quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Paperback writter - Alguns escritos

Escrever é cansativo. Pensar, porém, é pior.
Mas a vida continua e eu gosto disso.
Vanessa da Mata já disse: "Se há dores tudo fica mais fácil", então, vamos sentir dores infinitamente, certo? Lógicooo!

Apesar de estar 'pôdji' ultimamente, aos trancos e barrancos ando e persisto. Persisto porque quero escrever um livro - e sobre escrever um livro, sim, é tão difícil, mas eu quero. Quero porque é nesse momento, na hora da escrita, que me satisfaço e excito puramente. É tudo tão extraordinário, que se pudesse viver disso, viveria!
Me desejem boa sorte!

Enjoy and have fun, folks!
Peace and love in the eARTh!
Bjãoo

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

I can feel in your power♪

Então a felicidade foi embora.
Diz, que foi.
Eu nem sei.
Foi?
Sim. Maria Felicidade, esse era seu nome. Incrível uma pessoa se chamar "Felicidade", não é? E mais ainda trocadilhar: a Felicidade foi embora.

Então,
até!


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Ontem, em uma certa hora, percebi tal sentimento. PQP!

... E, então, visitando um blog, li:

"Sinto falta de um amigo. De um amante. De um confidente. Daquela pessoa que combina tudo num encaixe mágico e único. Sinto falta de ter. De ser. De haver. De poder. Sinto falta."


Esse negócio de amizade colorida, realmente, não dá certo! 

Ponto.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Assim correu Doraci.

"Doraci tinha uma dor. 
Quando a dor era maior,
Doraci dormia.

Dizia
"dores são para fracos," 
mas fracos são dormentes,
Ou a mente é que dá dó? 

Talvez dormir seja o melhor, 
tanto para fracos, quanto para dormentes, 
quanto para a dor.
Ou não?

Em mim, ela sabe como falar.
Por isso a dor,
por isso a dor em mim,
por isso o dormir...
por isso dá dó,
e dá pena,
de Doraci.

Ser tão dormente,
que pra si mente,
e a dor que não passa, 
só cresce, cresce, cresce,
de repente.

É uma semente,
que brota da mente, 
da demente,
dormente.

Que sente a cor, 
que sente o pó,
que sente o nó,
da corrente.

Da dúvida da corrente sai o pior,
ter de escolher uma vertente,
se é frio ou quente,
estar triste ou contente.

Em mim, ela sabe como falar.
Por isso a corda, 
por isso a cor,
por isso de cor, 
decora a dor.

"E da pena a asa voa,
inexistente pássaro cria".
Doraci que tinha uma dor, 
que era maior,
que era semente, 
plenamente agora dormia."
  


Em 05/05/2010 às 16:11h por S.F.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

4TETO: Para tudow: kkkkkk

Dammy   diz:

 poise mana
 essa novela do meu tenis ja ta pilhandooo
 pq tu sabe neh mana o sistema é bruto o laço é curto a pegada é forte e o movimento é sexy!
 e o piorrr tu ainda vai ter que me aturar hj
 lalalalalla
 te viura! =P



Suede Fernanda diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

domingo, 25 de julho de 2010

♪Marquei um ISSO, um ISSO, um ISSO no meu coração...

Meus dedos seguem o rumo. Um rumo que, às vezes, nem é o que estou, de fato, em mente, escrevendo. Eles, meus dedos, simplesmente, tomam de conta do teclado e o que realmente estava pensando em digitar, não é digitado. Falando nisso, não é e nem era exatamente isso o que queria escrever.
Estava visitando blogs e twitter's, lendo algumas coisas, e meu deu essa vontade louca de escrever. Talvez seja porque tenha passado a tarde no shopping Bourbon assistindo filmes, babando inúmeras vitrines - sim, neste momento estou em nada mais, nada menos do que na capital gaúcha, Porto Alegre. Não é, assim, lá essas grandes coisas, do tipo "óooh que cidade!", mas tem sim sua beleza, isso reconheço, e como tem. E como falei em vitrines pode ser justamente isso, o fato de ter ido numa livraria e, por alguns grandes instantes me pegar sonhando que nadava em todo aquele acervo, e até me imaginar morando ali, acordando e dormindo sentada num banquinho, tendo nas mãos um livro, e o lendo com bastante calma, depois outro, e assim um por um. Mas isso é sonho mesmo, então 1,2,3, toc toc, acorda, acorda, já acordei.
Voltando ao que estava resenhando, chego aqui, nessa tela em branco e-só-me-sai: isso! Que vergonha, que passatempo!
O curioso é que, nesses tempos em que fiquei 'fora' de mim mesma e da minha cidade-natal, antes de dormir, imaginava (e ainda imagino) estar digitando, escrevendo no blog. Até aí, normal, talvez muita gente faça isso, esse tipo de coisa, mas a pior parte e a que realmente vai deixar na curiosidade, se tiverem coragem e tempo pra ler algumas das obras-primas, é justamente essa: os escritos (pensados) dormiram junto comigo (e sumiram). Quanta bocózisse(o)!
Digitei e escrevi tantos livros, histórias, capítulos enquanto esperava o sono, e olha só em que isso deu: em nada! N-A-D-A! Nada tenho palpável e olhável hoje. Era pra ter, ao menos, algo memorável pra por aqui, lembrar de algo, e: nada, não tenho nada, só isso. Argh, tsc tsc tsc.
(Isso tudo soa tão estranho porque adoro escrever. Sou daquelas que não pode ver qualquer coisa que escreva, e qualquer coisa que seja escrevível, que anota qualquer coisa, em qualquer lugar.)
E agora, nesse momento, espero o amanhecer, o entardecer, o anoitecer, e mais um amanhecer e outro entardecer. Espero por Segunda-Feira ansiosamente, a tarde, mais especificamente. Que ânsia, meu Deus! É isso que dá a tal da saudade. Eu que sempre quis sair da minha casa, do meu canto, da minha cidade, não vejo a hora de voltar pra ela, me aconchegar em seus braços, estar em meu lar. E só me sai, isso, essas porcarias dos meus dedos - ou da minha mente, que saco!
Mas não é pra se desanimar (e nem que eu me desanime, amém!), pois continuarei com isso: a mirabolar histórias e capítulos com letras palpáveis, textos 'in my mind', contados como verdades e mentiras. Continuarei a vir aqui, talvez pra produzir algo como isso, ou transcrever algo, melhorzinho, afinal, convenhamos que tudo isso aqui tá uma merda, e como dizem os gaúchos "vá te catar" - neste caso, que eu vá me catar, porque francamente...
Não é pra entrar em desespero, estou apenas abrindo alas para o novo. Dou adeus ao que me vê, ao que me veio, ao que conheci, e findo, apenas, mais um capítulo de minha vida - isso, de meu livro. Dou adeus à vocês chorando, mas sorrindo por saber que vou revê-los, novamente. Feliz por saber que um pouco de cada vai comigo. E, sei que de mim, um pouco do que sobrou - lembranças, histórias, fatos, atos e fotos, serão levadas pra sempre em seus corações.
É como diz a frase de uma música (Adeus você), dos Los Hermanos; é como diz Camelo (o Marcelo - e eu, a íntima, até parece isso mesmo rsrs - ê sonho):
É bom, às vezes se perder, sem ter porquê, sem ter razão. É um dom, saber envaidecer, por si, saber mudar de tom. Quero não saber de cor, meu bem, pra que minha vida siga adiante... pra que minha vida siga adiante...♪

E agora, pra findar assim com isso, termino com o começo dessa mesma música:
♪Adeus você, eu hoje vou pro lado de lá!;

ou talvez, com o refrão da música do Titãs:
Isso, isso, isso...;

ou como o Chaves dizendo:
"isso, isso, isso, isso";

ou, simplesmente, como as mães sempre dizem para os 'quietos' filhos, naquele tom bem selvagem, como um grande ralho:
"para já com isso, rum!"

Então tá, parei...
...com...
isso.

terça-feira, 22 de junho de 2010

E-mail for Diary

I just wanna go home - 16/06/2010

"Os dias estão estranhos. Ultimamente as semanas, essas últimas semanas têm sido estranhas.
Domingo foi o pior deles, assim como hoje e ontem, e provavelmente como o de amanhã, depois, depois e depois.
Mas eu aguento, tenho que aguentar, não é isso?
Tá foda!
Sorry, pelo termo chulo, mas que tá-tá e muito.
Quero muito sentir Itaituba, ver aquele belíssimo rio Tapajós, ver aquele sol ardentemente quente, aquele céu brilhantemente azul, as nuvens limpidamente brancas.
Eu quero ir na missa de manhã no Sagrado, eu gosto daquela comunidade;
Eu quero escutar forró e dançar até os pés doerem;
Quero comer peixe e farinha de verdade, um churrasco assado pelo papai, uma galinha caipira feita pela mamãe, uma cuia de açaí, vatapá, lasanha, hum...
Mas, principalmente, acima de tudo quero muito quero muito sentir, ver, conversar, abraçar, beijar minha casa: ver minha mãe, meu pai, a Tutu, a Liane, por incrível que pareça, saudades da pizza dela; o vovô e suas histórias, a Ana Júlia, aquela pequena ser falante, meus tios, minhas tias, o Scott, as amigas da minha mãe, Tia Sula e tia Marilene, das festas que tem lá em casa sempre, dos cafés da tarde então... humpf.
(...)
Eu quero Julho e um pouco de Agosto, mas acima de tudo, eu quero isso. Nem é tanta coisa, é? É pedir demais será?
É um martírio ver todo mundo indo pra casa, nessas duas  semanas que não tiveram aula, e você aqui, longe de tudo e de todos.
Mas enquanto isso, fico nisso, fico assim.
Ainda bem que bloquearam o orkut, pelo menos não vejo fotos.

(...)
Ultimamente tenho sonhado com o meu trabalho em Itb. Mas eu não consigo enxergar muita coisa, é como se fosse algo de dias, somente, e pronto.
Sonho também chegando de algum jeito em Itaituba: avião, barco, balsa. Ruhum...

Tá bom de lamentações.
Pelo menos algo bom: o Brasil começou bem, não tão bem, mas ganhando.
Onde tu assistiu o jogo?

É isso.
Aqui me despeço.
téee
=*

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dois pássaros na mão

Ela estava aflita, triste, infeliz. Saudosa aos extremos. De repente, em apenas um fim de semana, não soubera o quanto de surpresas a aguardavam, afinal, a vida é uma caixinha de surpresas.
 
continua... >>


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segunda-feira, 14 de junho de 2010

♪A Hora da Estrela

"Todas as madrugadas ligava o rádio emprestado por uma colega de moradia, Maria da Penha, ligava bem baixinho para não acordar as outras, ligava invariavelmente para a Rádio Relógio, que dava "hora certa e cultura", e nenhuma música, só pingava em som de gotas que caem – cada gota de minuto que passava. E sobretudo esse canal de rádio aproveitava intervalos entre as tais gotas de minuto para dar anúncios comerciais – ela adorava anúncios."

A Hora da Estrela - Clarice,

Hoje musiquei este trecho do livro de Clarice junto com a Jennifer.
MUITO BOM! Depois coloco do jeito que ficou, a adaptação certinha. Haja talento pra muito ócio!

Como um dia de domingo...

"O pior momento de sua vida era nesse dia ao fim da tarde: caía em meditação inquieta, o vazio do seco domingo. Suspirava. Tinha saudade de quando era pequena – farofa seca – e pensava que fora feliz. Na verdade por pior a infância é sempre encantada, que susto. Nunca se queixava de nada, sabia que as coisas são assim mesmo e – quem organizou a terra dos homens? Na certa mereceria um dia o céu dos oblíquos onde só entra quem é torto. Aliás não é entrar no céu, é oblíquo na terra mesmo. Juro que nada posso fazer por ela. Afianço-vos que se eu pudesse melhoraria as coisas."

QUERO MEUS DOMINGOS DE VOLTAAAAAAA!
Dia de missa, dia de acordar cedo pra ir pra missa.

Dia de passar o dia com a família, fazer o almoço, comida farta, mesa super variada.
Dia de ir passear na praça, comer churros, tomar sorvete, ter a família por perto, e encontrar com amigos e bater aquele papo gostoso.


EU QUERO!
Ai Meu Deus ♪Como eu queroooooo♪


Amém, que assim seja. Obrigada!
Até!
Kisses

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Mochilão: Carona

Meu caro,
esta cara que tem cara, só cara, pede uma carona porque as passagens estão muito caras.
Se eu estivesse na Caras com certeza não precisaria meter a cara nisso. 
Aproveitando o dia dos namorados, e uma vez que estou sem, bem que o cara que me desse a tal carona pudesse ser um cara legal, confiável ao menos. 
Estou no aguardo.
Obrigada.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Prova de fogo: Fonética!

Tô feliiiiz!
Na primeira prova, que valia 3.0 pontos, tirei 2,6. Uoooow!
A matéria? Ah, é só a que mais reprova de todos os semestres: Fonética!
Pô, que vengan las otras entonces.
Só sei que em Julho quero, se Deus quiser, tá no lado oposto do país: Itaituba/PA!
 
Besos! hasta luego e buenas noches porque tengo una prova de Español ahora!
=*


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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Quem precisa de poética...

... quando tem maior com sétima?
E eu?
Ah, eu jogo tudo na fonética. E pra soar bem, e soar bem tem que ter: samba!

Por quê?

Esse samba não fede nem cheira, não importa se é besteira ou, se é coisa inteligente.
Ele não protesta e nem critica, se a rima é pobre ou rica ou, tão pouco coerente.
Nessas horas eu nem me preocupo se causei algum estupro, a tal da língua portuguesa.
Até porque ela dá uma relaxada e nem reclama de nada, é só usar bem as palavras e um pouco de gentileza!

Escutando muito Ludov, Roberta Campos, Lulu Santos, Maria Gadú, Nós4, Ratto, Banda Gentileza - muito brasuka.
Estudando muito as letras de tudo isso também.
ADORO!


Bjones!
=*


p.s: baseada na música "Maior com Sétima - Banda Gentileza" - RECOMENDO!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

4Friend: congratulation!

Para os solteiros - e solteiras, nada melhor do que férias e Carnaval pra, digamos, desestressar (ou desencalhar), namorar, tiltilzar, etc.
Ao que bem acontece no Brasil, dizem que o ano só começa após o carnaval, então, trabalho e vida escolar começam a pesar nas costas de, nós, pobres, teimosos e insistentes brasileiros. Por conta, torcemos para que haja algum feriado (ou vários) meses depois. Mas, a pior parte dos feriados é depois do "Dia das Mães": o Dia dos Namorados!
Hoje, mais especificamente, quase aindagora, vejo um breve depoimento de uma grande-chefe amiga: "então fique + bege: tô namorando!"
CARALHO!
Te desejo muitas felicidades pessoinha. Tu mereces muitíssimo isso!
Alguém de nós, pelo menos, pra receber presente no dia dos namorados rsrs
Salvaste a pátria!
 
Bjão
=*
 



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Bariloche/Argentina

Es una ciudad situada en la provincia argentina de Río Negro a lo largo de los Andes en la frontera con Chile. Está rodeado de magníficos Hualpi lago Nahuel que la lengua de los indios mapuche, que habitaban el lugar, significa "El Salto del Tigre" y colinas, Tronador, con más de 3.000 metros de altura, que bordea el Chile.De ahí surgió el nombre de Bariloche. La palabra "Vuriloche", que en la lengua nativa significa "gente de detrás de la montaña." Esto se debe a sus habitantes originales, los indios eran del otro lado de la Cordillera. Debido a un error de ortografía, ya que en español la letra V se pronuncia como B, el nombre del pueblo se registró como Bariloche.

La ciudad cuenta actualmente con alrededor de 100 000 habitantes y alberga un museo espectacular, que se acuña en el portal de entrada exuberantes, cuya construcción se asemeja a la de ciudades alemanas y austriacas, y este panorama amplio de las casas de la ciudad, protagonizada en el aire de una arquitectura civil . Está presente pasado de la ciudad, sus descubridores y cultivadores de la cultura "Mapuche", donde el pasado se hace presente con los recuerdos y la información estimulante y lleno de cultura antigua. Y así, al oír el nombre, los brasileños que reinan en términos de turistas, con nombre de la ciudad de Brasiloche, para desesperación de los argentinos, y de hecho, encontramos un restaurante como este cruce nominal. La altitud mínima en este lugar en los Andes, los indios les permita emigrar durante siglos el sur de Chile a la región patagónica.Uno de los atractivos son los perros San Bernardo que viajan con sus dueños por la ciudad buscando a gente para ser fotografiado junto a los perros grandes de 10 a 15 pesos. No escapa a la regla, estábamos ahí para una foto que se enredó en los demás en nuestros archivos. La fundación fue en 1895 cuando un inmigrante alemán creó una tienda allí. En 1902 se convirtió en la ciudad de San Carlos de Bariloche. Su arquitectura, sobre todo en el área central, como ya he dicho, recuerda los pueblos germánicos.
En invierno (junio-agosto), las temperaturas descienden bajo cero y la mayor cantidad de nieve en las montañas (colinas) de alto, el inicio de la temporada y temporada de esquí badaladíssima. La principal actividad económica es el turismo, en los últimos años, especialmente la acuicultura de trucha y el salmón y la creación de la fauna como el jabalí y el venado, se convirtió en un plato rico de restaurantes, se encuentra también el centro de producción de algunas plantas del frío como rosa mosqueta y lavanda, cuya oportunidad, tuvimos el privilegio de visitar la fábrica en la muestra de los productos eran fabulosos, con una atmósfera maravillosa aromáticas, donde se sirvió para presentar un té muy caliente de los escaramujos.