segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sobre um fim de semana qualquer

Tinha tudo pra dar certo: pais viajaram, carro na garagem, casa à vontade, reinauguração da boate, e... nenhum amigo ou amiga disponível pra compartilhar de tudo - sair, conversar, dançar... sacanagem!
O sábado pareceria perfeito se não fosse o simples motivo: falta de parceria.
Uns estavam na fazenda com a família, outros pra praia, outros escarraram na maior cara dura, outros marcaram um vinho e, no final, houve um desencontro. Os outros, que outros? Acabaram as possibilidades, o fim de semana vai ser horrível, o sábado vai ser triste como ontem, sexta, e assim como antesdeontem, quinta, e assim como tantos outros dias.
Eram dez da noite e as duas irmãs entraram num consenso: vamos para a orla tomar sorvete, de lá a gente vê o que faz, beleza? Beleza!
E fomos. Foi peculiar, diria. Agradável, escutei minhas músicas favoritas, banda favorita, encontrei fãs, e reencontrei o acaso. Ops! - por isso que nada planejado dá certo, se fosse planejado, não teria dado, pelo menos. No fim, diria que fora um sábado bem proveitoso, diferente do normal. 
Introdução: vinho suave 5 litros
Objetivo geral: beber o vinho
Objetivo específico: não beber vinho sozinhas
Metodologia: sair na praça a fim de encontrar algum amigo(a)
Resultado: encontrado um amigo e o primo dele
Conclusão: retorno à casa às 7 da manhã do dia seguinte?
Bibliografia: Atenas, Esparta, Demolay e Cover cantor sertanejo
Anexos: sem fotos

To be continued...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Perdidos achados: do fundo do baú?

Ah o amor!
O de pai e mãe,
netos e avós, 
irmãos e irmãs.
O de afilhado,
os de colega de trabalho.
Os vizinhos da rua,
do bairro, 
de cidades,
estados...

Ah, amigos!
Aqueles que vivem no nosso presente,
que nos presenteiam com belos sorrisos,
abraços, sentimentos...
Estão sempre ao nosso redor,
mesmo que magoados e sentidos...

Uma vez, lembro-me bem,
estava triste e abatida,
procurei consolo, palavras amigas,
e por minha sorte? 
você, minha amiga, contara-me uma notícia,
grande notícia!
Entusiasmos e felicidades,
e eu entristecida.

Desde tal momento,
calada fiquei.
Vibrando pela grande
vitória, por ti conquistada,
mas chorando, por cada lágrima derramada.





2006. faculdade. sala de aula. alguma matéria chata. alguns escritos. alguns escritos inacabados? 
Queria tentar relembrar sobre o que era isso, pra tentar terminar mas vai ficar desse jeito, oras.
to be continued? yeah! change too! rsrsrs



quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sweet dreams, again: talvez...

Tantos sonhos, rum.
Hoje foi a vez de sonhar com o Mateus, um escorpiano que tá, só, lá do outro lado do país. Bateu uma saudadezinha. Talvez dele, talvez dos momentos, ou do lugar, ou desse tempo...
O senti bem próximo - podem exagerar na ambiguidade, não me importo porque o sonho foi beeeeeeeeeeeem legal.
Então fui no orkut, o procurei nos amigos e deixei um recado PRIVADO hohohoho. Talvez, ele compartilhe com o pessoal da república que mora, mas e daí? Conheço todos mesmo, sabem dos fatos - as meninas, uns amores, até ajudaram na festa de Bagé. E o Fran? Futuro ex-quase-cunhamigo eiauehaiuehaea
Anyway... Sem mais delongas, cansada a lot pelo quarto. Não vejo a hora de vê-lo ajeitadinho. Amém!

Peace and love in the eARTh
Kisses
xxooo

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Era uma vez.

A reencarnação e a imortalidade são dois conceitos que significam mutuamente o mesmo. Devemos sempre interferir no que podemos e abandonar aquilo que não nos deixa interferir. Seguimos assim o nosso destino e caminhamos para um conhecimento total do que somos e para o que somos, porque vivemos para o infinito e não para o momento.

So just leave me alone!

Sonhei com o Rodrigo. (espanto) (pausa)
Foi extremamente peculiar, surreal, irreal,  na verdade. Então deixa-se quieto: ele lá, como amigo relapso, e eu aqui, idem!
No mesmo sonho, estava numa escola de muitos andares, escadas em espirais, livros, uma estante cheia de livros. Identificava um da Thalita Rebouças e pegava. Depois o largava ao mirar num caderno memorável de capa rosa. Peguei. Ao puxá-lo, oh meudeus: era o meu caderno de zilhões de anos! Altas poesias, textos, confissões... Peguei. Corri. Como pudera ter parado ali? Quantos já não havia lido? I can't believe... 

- Pula pro outro sonho

Cenário: praia, trapiche, ruas, casas
Estava indo para uma escola (escola?escola? tanta escola assim... medo!) e um cara corria em minha direção. Ele me esfaqueava. Porém, eu conseguira tirar a faca da mão dele e o matava: facada mortal no estômago? talvez no coração, não tenho noção de direção.
Isso acontecia umas três vezes seguidas. E eu era sempre esfaqueada, na última, por sinal, tivera sido a pior. Me senti morta. É super estranho, diria que legal, mas não é, porque voltei e o matei. Pra ver como é: até meu espírito é vingativo. E eu nem sou tão vingativa, ou talvez não demonstre, não é?
Depois sonhei que estava na casa alguém e o vizinho dela me chamava pra conversar. Perguntava-me:
- Qual a diferença, o que você vê de errado na política?

Silencio por alguns segundos, e:
- Pra começar, os políticos são paternalistas. As pessoas dependem deles pra tudo, pra qualquer coisa. Em segundo, não administram, não sabem administrar. Em terceiro, são redundantes: se são más caras, pra quê máscaras? 

Não lembro o resto. 
Vou verificar quem sou das épocas passadas, depois pintar a selva amazônica do quarto. 

Peace and love in the eARTh
=*

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Sobre o verbo: esperar.

Revirando os 'rascunhos' em meu e-mail, o título deste me chama a atenção. Abro. Leio. Segundos depois, abro um sorriso. Não é uma gargalhada é apenas um riso, leve sorriso. Me espanto com minha incrível e notável capacidade de ser exagerada, toda cheia das hipérboles, ou quando não, sempre variando de um extremo a outro: quando não é 8 é 80.

"Pensando em te matar de amor ou de dor eu te espero calada"

Era só isso. Só isso. Sim, essa simples frase salva no e-mail que me fizera ri desmascaradamente de mim mesma. Boba! 

Então, realmente, eu espero - tem que esperar, não é Sidarta?
"Pensar, esperar e jejuar"
É o presente, passado e o futuro nos interligando.



Om: a-u-m
Peace and love in the eARTh 
;)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Espanar a poeira

"É curioso observar, Suede, como muitas vezes passamos dias, às vezes até meses e anos mergulhados numa chateação ou ressentimento. Remoemos aquilo, até que de repente - bum! - a coisa passa. Em geral, são nos ciclos positivos de Marte com a Lua que a pessoa simplesmente "espana a poeira" e se livra de emoções chatas que não lhe servem mais. E este momento, para você, é agora! Daí a importância de, neste momento, conhecer gente nova, permitir-se trocar emoções com os outros, fazer coisas que lhe dão prazer. É um bom momento para o intercâmbio de sentimentos, para a expressão das emoções, sobretudo com as pessoas mais íntimas, da família, os amigos mais chegados, ou os amores."

From the bottom of my broken heart

I dont know what to happens. It's not me, just dont know myself!
I can't keep going on. Why? Dont know. What the hell happenin? Really, I dont know what's going on!
Don't know how and what to do with my life. Just, I fell like that is nothing enough. Tell me what to do, please, I need the answers!
I can do the anything possible, but somehow, I cant! I cant get keeping the my life...
really sorry!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ô Ana Júliaaaa

Hoje, após 4 anos, basicamente uma eleição ou uma faculdade, tenho o prazer de parabenizar uma das minhas "amêgãns" mais notáveis:
- O que você não come?
- Só o que não me dão.

- Amegãn, e sua escola não vai desfilar? (no 7 de setembro)
- Não, minha escola não é passarela!

- Qual o nome do teu cachorro?
- É Docinha.
- Docinho, ah, das meninas super-poderosas... ?
- Nãaaaaaaaaao Suede, é DocinhA! Docinho é pra homem, Docinha é pra mulher, e ela é mulher! É Docinha!

Então tá! rsrs

Essas são apenas algumas das várias pérolas e artimanhas de Ana Júlia, antes Careca, agora... cabelo de cuia  hehe
Beijão para o ser mais doce, inteligível, notável e FALANTE da face da Terra.

Parabéns amiuga.
=*

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Velha Infância

Quando eu nasci era do tamanho de uma abelha. Agora, a abelha que nem é rainha e nem tem mel, vive no mundo da lua, olhando pra lua, com a cara na rua, que só insinua...
Ahm?

Em meio a uma selva de pedra, tenta sobreviver nesse mundinho doce, amargo, venenoso, porém singelo, em cores preto e amarelo.

Se antes ela gostava de desenhar, dançar, falar,  nadar..,  hoje não gosta de fazer nada - a não ser ficar imóvel, estática, para que não gaste suas energias e sirva de estátua para alguns outros insetos.

E como ela era, jaz uma dor que come ela, na infinita cor amarela, da panela, da tigela, a doçura a transformou numa seriedade patética.

E viva o mundo animal, viva a natureza humana, viva os insetos, as lombrigas e aqueles que não tem identificação própria também.

VIVA!





quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Paperback writter - Alguns escritos

Escrever é cansativo. Pensar, porém, é pior.
Mas a vida continua e eu gosto disso.
Vanessa da Mata já disse: "Se há dores tudo fica mais fácil", então, vamos sentir dores infinitamente, certo? Lógicooo!

Apesar de estar 'pôdji' ultimamente, aos trancos e barrancos ando e persisto. Persisto porque quero escrever um livro - e sobre escrever um livro, sim, é tão difícil, mas eu quero. Quero porque é nesse momento, na hora da escrita, que me satisfaço e excito puramente. É tudo tão extraordinário, que se pudesse viver disso, viveria!
Me desejem boa sorte!

Enjoy and have fun, folks!
Peace and love in the eARTh!
Bjãoo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

I can feel in your power♪

Então a felicidade foi embora.
Diz, que foi.
Eu nem sei.
Foi?
Sim. Maria Felicidade, esse era seu nome. Incrível uma pessoa se chamar "Felicidade", não é? E mais ainda trocadilhar: a Felicidade foi embora.

Então,
até!


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Ontem, em uma certa hora, percebi tal sentimento. PQP!

... E, então, visitando um blog, li:

"Sinto falta de um amigo. De um amante. De um confidente. Daquela pessoa que combina tudo num encaixe mágico e único. Sinto falta de ter. De ser. De haver. De poder. Sinto falta."


Esse negócio de amizade colorida, realmente, não dá certo! 

Ponto.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Assim correu Doraci.

"Doraci tinha uma dor. 
Quando a dor era maior,
Doraci dormia.

Dizia
"dores são para fracos," 
mas fracos são dormentes,
Ou a mente é que dá dó? 

Talvez dormir seja o melhor, 
tanto para fracos, quanto para dormentes, 
quanto para a dor.
Ou não?

Em mim, ela sabe como falar.
Por isso a dor,
por isso a dor em mim,
por isso o dormir...
por isso dá dó,
e dá pena,
de Doraci.

Ser tão dormente,
que pra si mente,
e a dor que não passa, 
só cresce, cresce, cresce,
de repente.

É uma semente,
que brota da mente, 
da demente,
dormente.

Que sente a cor, 
que sente o pó,
que sente o nó,
da corrente.

Da dúvida da corrente sai o pior,
ter de escolher uma vertente,
se é frio ou quente,
estar triste ou contente.

Em mim, ela sabe como falar.
Por isso a corda, 
por isso a cor,
por isso de cor, 
decora a dor.

"E da pena a asa voa,
inexistente pássaro cria".
Doraci que tinha uma dor, 
que era maior,
que era semente, 
plenamente agora dormia."
  


Em 05/05/2010 às 16:11h por S.F.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

4TETO: Para tudow: kkkkkk

Dammy   diz:

 poise mana
 essa novela do meu tenis ja ta pilhandooo
 pq tu sabe neh mana o sistema é bruto o laço é curto a pegada é forte e o movimento é sexy!
 e o piorrr tu ainda vai ter que me aturar hj
 lalalalalla
 te viura! =P



Suede Fernanda diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk