sábado, 23 de março de 2013

From me to you II

De: ele
Para: eus
Assunto: sobre o fim de semana

Fiquei impressionado com a riqueza na descrição do seu final de semana! Eu prometo que um dia 
chego a esse nível. Por enquanto, vou ficando com as formas mais simples de dar um oi e de mandar sinais de fumaça!
Eu fiquei curioso com uma coisa: de que normas especificamente você gostaria de se ver livre? Todas elas? Alguma em específico?
A propósito, não lembro de você ter comentado sobre as suas convicções políticas. Fiquei curioso em saber. Vou tentar resumir o que eu acredito. Eu diria que sou uma pessoa de centro-direita. Ao mesmo tempo que simpatizo com ideais do neoliberalismo, eu também defendo que a economia deve estar a favor da sociedade, e que o governo deve intervir em favor da sociedade em situações extremas (sem contudo se tornar um estado extremamente regulador).
Mudando de assunto, não consigo encontrar uma música que sintetize o meu final de semana. No entanto, encontrei uma bem legal, com arranjos de piano. A música é A-ha - Never a Forever Thing. Creio que você vai gostar.
Falando em música, vou finalmente investir em aprender a tocar violão. Vou comprar um pra mim; um barato, pra começar. Um dia quem sabe vou conseguir tocar tão bem quanto você.
Acho que era isso o que tinha a falar, pelo momento. Apenas para enfatizar, adorei a sua mensagem! Espero ouvir de você logo! Um beijo, guria! Saudades de você também!



De: eus
Para: ele
Assunto: resposta atrasada sobre o  fim de semana


Eu disse que um dia responderia suas perguntas e cá estou.
Não sei como começar mas, sobre as normas, que eu diria regras, são essas que a sociedade delimita, impõe e, que infelizmente somos 'obrigados' a cumprir, pois do contrário, você estará sujeito a ser mal visto ou simplesmente ser motivo de chacota por aí. 


Um dia, gostaria de me ver livre do meu emprego, de largar o funcionalismo público, chutar o balde e começar do zero. Quando digo esse 'um dia' é um 'daqui um tempo'. Paralelo e com base nisso, respondo sobre tua seguinte pergunta: a política. 

De verdade, eu não gosto da política em si, dessa 'cadeia hereditária'. É o poder que um homem tem sobre o outro; depois, o poder que o estado tem sobre o homem; uma cadeia sem fim que tomou um rumo de administração totalmente diferente do que é proposto como ciência. 

Aliás, sabe o caldo que tu havias feito inveja no outro dia? preciso dele agora! foram apenas 3 caipiroskas, que mesmo gastando energia, conversando com a Janna, fizeram um efeito de me deixar tontinha da silva.
Como está o começo de fim de semana? Espero que seja realmente bom e agradável. 
Você falou de Innocence, e ontem estava escutando o cd que havíamos escutado no carro, no dia das compras pro churrasco... Viajei no tempo agora (2)...
Se cuida. Beijão!
    Até! p.s.: sonhei contigo esta manhã (ou madrugada), mas daí já é outra história: dizem que quando o sonho é bom não se pode contar hehe

quarta-feira, 20 de março de 2013

A cilada de Roger Water.

Olha, se tem uma coisa que desde o começo do ano tem me feito 'tremer nas estribeiras' é um colega novo no trabalho. 

Depois dessa mudança de governo, já era esperada a entrada dos 'puxa-saqueiros de novos funcionários e, este dito cujo entrou para ocupar o lugar em que eu estava antes, uma vez que estava apenas 'emprestada' para este setor. Pulando a conversa, vamos ao assunto que interessa: ele.



Ele chamou a minha atenção desde a primeira vez que o vi rondando por corredores afora;

Ele tem um sorriso lindo: tímido, discreto, fofo, com leves covinhas nos cantos da bochechas;

Ele tem estatura mediana, se duvidar, cravados 1,70m. de altura, já que é um pouco mais alto que eu;

Ele é moreno, tem cabelos e olhos escuros - olhar sedutor e penetrante (ui);
Ele passa longe de ser magro, mas não é gordo e nem malhado; eu diria, na verdade, que é 'gostoso de ser olhado';
Ele é jovem e aparenta ter uns 24 ou 25 anos; até que descobri nessa semana que tem míseros 21!;

Ele em resumo não tem nada de mais e não é de conversar muito. Mas causa um efeito avassalador em mim, e como... De repente, é só vê-lo que meu coração começa a batucar mais do que o normal. O negócio fica mais feio ainda quando os nossos olhares se cruzam - tenho a impressão de que até minhas bochechas ruborizam! e, então disfarço desviando o olhar. Ufa! Melhor assim.


Até então, pensava: "ah, vai ver é porque não tem 'ninguém na parada' e muita carência acumulada". E eis que em meados de janeiro, apareceu um relance qualquer, no qual chamarei de Carlinhos. Não deu certo! Em três semanas parei de sair com ele porque até entre quatro paredes via o retrato do meu 'colega' estampado na carinha do Carlinhos! Parecia delírio, não era possível que aquilo estivesse acontecendo mas, estava! Logo Carlinhos, um homem super agradável, atencioso, inteligente, cheiroso, fofo! sendo obrigado a sair da minha breve história de vida, só porque vi em sua sombra o rosto do meu colega de trabalho, por quem sustento uma paixão platônica! "Carlinhos, desculpa não ter dito antes, estou embarcando para outro país - intercâmbio de 3 anos. Até!". Via sms interrompi o que mais tarde poderia vir a ser o meu futuro. Dane-se, se não tivesse feito isso, as coisas com o 'meu-colega-de-trabalho' não teriam evoluído. 


De três semanas pra cá, já trabalhamos juntos (devo confessar que foi super difícil ficar ao lado dele, de cadeiras encostadas e tudo, e agir da forma mais natural do mundo, sem dar um pio em falso); já trocamos algumas palavras (ele pergunta se tem café e respondo rapidamente: 'aham'); já encaramos mais olhares e sorrisos, seguidos de 'ois', 'sim', 'não'... normalmente, há mais de três pessoas ao redor, e talvez seja isso que nos faça não termos medo um do outro nos tirando do anonimato mudo.



Ainda sim, quando o vejo pela primeira vez no dia, causa um impacto tão fulminante, como de quando o vejo pela segunda, terceira, quarta vez...


Hoje, eu estava sozinha na sala em que trabalho, distraída no computador, quando ele empurrou a porta para adentrar a sala. Eu levei um susto e rapidamente olhei para a porta dando de cara com ele, praticamente no mesmo instante em que ficou ali engatado na porta entre aberta. (pausa constrangedora) Eis o momento de 2 segundos que pareciam uma eternidade em câmera lenta: olhares, desvio por minha parte, cabeça baixa, cabeça erguida, olhares de novo, desvio, diálogo:


_ Oi - dos dois ao mesmo tempo.

_ Tudo bem? - dos dois ao mesmo tempo.

risos tímidos.

_ Vamos trocar de lugar? rs - falando como um moleque malandro
_ Hum, mas tá fácil desse jeito! rs - respondendo irracionalmente.
_ É sério! Eu vi que tu digitas bem rápido... E se eu pedir para vir pro teu setor e te indicar pra ocupar meu lugar, tu aceita?
*E na trilha sonora da minha cabeça, tocava a música da Colbie Caillat "Yeah, I do, I do, I dodododododo dooo", quando voltei para o mundo real e respondi:
_ Ah, ué, pode ser, não tô fazendo nada mesmo. - olhando para ele que estava sentado em uma cadeira bem em minha frente.
_ Então tá. 
_ Então tá.


E ficamos com os olhos fixados um no outro, como se esse último 'tá' tivesse durado uns 20 minutos.
Abaixei a cabeça, desviei novamente de novo mais uma vez o olhar, agora para o computador.
Ele levantou da cadeira e o mundo voltou a girar normalmente, ainda bem! 
Vai saber se nos próximos dias, semanas e meses os abalos sísmicos irão continuar acontecendo!?
No dia que parar ou der uma cessada, aí já é outra história, já que Roger está petrificado dentro do meu gélido coração de pedra.
No dia em que nada continuar a acontecer, desse foge-foge contínuo e, algum carinha novo pintar na área, aí  volto pra contar sobre como meu coração se derreteu, de como "Roger virou Água'. 

domingo, 17 de março de 2013

For (W)ever, sobre o final de semana...

Vou começar parafraseando Lobão para exemplificar o clima do fim de semana: "chove lá fora e aqui faz tanto frio. (...) nem sempre se vê lágrimas no escuro". (imagine você dentro de uma lancha, no meio do rio Tapajós, olhando para a orla de Itaituba. acima, uma nuvem negra gigantesca cobrindo toda a cidade. e, agora, com a lancha se movendo em direção a ela (à cidade), você sentindo pingos e pingos de chuva, entrando literalmente: numa fria! imaginou? agora, volte e leia novamente o que Lobão diz).
Pois é. É por admirar a Cidade Pepita e achá-la belíssima que refugiei-me para uma das partes mais bonitas dela: a natureza. Fomos no sábado, toda a família, para o Paraná-Miri. Acordei cedo para ir trabalhar e na volta já era almoço. Almoçamos e partimos logo após.

De noitinha, já no destino, acabei sendo atacada por uma alergia desgraçada. Era um espirra-espirra acrescido de olhos lacrimejantes e, pra piorar, além de não ter levado um anti-alérgico, a chuva não cessava! Na madrugada de sábado para domingo então, foi o melhor!: estávamos dormindo na varanda e com o temporal tivemos que adentrar na casa. mas nem adiantou muito, parece que as goteiras faziam questão de achar nossas redes. Ê casa peneirada! rsrsrsrs

Hoje de tardinha, na volta para o 'mundo real', pegamos uma baita de uma chuva. Foi muuuuuuito legal! Só aventura!
Ainda há pouco, pra aproveitar o friozinho, uma amiga acabou de me convidar para irmos num boteco, fugir da chuva. E eu iria, e se iria!, mas preferi curtir o fim do domingo em casa assistindo um filme agarradinha no meu cobertor, quem sabe. Amanhã, provavelmente, farei sinais de fumaça e mandarei uma mensagem, e então lá no mimoso, colocaremos os papos, risos e brindes em dia.
Agora, cá estou lendo alguns editais de concursos - é aquele ditado: se não pode com o inimigo alie-se a ele'. Gostaria de me ver livre, um dia, dessas normas que a sociedade tanto impõe (e eu vou). Mas enquanto isso não acontece vou me camuflando e me inserindo no sistema de acordo com os conformes. Vamos que vamos!

É isso.
Saudades de ti. "Tá tudo cinza sem você. Tá tão vazio"
Se cuida. Boa semana. Beijão.

segunda-feira, 11 de março de 2013

que saco!

Saco de pancada aguenta murro.
Sacode o pão e aguenta o morro.
Sacudiu o pé e não aguentou a marra.
que merda.

terça-feira, 5 de março de 2013

Tutu do meu tumtum

Querida Tutu,

Você foi escolhida para nascer na Páscoa, época de renascimento, ressureição; sendo assim, a extensão de uma pessoa, que em vida, era imensamente alegre e que agora te protege lá de cima. Minha madrinha, sua mãe, era tão cheia de vida e se doava tanto, que soube compartilhar o bem mais precioso com todos nós, te dando a oportunidade de realizar seus sonhos, desejos e anseios, e nos dando uma oportunidade de ouro: a chegada de mais um membro na família.

Assim, no dia 06 de março de 1999, às 05:30h, na Policlínia Santana - Itaituba-Pará, você nasceu da cor do chocolate branco, e adentrou em nossos corações adocicando nossas vidas como um perfeito Chocolate ao Leite. Desde então, nossas páscoas ficaram mais saborosas.
 
Você é minha irmãzinha, é 'o neném lindo', que 'dá vontade de apertar esse bebê', a 'Pretinha', o 'Negão', a 'Tutu' carinhosa, adorável, sincera de gênio forte que, aos poucos, toma um pouco dos conhecimentos do dia-a-dia, e que tem sede e ânsia pra receber tudo o que mundo tem a oferecer.

Como irmã mais velha (mais babona, bobona e ciumenta), confesso que sinto medo por isso - por ver de perto esse crescimento e amadurecimento; por saber que daqui mais uns anos estaremos te saudando pela passagem no vestibular, pela chegada da carteira de habilitação, pela partida a Las Vegas, Nova York, Paris... onde, por sinal, estarei linda, tirando fotos suas e te auxiliando em todas as viagens, claro.

Amanhã, acordarei, como de praxe, agradecendo por tê-la ao meu lado, pelas bençãos a ti concedidas, pela saúde diária e para que continues peregrinando neste caminho de paz, amor e luz.

Te desejo, desde já, muitos e muitos e muitos anos de vida; muitas felicidades, sucesso e amor. Eu te amo muito (much and so much); nós te amamos, sua família, te amamos demais.

Um super abração e beijão da sua mana que te ama, (de novo hehe)
euS.

P.S.: um dia te enviarei este breve rascunho de amor (:
 

segunda-feira, 4 de março de 2013

I'm gonna miss you

Sentada na cadeira de balanço
verde
em frente de casa chuvisca
nela assim me lanço
tentativa frustrada em ver-te.

Espero paciente terminarem
de suas roupas pôr
família grande em uma semana
seja bem vinda
'cofa fofa',
Lolô.

É aniversário
sinal de reunião para a comida
após a sensação dos cinquenta tons,
uma 'boa ideia' é a pedida.
meu padrinho parabéns
muita saúde, felicidades,
que o senhor tenha muitos anos de vida.

Sentada na cadeira de balanço
esperando a hora,
nos fones de ouvido
'anos 80 e 90' é a trilha sonora
- pastas dada
pela grande amiga,
hermana,
J-Janna.

Após dez minutos
a playlist toca:
um susto!
'I'm gonna miss you'
é a sua versão,
que na minha mente soca.

"You're leavin'
Now I'm sittin' here, I'm wastin' my time(...)
It's a tragedy for me
To see the dream is over
And I never will forget the day we met
Girl, Boy, I'm gonna miss you"

Que é sua versão,
eu sei
se fosse a minha eu saberia
'I'm gonna miss you'
do momento e do vidro lembrei
rapidamente,
em ti pensei,
só pra não dizer 'oi' ou 'ei',
o sms enviei.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Musicando anonimamente

Sabe o que acontece quando chega a verdade?
A gente se soma e assume pra valer
O tempo que passamos longe de nossa cidade
escrito tudo tava agora é só acontecer.

Passatempo tic-tac caminhando pela orla
Olha quem enxergo!
_ e aí como cê tá?
_ vim de férias, cheguei ontem, tô aqui só de passagem
em duas semanas volto, quero mais é aproveitar.

Mas, se você quiser carinho,
de amigo, eu me animo
pra uma roda é só chamar
De repente, tem um baile,
é carnaval e tudo vale,
demorou é só chegar!

...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Zeuropa

Que vontade louca é essa? Fugir nesse ano? Não! (ainda)
Andei pensando: ao invés de passar mais um período em Jaguarão, por que não me arriscar em passar 3 ou 4 meses morando na Europa? Aproveitar e fazer o bendito mochilão, pisar nas capitais e cidades que tanto desejo conhecer, vivenciar um pouco da cultura e idioma. Colocar o intercâmbio na ponta do lápis e se mandar!
Após as férias de maio, focarei neste objetivo: a Europa!
Ah, moleque! Simbora?


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Santo remédio para curar dor de semana.




_ O que tenho, doutor?

_ Dor de semana.
_ E o que tomo?
_ Tome um analgésico.
_ Qual?
_ O analgésico da semana se chama Sexta-Feira. Favor tomar com água de bar. Vamos?
Se 'analgésico' cura dor da semana, ao meu ver muita gente vai sarar hoje, inclusive eu... ainda bem!

A verdade é uma ilusão

"Meu futuro já é presente e daqui a pouco é passado"

Surreal, eu diria. Ainda mais quando são ditas tantas verdades (verdades até minhas), em uma conversa. 
Um dia, um dia.
Um dia, v
amos conseguir transpor essa barreira.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Português: Fica a dica.

Atualmente as cidades do Brasil tem sido 'a menina dos olhos' no cenário mundial. São turistas, empresários, estudantes de outros países e demais estrangeiros se encantando cada vez mais por este país tão artístico, tão rico, tão receptivo. Não é à toa que o Brasil é conhecido como o 'povo mais legal' do mundo. E é baseado nisso que eles (os turistas) vêm para nossa terrinha para conhecer o país e a cultura local, inclusive o idioma!


Eles querem aprender as pronúncias e significados não somente para cantarolar (sem tanto sotaque) um bossa nova de Tom Jobim, quanto querem, também, saber o que disseram por escrito, para surpreender, depois, o amigo brasileiro que acabou de postar uma foto no facebook com um: "que lindo!"; ou, mandar um e-mail romântico para a namorada, escrevendo no final: "saudade". 

Desse modo, nada mais justo retribuirmos suas visitas ensinando o nosso idioma, ao menos, corretamente. Ainda mais, aproveitando que a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 serão sediadas no nosso querido Brasilzão, vamos nos aperfeiçoar no português para que sejamos exemplos, professores e multiplicadores desta língua tão bonita que o mundo todo quer conhecer. 

P.S: Isso não quer dizer que devemos ser radicais a tal ponto de não se submeter a aprender os idiomas mais falados no mundo, não. Pelo contrário, devemos estar dispostos a saber dominar uma segunda, terceira ou quarta línguas, para que saibamos nos comunicar o suficiente a ponto de repassarmos o conhecimento de nossa língua materna com tamanha perfeição.



quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Sobre sonhos e viagens.

Esse ano tem começado espetacularmente interessante, sempre unindo o útil ao agradável.
Pra começar que o reveillon foi munido de aventuras: chuva, praia, família, praia, viagens curtas de voadeira que, definitivamente, é o meu meio de transporte favorito -não é a toa que um dos meus sonhos de consumo é ter uma voadeira, rabeta, lancha ou barco e uma casa na beira da praia (e um marido, namorado, namorido ao lado hehe). Mas tudo bem. Enquanto meu sonho não se concretiza, me realizo na realidade dos outros que já possuem, claro. rsrs
Unindo o útil (ou úteis) ao agradável, minha mania de significado de sonhos só tem aumentado. É que ultimamente eles tem sido cada vez mais ousados e, isso me assusta muito. Antes, meu sossego, se resumia na agonia e frustração de perder aviões e nunca conseguir chegar ao destino proposto. Ou, quando não era avião, era ônibus. Ou quando não, eu resolvia ir de carro mesmo e acabava me acidentando, desviando o caminho, indo embora para outro sonho... enfim, meu sonho com viagens sempre era uma merda!

Esse ano é diferente, pelo menos os dessa semana, que são os que ainda vagam na lembrança, são lindos, fofos, internacionais!


1- Imagina que sonhei que estava em Jaguarão e de lá ia pro Uruguai. (até aí tudo bem, isso já aconteceu, e talvez seja a ânsia consumindo e preparando este corpo, já que em breve voltarei a fazer tal percurso). No Uruguai, eu comprava sandálias, pares de havaianas. Isso porque pedia emprestado pra uma mulher, esposa de alguém que não sei quem é, os seus pares de sandália para que eu fosse até os freeshops do Uruguai comprar as minhas. Quando lá chegava, comprava minhas sandálias, perdia a da mulher, ficava passeando e do nada achava as sandálias perdidas da mulher.


 2 - Este foi o que me fez acordar sem fôlego. Simplesmente eu conseguia pôr os pés, as mãos, meu corpo, mochila, e tudo mais, em DUBLIN!

Sim, surreal! E a viagem então, mais ainda pois eu ia de navio. A viagem era demorada e eu ia numa espécie de camarote feminino, que mais parecia um albergue. Já quase perto da chegada eu perdia minha mochila (mega-mochila, diga-se de passagem), minha pasta com documentos, passaporte, endereços, tudo! e ficava desesperada porque uma das meninas que estava no mesmo camarote que eu tinha o visto negado. O Rafael (de Gyn) também estava e acontecia a mesma coisa com ele, só que depois o via com um cara e ele parecia bem feliz, se é que me entende...
Enquanto passeava pelas outras alas do navio, pra procurar minha mochila, via a Sâmia (da tia Dora) deitada numa rede! Fiquei surpresa, contente. Perguntei se ela também estava indo pra Irlanda e 'Não', ela estava vindo da Alemanha. Havia passado uns dias em Celvic (não sei nem se existe alguma cidade, província, estado, país com esse nome ou pronúncia), e que logo após estendeu para Berlim, Munique, para estudar alguns cursos na área de direito e agora estava indo para o Peru! "Pô que legal!", falei. Perguntei se ela tava com fome e oferecia umas bolachas de chocolate que tinha nas mãos. 

Ela recusara e perguntara da minha agonia e eu explicava o motivo. Acho que por gentileza, falava que eu podia ficar com algum casaco dela caso não encontrasse minha mochila. Agradecia dizendo que 'não precisava', pois logo logo acharia. Me despedia e ia em busca da mochila perdida. Me deparava em um porão, cheio de mochilas, malas, e por coincidência via a minha ali. Ela era de cor azul escuro. Dentro havia uma pasta, era a de documentos. Em seguida escutava o navio atracar em Dublin. Eu pegava a mochila, punha nas costas, colocava um gorro, um par de luvas, pois estava muito frio e descia num porto da cidade. 


Era por volta das 18h mas parecia que já estava quase escuro. A cidade estava deserta, com algumas crianças brincando na rua. Algumas gramas verdes, casas bonitas, ruas bonitas. Era tudo uma maravilha, lindo, sensação mágica, que nunca havia sentido antes. Parecia tão real, que após a primeira visualização da cidade, eu corria pela rua e me jogava num gramado de uma espécie de praça. Ahhhhh! (suspiros).


3 - A viagem era longa. A espera era de mais de 10 horas. Eu estava grávida - de gêmeos e seus nomes eram João e Larissa. Mas era como se eu fosse duas pessoas diferentes, duas outras grávidas que não era eu. A viagem era de avião e era voo internacional. Os parentes aguardavam a chegada, mas estavam receosos pois era uma viagem perigosa, já que avisara que estava chovendo forte e o voo era de mais de 10 horas sem escala, passando maior parte do voo acima do oceano Atlântico. De repente, eu não estava mais no avião, eu estava esperando junto com minha família a minha própria chegada, e via chuvas fortes, temporais, choque entre aviões! O sonho cortava para uma cachoeira linda numa gruta, no qual eu avistava e tentava tomar banho nas águas cristalinas, e tudo acalmava. Era como se estivesse tomando um banho de paz, harmonia, liberdade. E então, passam-se as 10 horas de viagem, alguma parte é cortada, e me vejo chegando no aeroporto com a Larissa no colo, saudando meus familiares, até minha avó Marina, todos felizes da vida.

Vai entender... sonhos são sonhos. só farão sentindo ao longo do tempo.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

What happens in Vegas stays in Vegas.

Sandálias. Pares. Havaianas. Rosas.
Perder. Comprar. Calçar. Sandálias.


Ver ou usar sandálias em seu sonho simboliza conforto e tranqüilidade. Você tem um coração enorme e sempre está aberto a novas amizades.
O sonho também pode indicar que você precisa manter distancia de pessoas negativas ou invejosas
Sonhar que vê sandálias traz sempre mensagens positivas. Usá-la: poderão surgir novos amores. Comprar um par: não se feche tanto ao que a vida tem de bom. Sonhar que vê sandálias traz sempre mensagens positivas. Usá-la: poderão surgir novos amores. Comprar um par: não se feche tanto ao que a vida tem de bom.
De modo geral, os sonhos com qualquer tipo de calçado é sinal de que uma viagem se aproxima, seja ela longa ou curta. Pode ser a negócios, passeio, ou até mesmo por conta de algo ruim que tenha acontecido. Tudo vai depender do que foi visto durante o sonho.


Uruguai. Irlanda. Brasil. Vegas. Tanto faz.
'O que acontece em Vegas fica em Vegas', e vai acontecer. 
Em breve. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Sobre a perspectiva - a expectativa e o espeto.

"O homem sem perspectiva nenhuma já teve muitas perspectivas

Já se apaixonou perdidamente, já participou de passeata, já vestiu camisa, já fez juras eternas, já planejou curso no exterior, já sonhou com a casa própria, já almejou promoção, já desejou mudar de emprego, já cogitou ser poeta, já se inscreveu em concurso, já prometeu, (mais de uma vez), levar as crianças à Disney, já quis ter outro filho, já quis ter uma horta, já quis morrer, já tentou reconquistar a ex-mulher, já pretendeu encontrar novos amores, já decidiu ser feliz sozinho, já mudou de ideia, já comprou um violão, já programou férias numa ilha, já cismou que ainda ia ser muito rico, já desistiu de tudo, já desistiu de desistir.

Hoje, faz tudo que é necessário fazer, só não faz planos. Apesar de não ter religião, ele acredita que existe um "aquilo" que não depende dele. Ele não sabe o nome "daquilo". Nem pretende saber. Não se sente um conformista, nem um derrotado, nem um desiludido, nem um ser destituído de esperança no futuro, muito pelo contrário. Para ele, as perspectivas são infinitas, e ter algumas é como deixar de ter todas as outras

Hora de dormir. 

Ele coloca o despertador para as 7, apaga a luz do abajur, e adormece sem esperar nada do dia seguinte.

O homem sem perspectiva nenhuma não é homem de exterminar perspectivas." - Adriana Falcão.


Sem planejar, sem datar. Programar, querer, apenas deixar acontecer. Creio que seja isso.
Ah, e claro, sonhar, muito! afinal, a prática leva à perfeição, e pra chegar na perfeição nada como ensaiar bastante sobre aquilo que desejas.
E sobre o desejo, para este ano de 2013 seja cheio de aventura e emoção.