srta. Gavião Real, vulga, Janna-Janna.
- Ei Suede, o que vai ser hoje? Eu não tô a fim de sair pra festa.
Ela é assim mesmo, super direta, pá-pum.
- Hum, não sei. Eu tava pensando em fazer um caldo, chamar vocês pra irem lá pra casa, a gente bebe, conversa, fica escutando algumas músicas... Também não quero sair, amanhã pego no batente super cedo: 8:00h!
- Então fechou! Vou umas 8 da noite e levo umas cervejas.
Fim.

Eu gosto de conversar com a Janna. É uma das únicas pessoas que leva a sério qualquer coisa e jeito não sério. É aí que vejo a beleza que ela vê bem mais além. Quando a gente se reune pra beber, conversar, escutar música e comer calabresa, ou frios com sal e limão, ou caldo, tenho a impressão de que encarnamos os maiores boêmios da história: só papos nonsenses, Bukowiskiniano.

Nesse dia, marcaram presença, também: Cassiélle, falando e rindo; e a Tati: a cinegrafista dos vídeos de momentos mais exclusivos que já vi.

Por fim, pedi licença para guardar esta foto:
- Eras Janna, ficou show! Vou por no meu 'baúzinho de memória", tá?!
Ela consentiu. E no auge de sua 4ª ou 5ª latinha, com o celular na palma das mãos, exclamou via facebook:
- Suede, tu é fotógrafa mermo!
 Que nada.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"É que eu preciso que o Deus venha"


A respeito de Deus, também me pergunto se ele é apenas amor, mas daí surge a palavra 'paciência', ou 'compreensão'. É de intrigar mesmo! Faz um tempinho que não temos uma conversa cara-a-cara. Desleixo meu, confesso. Sinto que preciso de algo que nos mantenha inteiramente ligados, mas não consigo pensar no quê. Às vezes é revolta, mas não necessariamente dEle ou contra Ele. São das pessoas que julgam levar seu nome e pregá-lo 'pelo mundo', quando, na verdade, nós mesmos nem pomos metade da metade da metade do que Ele falou/fez em prática.
Eu acredito que o silêncio nos eleva e leva a lugares tão maiores, tão aconchegantes, tão mais emocionante, misterioso... e tão mais perto dEle; e no entanto a nossa realidade é tão cheia de murmúrios, gritos, brigas...
É, bateu uma saudade agora...
Ultimamente, não tenho conseguido me concentrar, nem rezar direito. Quando vejo, acordo espantada e já no outro dia de manhã! Ou seja, dormi enquanto fazia minhas orações! tsc tsc
Um dia compensarei...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Hoje é seu aniversário: passa logo tic-tac, que eu já perdi minha alegria.


Eis que hoje chegou. É, já chegou. E é uma data especial!
Em último caso me esqueceria do dia de hoje. Bem que eu preferiria: lembrar-me o tempo todo é como se enfiassem sem pudor e licença alguma uma faca de dois gumes no meu 'aziático' estômago.
Bem que eu preferiria não ter de lembrar. E logo pela manhã, ao abrir o facebook, lá está o lembrete, o embrulho com lacinho avisando que hoje é seu aniversário. Eis que, não mais uma faca me é enfiada no estômago, e sim uma estaca, daquelas bem grandes e vampirísticas, que me acerta de cheio na cabeça oca - oca sim, porque não paro de pensar nele.
Quando penso estar sarada desse tal de 'mal de amor', seguindo a filosofia da música 'Boate Azul' no qual a dor do amor é curada com outro amor, Zeca Baleiro chega cantando no meu ouvido surdo: "a saudade ainda vai bater no teto/ até um canalha precisa de afeto/ dor não cura com penicilina". Baita soco na cara!
E o dia não passa... Pra quê tanto martírio?! Eu sou muito carente e covarde, mesmo. Não ter coragem de escrever uma mensagem pequena qualquer é de dar nos nervos. O dia não passa. NÃO P-A-S-S-A! Até que abri duas vezes sua página no facebook, como já havia dito, e foi em vão: nada. Eu tinha vontade de escrever: "Meu amor, que sua vida seja repleta de saúde, paz, amor, felicidade. Hoje quero te enfeitar de beijos e abraços. Quero te enfeitar com um pouquinho de mim. E desde já agradeço por enfeitar-me sempre. É assim que sou feita: cheia de seus imperfeitos enfeites, fitas e afetos."
Lógico que não escrevi. Não escrevi, nem escreverei. Quem sabe um dia, lá bem longe. Aliás, 'quem sabe aqui: no meu baúzinho de memória', pensei... e já estou escrevendo, é só o que sei fazer...
O foda é que doi, dilacera, rasga!
Oh tempo, passe logo! Por favor... Eu não quero sair de minha casa apenas para dar-lhe um mero abraço, com um sorriso falso no rosto e ter que encará-lo tão de perto: nunca consigo esconder minha aflição e nem meu corasamborim finge batucar - é uma perfeita escola de samba: tugudugugudugudutugudugutu.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

#descomPENSANDO

- é cedo...? Não, não é.

Cadê o eu que tava dentro de mim...?
Se eu procurar bem, até acho: gente, sentimento e pó.
- não me pergunta onde eu fiquei no meio dessa confusão.
 Ketily Regina.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Será real ou presente?

Ontem fiz a pior das piores besteiras.
Eu gravei um cd pra ele. Ele, eu não digo que seria um relacionamento. Se for, talvez de amizade colorida mesmo. Com um quê a mais, lógico.
Todos os dias, enquanto não estou fazendo nada, e pensando nele, fico imaginando como pode ter chegado a esse ponto - de gravar o cd, que não é algo assim: "Oh, e aí, o quê que tem? Grandes porcaria, non?!" Se tratando de mim, Suede, é sim. Presente a gente só dá aos nossos íntimos preferidos, aquelas pessoas super próximas. A partir do momento em que você dá alguma coisa a alguém é porque tem carinho e conhece a pessoa o suficiente. Nesse caso, ele que me pediu. E ainda tive a capacidade de baixar todas as músicas, da banda preferida dele, uma por uma pra poder gravar o CD. E eu nem acho que dois meses seja tempo suficiente para termos nos conhecido o suficiente. Eu só sei que muita coisa me faz lembrar dele...
Alguém me dá um tapa aí!
Preciso acordar. Eu não quero me iludir por esse cara, e o pior é que ele não faz ficar iludida por ele. Ele só me faz ficar suspirando pelos cantos. Ele mesmo é incapaz de iludir qualquer pessoa, de magoar qualquer tipo de ser, até mesmo o mais desprezível. Égua. Égua. Mil vezes égua.
Vamos ver no que dá. Odeio ter que 'bater com a língua nos dentes'. Principalmente quando digo às minhas amigas que dependendo do cara a gente não se apega, apenas curte.

E se eu cair dessa escada? Vou me lascar. Já tô me lascando. ai

ai.
ai.

aiaiaiaiaiaiai.

sábado, 3 de setembro de 2011

Trabalho dá um trabalho.

"O trabalho me fascina tanto, 
mas tanto, que chego a ficar parado, 
olhando para ele, sem conseguir fazer nada..."

Eu mataria se encontrasse quem inventou a palavra "trabalho".
Ai, se eu te pego...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Andarilha

Na lembrança me vaga a exaustão.
No imaginário devaneio endireitada. Não que deva, certamente, ir em uma direção certa, eu só não gosto do "dever" ser certa. Pra isso, tenho uma estrada de chão e um Teco-Tico planador esperando do tempo e luz que lhe réstia.

"Combustão que é bom emprestei pra manter a lenha acesa. A lanterna pelo caminho ficou afogada e, nos repolhos vi o aconchegar das crianças, famintas."
Deixei como bilhete ao sair, não sei quais foram suas reações. A minha foi de razão: desisti por um lado que voltaria por outro. Assim fui. Fui me perder.

Agora que fui achada, me exausta divagar via lembrete: preferiria ter vindo devagarinho numa lambreta ou num cavalo a galope.
Andar a pé, eu deixaria pros que viriam a me calçar na floresta depois que aprumasse águas - ou uma cachoeira de choro, ou em corredeira rio.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Tem que ter sorte e coragem pra azarar no jogo do amor.




Bom dia! Não, eu não acordei cedo. São quase 2 da manhã e eu quero ligar praquele boi!? Oi! Oi? Mas eu nem liguei, fiz pior: mandei um sms! Pior? É pior sim, as pessoas acreditam e confiam bem mais na veracidade de um texto escrito do que na fala propriamente dita. O que está acontecendo? "Me tira daqui!", quer dizer, "sai daqui, não tem espaço, eu não posso pensar em você!". É o que o besta do meu cérebro está gritando, dizendo pra ir pro meu coração, pois lá deve haver mais espaço vazio. Eu devo estar ficando doida, maluca, perturbada do juízo - se bem que uma grande parte de mim já condiz com tais adjetivos.

Eu nem sou de me iludir fácil, pelo contrário, se tem uma coisa que tenho enraizado são os pés no chão. O que me ferra é só a cabeça. Essa que, por sua vez, mesmo presa, vive no ar, perto das nuvens. Por favor, preciso que tapeiem minha bela face. (pausa. celular bipando. Uma nova mensagem de texto.)

Uau, isso não deve estar acontecendo, ele respondeu! Que fofo, me desejou uma boa noite, disse que "está ficando mal acostumado". Agora ferrou de vez, não vou conseguir dormir porque ele respondeu, e não é ironia. 

Lembro que era uma quarta, mandei um sms besta qualquer, ele retornou com uma ligação que, pra meu espanto, durou quase 37 minutos - e eu nem sou dessas de ficar com a garganta seca de tanto falar ao celular. Fico pensando que se forem daqueles benditos jogos de azar, que então, possivelmente, futuramente, terei sorte no amor; contudo, se não for, por que diabos ele não cumpriu o trato de apenas termos ficado no "Oi, tudo bem?", de longe, depois que nos esbarrácemos por ai? 
Pra uma semana depois ele ficar dando toques no celular seguido de um sms: "Preciso de você". Dias depois, ligar às 5 horas da manhã, em pleno horário de repouso de minha beleza; vir almoçar na minha casa, no domingo, dia dos pais, e ter a cara de pau de dizer que vai ligar a noite, ligando mesmo e me fazendo ficar confusa! Eu o desprezo, digo que "não dá, não tem como, tenho um aniversário pra ir." Minto pra ele e curiosamente pra mim. 

Naquele momento eu estava quase na frente de um DJ, do DJ, pensando em outro alguém que era o próprio DJ. Era 'esse alguém' que eu gostaria de ter. Às vezes, penso que a cada vez que nos encontramos (eu e 'esse alguém', o DJ) é uma esperança a mais, mas é pura balela, pura ilusão, 'esse alguém' vai casar mesmo! "Então case, meu filho! Case com essa desconhecida Sabeláquem que te chifra de lá de Sabedeusonde." Pensei raivosamente em dizer. Não disse, não digo e nem direi apesar da amizade. Eu só esbanjava serenidade, e ao que via 'esse alguém' me olhando, demonstrava estar agoniada vigiando o celular, como de quem espera uma ligação - eu tenho amor próprio, pelo amor de Deus, e sei causar ciúmes alheios também, ai como eu sou bandida! - ao mesmo tempo que revoltada por não ter aceitado a estar com o 'Cara do Sms', o Rato - apelido carinhoso por mim dado e por ele desconhecido. Ô bicha burra! 

Quer saber, vou é continuar com os sms, pelo menos gosto do lance do jogo de gato e rato.  Eu penso no jogo, penso nele, mando sms, ele responde e tudo fica empatado: não sai do 0x0. Tô ferrada! Quê eu faço? Odeio perder, a não ser que estejamos falando de quilos, esses a mais nenhuma mulher curte. Em compensação, a palavra 'ganhar' é tão com ar de superioridade, soberba. 


Por mim, preferiria estar jogando frescobol, concordando com o mestre Rubem Alves: "O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom é preciso que nenhum dos dois se perca. (...) Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos..."


É isso aí, nada de deixar a bola cair, 'game over'. E sim contar até 3, apertar o 'Play' e depois 'Repeat', quantos forem necessários!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Como se portar: com porta ou sem porta.

Quer me ver 'virar o cão em pessoa' e mal-comportada? Deixe-me perto de uma porta aberta. (leia-se "porta" como objeto, lugar, coisas, seres animados ou inanimados)
Contudo, sou comportada, daquelas que, mesmo que de vez em quando e às vezes em horas impróprias, põe em prática os famosos: "com licença", "por gentileza", "por favor", "desculpa", "obrigada", "bom dia", "saúde".
Depois dessa, só não espero ser deportada... 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Devasso eu, Devassa ele, Devassos nós!


Era de manhãzinha. Assustou-se com o bater da porta. Levantou e correu para ver se conseguia alcançá-lo no corredor. Tarde demais! o beijo de bom dia seria agora de boa tarde, ou de boa noite. Mesmo assim, ao voltar para o quarto, deparou-se com um bilhete em cima da cômoda, com os escritos: 
"Você é linda mais que demais, você é linda sim!
Caetano Veloso pode até cantar a música, mas quem vê e tem a sorte de ter em mãos, sou eu, rá! Você é tão linda e inteligente que até me sinto importante como o Caetano Veloso - veja só que lisonjeio. Ficaria a eternidade e pararia o tempo, mas tenho que brincar de ser gente e ir trabalhar. Enquanto isso, cuide-se e sinta-se à vontade, ok? Ligo mais tarde para marcarmos algo. Desde já, te amo! Super Beijos, 

do seu, não-Caetano, ainda,
Allen."

Coração acelerado. Sorriso mais que estampado de orelha a orelha, quase rasgando a boca. Ao término da leitura, elevou o papel até seu coração, suspirou, e trouxe o mesmo até sua boca dando-lhe um beijo apaixonado, e até dizendo em voz alta: "Também já te amo, meu não-Caetano, Allen"  


Voltou para a cama, fechou os olhos e lembrou dos momentos incríveis que passara na noite passada: sentiu-se completamente realizada.

Deu uma vontade de pôr uma música do Caetano, fã incondicional, mas seria tão previsível quanto um clichê. (droga, isso foi um clichê!) 
As horas podiam passar, e o dia todo, se fosse necessário, que ela, ali, deitada, estava feliz. 

Depois de quase 1 ano trocando e-mails, morando em cidades diferentes, e com tantas compatibilidades, o que pensariam ser catastrófico, deu mais certo do que esperavam. Depois de algumas boas doses de indecisões e relutâncias, ele tomou coragem, comprou uma passagem de ida e enviou para que ela fosse ao seu encontro, passar uns dias em sua casa - não aguentava mais apenas ler aquela mulher, queria cantá-la olhando em seus olhos. Ele a queria tão perto quanto o ar que respirava, e o que ela menos precisava na hora que recebeu o e-mail, com a passagem em anexo, era ser lida - então ele era a resposta para inúmeras de suas perguntas.

Ele: indeciso, trovador, de humor inteligente, tímido, charmoso;
Ela: teimosa, peculiar, risonha, extrovertida, romântica, linda;
Eles? Encaixe perfeito, devassos, doidos e nada santos desde que estão juntos...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Gaúcho favorito diz: "Oi, minha paraense preferida!"

Começou com uma "cutucada" pelo Facebook, o que não causou espanto, mas, um leve sorriso meu: "será?!"
Recutuquei-o, era o mínimo a fazer - questão de educação, certo?! Corretíssimo!

Meu messenger estava aberto e vejo subir a janelinha:
- Oi, minha paraense preferida.

Eita, já gostei. Por que ele veio falando isso? Por que ele está tão longe? Ele foi o primeiro gaúcho que conheci e por tal lisonjeio, casaria com ele. Eu casaria mesmo se não tivesse largado tudo por lá e tivesse voltado para minha querida terrinha paraense. Revidei, dizendo:
- Preferida é? Tem mais, então? rsrs

Ele me surpreende, me deixa sem palavras, me ilude, como sempre fez e continua fazendo:
- (um coração) Ah, não não, tu és a única, amor! De todo o Pará, rsrs e digo mais, de todo o norte do país! :p :) 

"És um cafajeste, galanteador isso sim!" pensei em digitar. Não digitei, apenas chamei de "meu gaúcho favorito", pois ele é, de fato. Depois dele, há somente um outro, que conheci aqui mesmo, há algumas semanas e por quem já até cortei relações por possíveis-piores-catástrofes.
Ah, os gaúchos. Eles têm um quê de pecado, um quê de juízo. 
Ah, os gaúchos. Eles que não tem "a cor do pecado", que são conhecidos por terem "gélidos corações", e por serem bonitos, educados, fogosos.
Ah, os gaúchos. Esses que arrebatam meu coração, me laçam e me pegam de jeito. 
Ah, os gaúchos dessa minha vida, mil perdões pelo desdenho, juro não mais 'bater com a língua nos dentes' - exceto em outras ocasiões...

Será que tenho que trocar o Pará, o Ceará, o Paraná, e os restantes dos estados brasileiros, pelo Rio Grande do Sul?
Se for, ano que vem, visitarei, novamente, aquela terra. E antes de ancorar em Jaguarão, chegarei em Porto Alegre, passarei por Camaquã e pararei em São Lourenço. Motivo? Responder algumas das perguntas que ele tanto me pertuba: será que sim?

Eu diria, 'I do'.



p.s.: dedicado ao M.G. de Jaguarão-RS. saudades.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

In+esperado

"Gosto disso: do inesperado.
Destrinchando a palavra inesperar: in (dentro, em inglês) + espera.
Dentro, espera. 
Espera por dentro. Ex-pêra. Ex-maçã. Ex-terminadora.
O tempo é inesperado, e vivo a esperar por ele. Ele pode vir a qualquer tempo, e por dentro, espero, estou a esperar. 
O gosto da espera, ex-pêra, é áspero: talvez nem goste.
"Gost, do outro lado da vida" , disso eu gosto, vi em agosto de algum ano.

Traduzindo ao pé da letra:
Inespera: dentro é uma ex fruta.
Inespera: Inês,pera(mordedeus)"  S.F. em 30/09/2010


                          Viva o inesperado!



P.S: "Eu tô com o coração apertado ainda. Não consigo extravasar as emoções, não consigo chorar nem nada, só sinto uma dor desconfortável no peito. Estou nervosa, ansiosa, coisas desse tipo." J.D.