Na madrugada de hoje, quando acordei no meio da noite, ou eu estava delirando da alta febre ou, talvez, estivesse realmente escutando um belíssimo som de carimbó em algum programa de televisão. Ou, talvez os dois, assim, de cara!?
Me levantei, peguei um termômetro, voltei e sentei na cama. Enquanto aguardava o resultado, ainda apreciava aquele som gostoso, lá ao fundo. Aproveitei pra aumentar o volume da tv. Estava deveras zonza (mais do que o normal) pra lembrar que dia da semana era. Aos poucos fui lembrando que era sábado e que possivelmente aquele deveria ser o programa "Altas Horas".
Dei-me conta que o cantor era uma figura conhecida. Já havia escutado aquela música, já havia visto em algum lugar que não lembrava onde e nem quando. Parecia... quem mesmo? Ah não, bloqueio de memória agora não!, não basta essa situação horrível em estar verificando a temperatura em pleno domingo! Pois é, eu ainda continuava sentada, com um termômetro debaixo do braço esquerdo, e que, vez ou outra, quando olhava, via a numeração aumentando gradativamente, nada de pânicos, claro, imagina. Mas, voltando, ele parecia, parecia alguém que tocava violão com alguma cantora, a, a, a... a Juliana Sinimbú, isso! Só que ele não tinha bigode, e só havia visto de relance numa matéria de bilhões de anos luzes-atrás, sabeláonde, enfim. O melhor seria aguardar o Serginho fazer algum tipo de pergunta ou comentário a respeito dele e saber quem está fazendo esse fabuloso carimbó-pop-cult.
Bem na hora, escuto o 'bip' do termômetro avisar: 38,7°C. TOMA! E foi bem depois do susto que escutei, também: "Aplausos para Felipe Cordeiro!" *Plac plac* aplaudi daqui.
Então a resposta era 'SIM': eu estava delirando de febre e delirando ao escutar carimbó em alguns dos poucos programas (que eu assista) em rede nacional!
Sim, eu aplaudo essa geração de novos artistas MPP (Música Popular Paraense) que fazem esse resgate cultural, divulgando pro Brasil e pro mundo a beleza rítmica-musical paraense, mesmo que numa forma popular. Nossos ouvidos agradecem: valeu!
Me levantei, peguei um termômetro, voltei e sentei na cama. Enquanto aguardava o resultado, ainda apreciava aquele som gostoso, lá ao fundo. Aproveitei pra aumentar o volume da tv. Estava deveras zonza (mais do que o normal) pra lembrar que dia da semana era. Aos poucos fui lembrando que era sábado e que possivelmente aquele deveria ser o programa "Altas Horas".
Dei-me conta que o cantor era uma figura conhecida. Já havia escutado aquela música, já havia visto em algum lugar que não lembrava onde e nem quando. Parecia... quem mesmo? Ah não, bloqueio de memória agora não!, não basta essa situação horrível em estar verificando a temperatura em pleno domingo! Pois é, eu ainda continuava sentada, com um termômetro debaixo do braço esquerdo, e que, vez ou outra, quando olhava, via a numeração aumentando gradativamente, nada de pânicos, claro, imagina. Mas, voltando, ele parecia, parecia alguém que tocava violão com alguma cantora, a, a, a... a Juliana Sinimbú, isso! Só que ele não tinha bigode, e só havia visto de relance numa matéria de bilhões de anos luzes-atrás, sabeláonde, enfim. O melhor seria aguardar o Serginho fazer algum tipo de pergunta ou comentário a respeito dele e saber quem está fazendo esse fabuloso carimbó-pop-cult.
Bem na hora, escuto o 'bip' do termômetro avisar: 38,7°C. TOMA! E foi bem depois do susto que escutei, também: "Aplausos para Felipe Cordeiro!" *Plac plac* aplaudi daqui.
Então a resposta era 'SIM': eu estava delirando de febre e delirando ao escutar carimbó em alguns dos poucos programas (que eu assista) em rede nacional!
Sim, eu aplaudo essa geração de novos artistas MPP (Música Popular Paraense) que fazem esse resgate cultural, divulgando pro Brasil e pro mundo a beleza rítmica-musical paraense, mesmo que numa forma popular. Nossos ouvidos agradecem: valeu!
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