sábado, 11 de fevereiro de 2006

Sem palavras

TENHO que registrar esse momento!
Fui pra adoração lá na igrejinha. Desde que o Zanderson me convidou pra ir, tenho ido. Tanto que, no sábado, iremos reativar o grupo de jovens do Sagrado Coração de Jesus. O fato é que repousei no espírito. E esse repouso acalmou meu coração. Me deixou serena e com um pouco de paz comigo mesmo.
Valeu!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Minha empolgação é notória. Teve níver da Liane, minha irmã. Ê!
Só rolou pizza, e a lerda ainda ficou sem comer. Até achei legal, não fosse a música de sua preferência Definitivamente ela não tem gosto musical, porque até quem tem gosto musical não escuta o que ela costuma escutar. Preferi curtir minha presença na sala, assistindo tv. Ué, antes só do que "arodjiada" por um monte de pessoas que você nem conhece. (Sou tímida mesmo, e pior do que isso só a introversão pra fazer com que eu seja assim. Tento mudar, mas não vai. Fico até chateada por acabar sendo desse modo, mas ah, vou fazer o quê?)
É isso.
Bjs e até!

domingo, 29 de janeiro de 2006

Chega dói

Escrevendo feio. É assim que denomino minha escrita. Escrita essa cheia das palavras vagas, bestas, sem utilidades.
Engraçado é que passo as tardes lendo revistas (sobre óculos, tudo bem) e nem assim meu vocabulário evolui.
Já pensei em arrancar algumas folhas (a última) do dicionário e fazer uma sopa de letrinhas. Aí parei e analisei bem: pra quê devorar as palavras: zunido, zunidor, zunimento, zunir, zunzum, zumzunar, zupa, zupar, zurbada, zureta, zurrada, zurrador, zurrapa, zurrar, zurraria, zurre, zurro, zuruó, zurzidela, zurzir, zuzá, zuzara, zwinglianismo; se, no máximo, irei lembrar do 'zunzum' que ela vai me fazer no estômago?
Deixa eu com minha escrita que dói, feia do jeito que está mesmo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

Pira-que-cola

Tô confusa! Assim... não confusa-confusa, mas confusa com tantas informações que se passam na minha cabeça.
JURO que quando acho que tô pensando, eu tô pensando em alguma coisa que nao quero pensar mas que ao mesmo tempo não tem como não pensar. E depois, que  penso em outra coisa, misturo com o que eu tava pensando e, logo, nem sei em quê tava pensando! (ufa!)
Alguém me dá um calmante aí? Será que alguém me entende?
Eu sei que soa como egoísmo, mas preciso ter contato com pessoas que sintam (ou que pensem) o que tô sentindo (pensando). O quê? É impossível? Por quê? Ah, porque não tenho contato com pessoas alguma, nem com pessoas sãs. Valeu aí pela parte que me toca. Droga! Ai que raiva!
Até me consultei ontem à noite, o que me deixou deveras melhor.
Mesmo assim agradeço ao Zanderson, que acaba de me chamar pra ir pra igreja. Faz tempo que não vou por lá. Vai que eu melhore, não custa nada tentar.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

Sobre o que eu queria

Queria gritar pro mundo inteiro e perguntar: "O QUE FOI QUE EU FIZ?"
Queria gritar por todos os cantos e perguntar: "SERÁ QUE ISSO SÓ ACONTECE COMIGO?"
Queria poder saber o que se passa na mente das pessoas.
Queria poder pensar sobre o que elas pensam.
Queria apenas imaginar o pq de tudo ser tão cruel e insensato.
Queria apenas imaginar a insensatez em tudo quanto é 'por quê'
Queria algumas palavras amigas pra desabafar.
Queria algumas amigas pra desabafar e talvez palavrear.
Queria dizer que só, às vezes, é o quanto sinto da solidão.
Queria dizer que é na solidão que todas às vezes me sinto só.
Queria ficar calada pra observar tudo ao meu redor.
Queria ficar calada pra que observassem minha invisibilidade.
Queria escutar pra imaginar ao que falam todos.
Queria escutar o que todos tem a falar.

Ah, mas quisera eu o mundo escutar;
Que os cantos ouvissem o cantar;
Que a mente nas pessoas soubessem passar;
Que o pensante pudesse pensar;
Que a "Cruela" sensível fosse imaginar;
Que o por quê de tudo é pra sensiblizar;
Que palavras são pra desabafar;
Que os desabafos talvez possam amigar;
Que a solidão às vezes é soar;
Que o sentir só é todos estar;
Que o calar observa o rodar;
Que o observante é calado ficar;
Que a imaginação escutante é falar;
Que o falante que escuta imagina podar.

Sou o que sou e o que pareço ser.
Algo me dói mas não sei decifrar.
Tanta mágoa, tanta indignação...
Amo todas as pessoas e elas me põe lá no chão.
Odeio quando fazem isso.
Odeio me sentir assim.
Queria apenas escrever o que sinto.
Ou tentar transmitir o meu sentir.
Porque é só assim que consigo me acalmar.
Porque é só assim que consigo desabafar!
Porque é só assim que meus segredos são ditos.
E é só assim que consigo dizer algo secreto.
Algo de mim, algo que machuca,
Algo que alegra.
Palavras se perdem, mas aos poucos tudo volta ao normal.
Meu muito obrigada por ter me escutado e não estar mais tão mal!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Sobre a ressaca

Caramba, desde ontem não consigo dormir! Dormi por 2 horas - se é que possamos dizer assim, já que até pegar no sono levei, no mínimo, umas meia hora.
Hoje pela manhã fui sustentada por goles de café em cinco e cinco minutos. Algo básico estar acordada até agora.

♪FESTA ESTRANHA COM GENTE ESQUISITA, EU NÃO TÔ LEGAL... NÃO AGUENTO MAIS BIRITA!"

Se eu fosse, digamos, "pinguça" até que o final da frase da música acima cairia legal, mas como não sou, continua valendo pelo os que estavam por lá.
Foi divertido.

domingo, 8 de janeiro de 2006

O blog em 6 meses.

Tenho que comemorar, afinal, no último dia 03 de janeiro, o meu blogzinho completou 6 meses de vida.
E que comemoração né? Após anos e anos de net conseguir continuar escrevendo e ainda mais, lembrando de escrever, num blog; e se tratando de minha pessoa, é algo realmente pra ficar marcado!
Desde quando abri esse espaço e comecei a escrever a sensação é do tipo: "lar doce lar".  Me sinto em casa, como se essa fosse minha casa, minha própria casa.
E é por me sentir em casa, totalmente em casa, que toco a campainha pra adentrar-te e saudá-lo com um: parabéns blog!

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Feliz 2006!

Adeus ano de 2005. Posso te confessar uma coisa? Odeio número ímpares! - O blog é meu e sinto a vontade de escrever o que quiser, obrigada.
Fico aliviada por 2005 ter acabado, já estava ficando agoniada em escrever sempre um "5" no final de "200". E não é pra menos, o ano que passou veio literalmente "às avessas" tanto no aspecto físico-geográfico, quanto político. Foram tsunamis, furacões, terremotos, mensalão, mortes, assaltos, assassinatos, perdas, quedas, secas... Com todos os pesares e com todas as vitórias, agradeço por ter acabado.
QUE VENHA 2006!

terça-feira, 27 de dezembro de 2005

Lucinha Bastos

Tô escutando agora Porto Caribe da QCTPF (querida-cantora-top-paraense-fodística).
Sorry intrometer, divulgar parcialmente e abreviar o nome de uma grande cantora do meu estado, é que fiquei empolgada quando entrei no site e comecei a reescutar algumas músicas, ÓTIMAS e BELÍSSIMAS, por sinal...
www.lucinhabastos.com.br cd Canta Amazônia I - O melhor!

Comentando rapidão: como chove!
IMPRESSIONANTE a capacidade de água que tem caído ultimamente. São SÓ 5 dias seguidos de chuva! www.zzum.com.br/chuva.htm
Estou aproveitando o 'friozinho' já que não gosto muito de sol.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Santarém

Santarém¹:13/11/2005 - Conheci a Ketily. Automaticamente, assim, de cara, ela entrou pra nossa banda. Canta maravilhosamente bem. Se der, depois coloco o áudio de "Velha infância" que gravamos. Conheci a Lady -amiga de curso da Luciana-, muito gente fina. E como, sempre, claro, quase perdi o barco, quase perdi minha carteira, quase me perdi.

Santarém²: 04/12/2005 - Fui com a Séllen e a Adel  pra casa da tia da Séellen. Sábado de noite, fui pra casa de uns amigos da Luciana. O detalhe: era reggae! Lá, conheci um garoto (estranho) gente boa. É só o que posso dizer. Ponto. Na volta pra casa, às 23 e pouco, o pneu do carro que fomos, furou! O LEGAL do 2º detalhe: o bairro era super perigoso, a rua era toda escura e o clima de medo pairava no ar!
Então, ao final da jornada, na volta pra casa, quase perdi o barco, como de praxe.
Uma coisa boa na viagem foi ter conhecido um quase-clone-do-queixo-do-Jon-Bon-Jovi. E além do queixo, seus olhos eram verdes e tinha a voz bonita... (suspiros)

Agora encontro-me na realidade. Tenho apresentação de um trabalho de direito - o professor passa tanta apostila, que se antes eu já dizia que o último curso da minha lista (não querendo dizer "nunca" mas já dizendo) era Direito, AGORA MAIS DO QUE NUNCA, DIGO MAIS AINDA: ODEIO!

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

Sobre um dos sonhos

Na madrugada de sexta pra sábado tive um sonho estranho, esquisito, medonho, emocionante. Foi tanto que acordei chorando, já que no final do sonho eu estava muito emocionada.
Então, quando acordei, anotei boa parte pra não perder a história. Detalhei ao ponto de utilizar 3 folhas frente e verso.
Seguem os tópicos:

- Solidão
- Belém
- Curso de geografia (?)
- Rua escura, altas horas da noite
- Um cara armado
- Perseguição
- Um guarda
- Um grupo de amigos
- Grito de socorro: "alguém me ajuda"!
- Solidão
- Medo
- Casa comunitária
- Assalto
- Coração de uma amiga
- Ataque nervoso de uma tia (já falecida)
- Minha irmãzinha no canto do quarto chorando
- Pedido de ajuda
- Desespero
- Choro

segunda-feira, 21 de novembro de 2005

Nós vamos invadir sua praia.

Muitas coisas a serem ditas. Muitos tópicos a serem feitos. Muitos assuntos a serem contados.
E uma preguiça proporcionalmente igual...
Fim de semana fui fazer prova em Santarém. Que viagem louca! Que pessoas loucas!
A prova fora deveras 'horrenda' e, pra completar: louca!
Após vários micos e altas risadas, a pergunta que eu realmente fazia: "O que diabos estou fazendo aqui?!"
Santarém não é lá "minha praia". Não é minha praia mas me joguei de cabeça e fui. Foi legal, dá pra repetir mais um fim de semana como esse.

quinta-feira, 25 de agosto de 2005

Como se fosse a primeira vez

Sabe o filme? É essa a sensação que tenho ao ler esses meus posts: de sempre ser a primeira vez.
Digo isso porque acabo de reler um antigo blog meu. Li "Como se fosse a primeira vez."
Sensação estranha...

terça-feira, 23 de agosto de 2005

Sobre a primeira vez

Ontem foi o primeiro dia de aula na faculdade.
Como de sempre, muitos blá blá blás no começo: apresentações de professores, do lugar, das pessoas.
A primeira aula foi de Filosofia. O professor, bem gente boa, fala pelos cotovelo. Começou dizendo que estava ali pra orientar e aprender mais com os alunos. Que filosofia é a ciência mais democrática e que, por isso, sempre deixa os alunos falarem mais do que ele. Tudo bem. Abriu parênteses e mais parênteses, começou perguntando o que era filosofia, deu uma volta pelo século VI a.C, pelas navegações, foi pro Rio de Janeiro, falou sobre o padrasto, da vida militar, da sogra... Puxou assunto e mais assuntos, depois alguém  o interrompeu, e ele já não sabia mais nem do que tava falando. Viajou legal! Desse jeito eu surto de vez: praticamente me vi naquele corpo masculino! Sei não hein...

E no mais, basicamente é isso.
Bjsss e até

domingo, 21 de agosto de 2005

Sobre a faculdade

Pois é, acho que tô escutando o meu coração. Ao que tudo indica, a partir de amanhã começarei a trajetória de "universitária". É um curso até relacionado à área que quero seguir: humanas. Administração não é Psicologia, sei bem disso, mas é melhor que não fazer nada (e de não fazer nada, já estou cansada).
Eu sei que pouquíssimos sabem da minha depressão-dda, o que nem gostaria de ter citado, de estar citando. E sei também que, graças a Deus, ela tem tomado 'doril' - lá pro cafundó do Judas, espero.
Por conta, o curso nesse exato momento chega em boa hora: vai me ajudar um bocado a ser menos anti-social, tímida e lesa. Bora ver. Avante!