quarta-feira, 17 de agosto de 2005

"Tapar o sol com a peneira"...tem gente que põe em prática, quer ver?

Eu tava lembrando de quando era criança: fazia cada peraltice; coisas tão sem lógica e noção que por pouco ia esquecendo que tudo se tratava de mim.
COMO ASSIM? Hoje aconteceu algo tão... tão... tão bisonho, tão inconseqüente, impulsivo e totalmente “sem querer” aconteceu.
Foi assim:
Estava eu na cozinha fazendo o almoço – desde o começo do ano, quando quis ir morar em Belém e minha mãe disse que eu não iria porque não tinha práticas domésticas alguma, lancei o desafio de que mesmo que não soubesse fazer nada, que aprenderia.
Na TV, passava Erin Brockovich (o filme). Já assisti umas bilhões de vezes mas só assistindo pra lembrar todos os detalhes. Sou muito estilo Dory-de-ser (Procurando Nemo): junta isso, aquilo e “Aaaahh é mesmo, lembrei!”
Enquanto intercalava entre o quarto e a cozinha, no fogão deixei uma panela com um pouco de óleo fervendo. O prato do dia era bife à milanesa (chiuque né?).
Fui pro quarto assistir o filme. A Liane (irmã do meio) que estava no pc na sala, gritou calmamente: “Suede”, só que eu nem dei tanta importância. Passado uns 10 minutos, lembrei do óleo lá na panela. Corri pra cozinha e só tava fumaça. O óleo tava normal mas com umas bolinhas pretas. FOI ENTÃO QUE TIVE A BRILHANTE IDÉIA: passar o óleo no crivo pra separar as bolinhas. Peguei o crivo e joguei o óleo quente, embaixo havia uma panela pra aparar o óleo normal. DEI UM GRITO! Foi inacreditável! O CRIVO FICOU SÓ O BURACO NO MEIO PQ ERA DE PLÁSTICO. Mero detalhe que NEM passou por essa minha cabecinha. Não não... o pior foi que a Liane riu tanto que disse que teve que registrar mais um desses momentos em minha vida. Eis abaixo a foto do dito-cujo, que por sinal até guardei de recordação.
Égua, essa só não vai ficar mais marcada e entrar pra história porque joguei o crivo no lixo.
Quer dizer, só o blog terá lembranças desse episódio.

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